segunda-feira, 25 de maio de 2015

Uma policial militar é baleada durante perseguição em Realengo

Uma policial militar foi baleada no rosto durante uma perseguição a um carro na Estrada da Água Branca, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. A soldado Drielle Lasnor, do 14º BPM (Bangu), foi levada para o Hospital estadual Albert Schweitzer e em seguida transferida de helicóptero para o Hospital estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Seu estado de saúde é grave.

Segundo informações da Polícia Militar, a equipe da soldado desconfiou de um Gol verde. Quando os PMs se aproximaram, o motorista acelerou para fugir e os cúmplices atiraram contra a viatura. Um dos disparos atingiu a policial. Outros agentes prenderam dois ocupantes do carro, que bateu no muro de uma igreja. Com eles foram apreendidos duas pistolas, dois carregadores, um radiotransmissor, um caderno com anotações sobre tráfico de drogas e munição.


Os presos, Gustavo Marques de Assunção, de 26 anos, e Rafael Paiva de Oliveira, de 22, foram levados para a 34ª DP (Bangu).


domingo, 24 de maio de 2015

Menor acusado de esfaquear médico na Lagoa tem 15 passagens pela polícia


A polícia localizou e apreendeu, um dos "suspeitos" de esfaquear o médico Jaime Gold, na Lagoa Rodrigo de Freitas.O chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, disse que o adolescente de 16 anos tem 15 passagens pela polícia. Cinco delas foram por conduta criminosa com arma branca, como faca, tesoura e martelo. Ele foi encontrado durante uma operação na Favela de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. O segundo adolescente que teria participado do crime não foi identificado. A Divisão de Homicídios ouviu testemunhas e analisa imagens de câmeras de segurança de prédios. O médico foi rendido na noite de terça-feira por dois jovens e teve a bicicleta roubada após ter sido atacado e esfaqueado na barriga e nos braços. O médico foi socorrido e operado no Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos e morreu nesta quarta-feira. Leia: CBN

sábado, 23 de maio de 2015

GOIÂNIA: Bombeiro é preso após denunciar jornada de trabalho excessiva


O Ministério do Trabalho vai investigar a prisão de um cabo do Corpo de Bombeiros após denunciar excessos na escala de trabalho na corporação. Uilia Braga está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia. 

O bombeiro foi punido por transgressão disciplinar, por participar de uma reunião, em agosto do ano passado, para denunciar o que ele considera uma jornada de trabalho excessiva. 

"Nós denunciamos a escala dos bombeiros. Ela tem privado a pessoa humana do convívio com sua família. Ela tem privado o cidadão de ter acesso à dignidade”, afirmou Uilia em entrevista à TV Anhanguera pelo telefone celular ao qual tem acesso dentro do Batalhão.

O cabo acredita que a punição foi exagerada, uma espécie de vingança. "Minha carreira acabou de ser sepultada. Eles cuidaram de enquadrar tudo o que fiz, a busca dos direitos, eles me enquadraram nos piores tipos indisciplinares existentes no regulamento", afirma.

Outros quatro homens do Corpo de Bombeiros foram punidos pelo mesmo motivo. Três deles ficaram presos em março. O outro foi excluído da corporação.

Investigação 
Uma auditoria da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO) investiga o caso. A prisão disciplinar de militares é prevista no regulamento da corporação, mas a auditora Jaqueline Carrijo questiona os efeitos da punição. "Prisão é para bandido. Não é para trabalhador que reivindica melhor condição de trabalho", afirma a auditora. 

O comando dos Bombeiros afirma que o homem cumpre prisão por ter cometido transgressão grave, prevista no regulamento da corporação. Além disso, diz que ele foi punido após a instauração de procedimento administrativo.

Para a União dos Militares de Goiás, a prisão foi abusiva, já que os bombeiros punidos buscavam melhorias. Além disso, denuncia um déficit de profissionais na corporação. “O governo não contrata mão de obra para a Polícia Militar, e nem para o Corpo de Bombeiros”, afirma o presidente da União, Valdenir Medrado.

Polícia apreende segunda maior carga de cocaína do país no Paraná


Paraná - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta sexta-feira, 846,3 kg de cocaína no Km 9, da BR-48, na cidade de Alto Paraíso, no Noroeste do Paraná. De acordo com informações da polícia, esta foi a segunda maior apreensão da droga já feita pelo órgão no país - a maior ocorrência foi em 2011, quando foram apreendidos 941kg no Mato Grosso.
Além da cocaína, os agentes apreenderam mais 128,8 kg de maconha. As substâncias estavam escondidas no tanque de combustível e na carroceria de duas carretas carregadas com soja que seguiam com destino a São Paulo. Os motoristas dos veículos foram presos em flagrante.

Durante a abordagem, a polícia constatou, por meio de testes de bafômetro, que os suspeitos também estavam embriagados. Em depoimento, os motoristas disseram o destino dos entorpecentes, mas não informaram à polícia quem era o receptor da droga na capital paulista. Os suspeitos e as drogas foram encaminhados para a delegacia da Polícia Federal em Guaíra (PR).

PMs ficam feridos em ataque de criminosos em Honório Gurgel



Policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) tiveram escoriações e fraturas pelo corpo após trocarem tiros com criminosos na Rua Ururaí, em Honório Gurgel, Zona Norte do Rio, na madrugada deste sábado. O tiroteio deixou marcas na viatura em que os PMs estavam e, após o confronto, os bandidos conseguiram fugir.
A suspeita do comandante do batalhão, tenente-coronel Roberto Garcia, é que a ação dos criminosos foi motivada depois de ordem, no último dia 14, para reativar torre blindada da Polícia Militar, em Coelho Neto, bairro vizinho. Mesmo após o ataque, Garcia afirmou que continuará reforçando a segurança no local.
Os policiais  estavam se deslocando da região quando marginais disparam contra eles", relatou o comandante. Um dos PMs teve o nariz fraturado e o outro a mão.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Bala perdida atinge jornalista durante confronto em Niterói


Um intenso confronto entre policiais e criminosos da comunidade do Viradouro, em Santa Rosa, Zona Sul de Niterói, provocou tumulto e pânico na manhã desta quinta-feira na região. Na troca de tiros o repórter fotográfico do jornal O Itaboraí, Marcos Vieira, 54 anos, foi atingido por uma bala perdida no braço direito, enquanto exercia seu trabalho. Por quase três horas a PM impediu o trânsito de veículos na Estrada da Garganta, e em boa parte da Rua Doutor Mario Vianna, na altura da comunidade.  
A operação coordenada pelo 12º BPM (Niterói), contou com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar. O confronto começou por volta das 7h30 com a entrada dos policiais na região. Um veículo blindado (caveirão) foi usado para auxiliar no trabalho da PM nos acesso a comunidade.

Por causa tiroteio, a Polícia Militar interditou o fluxo de veículos na região, deslocando o trânsito para Ititioca e Estrada da Cachoeira, em São Francisco.

“O objetivo da operação é prender traficantes e apreender armas e drogas, além de retirar novas barricadas colocadas por criminosos. A via precisou ser interditada para evitar que inocentes sejam atingidos pelos disparos”, informou o coronel Gilson Chagas, comandante do 12º BPM. 
Por volta das 10h50 um novo confronto entre os policiais e traficantes deixou o fotógrafo Marcos Vieira ferido. Ele buscava abrigo em uma padaria na Rua Doutor Mario Viana, quando foi atingido no braço. Segundo a PM, o tiro veio da parte alta do Morro do Cruz, na subida da Garganta. A localidade é parte do Viradouro. 
“O grupo de jornalistas estava reunido na padaria quando ouviu disparos. Foi tudo muito rápido até percebermos o que realmente havia acontecido com nosso colega. É lamentável ter que falar sobre isso”, disse um colega de profissão. 
O fotógrafo foi socorrido por agentes do Bope e encaminhado para o Hospital Estadual Azevedo Lima (Heal) no Fonseca, na zona norte da cidade. Ele foi atendido e liberado ainda com a bala alojada no braço. Na parte da tarde a vítima passou por cirurgia no Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê, em São Gonçalo, para retirada do projétil.

“Temos que lamentar essa situação. Nossa prioridade é preservar vidas e o socorremos o mais rápido possível”, disse o coronel Gilson Chagas. 
O presidente da Associação Profissional dos Repórteres Fotográfico e Cinematográficos do Rio de Janeiro (ARFOC-RJ), Alberto Elias Guimarães Jacob, lamentou o incidente.  
“Uma situação como esta é lamentável para nós profissionais. Sabemos dos riscos que passamos em uma operação policial e por isso adotamos uma política de segurança para quem trabalha em área de risco”, disse.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Policial Militar é encontrado morto em Campos


O corpo de um policial militar identificado como Manoel de Souza Ferreira, lotado no 32º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Macaé, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (20) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Segundo a corporação, o corpo, que estava dentro de um veículo modelo Ford Fiesta de cor preta, apresentava marcas de tiros e agressão. O caso foi registrado na 134ª DP.
Ainda de acordo com a PM, no início da manhã o órgão recebeu uma denúncia anônima de que um homem estaria morto dentro de um carro na Rua Visconde de Alvarenga, no Parque Leopoldina. O comandante do 8º BPM (Campos), tenente-coronel Marcelo Freimam, revelou que Manoel era segundo sargento e morava em Campos. Ele também já atuou no 8º BPM. A Polícia Militar ainda não sabe a motivação do suposto homicídio, nem o paradeiro dos suspeitos do crime.

Policial mais estressado está mais inclinado ao uso da força, diz especialista

Uma pesquisa feita com 5 mil policiais militares (PMs), equivalente a 20% de todo o contingente da região metropolitana do Rio, mostrou que muitos PMs apresentavam sintomas de estresse, como raiva (54%) e insônia (52%), e 29% deles também alegavam estar insatisfeitos com a profissão.

Pesquisa mostra que PMs apresentavam sintomas de estresse, como raiva (54%) e insônia (52%)

"Um policial mais estressado está mais inclinado ao uso da força e isso é prejudicial tanto para ele quanto para a sociedade. Se não respeitarmos os policiais e dermos melhores condições de trabalho a eles, nunca poderemos esperar que eles respeitem os cidadãos nas ruas", disse o sociólogo Ignácio Cano, especialista em Segurança Pública e coordenador do Laboratório de Análises e Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que apresentou os dados da pesquisa.

Os números foram divulgados na última terça-feira(19) em uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e reuniu representares da Secretaria de Estado de Segurança do Rio, das polícias Militar e Civil e agentes de segurança pública para discutir as condições de trabalho dos policiais.

A pesquisa também mostrou que cerca de 7% dos policiais pensaram em cometer suicídio. Algumas das causas desse índice, de acordo com Cano, são a baixa remuneração, baixo status social, horários de trabalho muito extensos, escalas pouco funcionais, sensação de desrespeito pela corporação e pela comunidade, além da "altíssima" exposição a confrontos armados, o que leva muitos agentes a se tornarem vítimas das políticas de confronto e do modelo da "guerra às drogas".

A audiência também ouviu o sargento Lúcio Alexandre Pereira, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Ladeira dos Tabajaras, comunidade localizada em Copacabana. Ele criticou a estrutura do local de trabalho de muitos policiais. "Nós trabalhamos dentro de contêineres, que não oferecem nenhuma segurança. A base avançada da UPP Tabajaras tem um suporte precário, não há banheiro, nem local de alimentação", relatou.

A presidente da Comissão de Segurança Pública da Alerj, deputada Marta Rocha (PSD-RJ), diz que ouvir policiais, pesquisadores e representantes da sociedade civil é um passo importante na elaboração de políticas que possam garantir melhores condições dos agentes. "A comissão segue atenta aos pedidos. O policial satisfeito com o seu trabalho oferece um serviço com mais qualidade e quem sai ganhando é a sociedade", disse, acrescentando ser necessário também investir na qualificação e na formação dos agentes.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), disse que a audiência será importante para entender as solicitações dos policiais e dos parentes de agentes mortos em serviço e encaminhar aos órgãos competentes.

"A comissão acompanha os familiares dos policiais assassinados dando assistência psicológica, encaminha para a assistência jurídica, fundamentalmente pela Defensoria Pública. Esse encontro também será importante para dar voz a policiais civis e militares não somente sobre questões salariais, mas tudo o que envolve o seu dia a dia. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública e para isso é decisivo escutar esses policiais".

Diante das demandas, o subsecretário de Educação, Valorização Profissional e Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança, Pehkx Jones, disse que, em 15 dias, vai se reunir novamente com as comissões da Alerj. "Vamos fazer encaminhamentos para apropriar alguma coisa em leis de defesas orçamentárias para o ano que vem para mostrar à sociedade do Rio de Janeiro que existe uma confluência de esforços coletivos para melhorar a situação e valorizar o policial".

domingo, 17 de maio de 2015

Policial militar é morto a tiros na porta de casa em São Gonçalo


Um policial militar do batalhão de Niterói (12ºBPM) foi morto a tiros após sair de casa, no bairro Porto da Pedra, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, neste domingo (17). O policial foi identificado como Luis Carlos Barbosa de Lima Junior. 
 O crime aconteceu por volta das 7h, quando o PM se preparava para assumir o serviço no batalhão. De acordo com o comandante do 12º BPM, o policial chegou a ser levado para o pronto socorro de São Gonçalo, mas não resistiu aos ferimentos. 
A Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí investiga a motivação do crime.

PM acusa policiais civis de negar socorro após ser baleado em tentativa de assalto

PM acusa policiais civis de omissão de socorro, após ele ser baleado em uma tentativa de assalto no bairro de Sulacap, na quarta-feira (13). Leonardo Ferreira de Andrade estava à paisana dirigindo pelo bairro quando três bandidos chegaram em um carro preto anunciando o roubo. Em um áudio, ele pede ajuda de colegas da Polícia Militar e explica que está sendo levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer. O agente comenta que teve o socorro negado por policiais da delegacia de Realengo (33ª DP).