sábado, 28 de fevereiro de 2015

Alô Beltrame! Precisamos identificar e prender o vagabundo que produziu o vídeo

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Uma péssima notícia para PMs e BMs ativos e aposentados


Os 95 mil policiais e bombeiros militares ativos e aposentados do Estado do Rio terão desconto de 11% para o Rioprevidência sobre a Gratificação de Regime Especial de Trabalho (Gret). O valor do débito adicional será de R$ 70 a R$ 350, conforme a remuneração do servidor. O novo desconto tem validade já a partir deste mês, com a folha de pagamento que será creditada no dia 2 de março para inativos e dia 3 para os ativos. De acordo com a Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), a contribuição vai representar gasto adicional de R$13,8 milhões por mês para esse grupo de militares, sendo R$9,8 milhões para os ativos e R$ 4 milhões para os inativos. O montante será destinado ao Rioprevidência. Já o Tesouro Estadual vai arcar com R$ 19,6 milhões a mais por mês. O valor é referente à contribuição patronal de 22% sobre a contrapartida dos PMs e bombeiros militares ativos. Em nota, a Seplag explicou que a medida foi tomada devido à obrigatoriedade jurídica da incidência de contribuição nesta gratificação, por sua natureza remuneratória. E também seguiu orientação da Procuradoria Geral do Estado, já que todos os 95 mil servidores levavam a Gret para a aposentadoria, sem contribuir para o Rioprevidência. Não haverá cobrança de retroativos. 
Vale lembrar também que os militares aposentados só vão contribuir com os 11% para a Gret no total que exceder o teto do INSS (R$ 4.663,75). Os pensionistas estão de fora dessa nova obrigatoriedade, uma vez que o valor que excede o teto do INSS já tem desconto para o Rioprevidência, também de 11%. Presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, Vanderlei Ribeiro afirmou que vai ingressar com ação na Justiça para impedir a nova contribuição.“Não achamos justo ter nova redução salarial, uma vez que a nossa remuneração já é baixa. Vamos saber como virão os descontos e entrar na Justiça”, diz.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Mulher com problemas mentais tenta esfaquear policiais durante operação na Cidade de Deus

Pezão não tem mais dinheiro para pagar os aposentados e pensionista do Estado.


Com os cofres do estado vazios, o governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, aposta todas as suas fichas em convênio com o Judiciário para pagar a folha de pagamento dos 260 mil inativos e pensionistas do Rio Previdência e arcar com custos de precatórios — ações perdidas pelo Executivo na Justiça. Para impedir o colapso das finanças, ele apresentou projeto aos desembargadores do Órgão Especial para usar pelo menos R$ 11,7 bilhões dos R$ 16,84 bilhões do Fundo de Depósito Judicial. O valor garante o pagamento de ações judiciais, como a coluna ‘Justiça e Cidadania’ publicou com exclusividade na terça-feira. 
A decisão da Corte sobre o pedido de empréstimo será votada pelos 25 desembargadores mais antigos do tribunal dia 9 de março. A recomposição dos valores seria feita pelo estado, a partir de 2019. Segundo o secretário da Casa Civil, Leonardo Espínola, o rombo no Rio Previdência é estimado em R$ 5 bilhões. “Fizemos um estudo nos últimos dez anos e percebemos que a verba do fundo só aumenta. Ainda deixaríamos mais de R$ 5 bilhões. Não há o menor risco de o ganhador de uma ação não receber”, afirmou.
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FALSO POLICIAL É PRESO EM ITAIPUAÇU


Policiais do 12°BPM de Itaipuaçu prenderam Carlos Augusto dos Santos Pires, o Azul, 43 anos, nesta quarta-feira. Ele se fazia passar por sargento da PM. 
Leia a reportagem completa: Lei Seca Maricá

Policial militar é baleado em tentativa de assalto na Vila Valqueire


O soldado Rômulo José Freitas de Oliveira foi baleado na noite desta quarta-feira (25) durante uma tentativa de assalto em uma farmácia na Vila Valqueire. De acordo com o 9º BPM (Rocha Miranda), ele foi socorrido e levado ao Hospital Estadual Carlos Chagas. A tentativa de assalto ocorreu, segundo a PM, por volta das 22h em uma farmácia localizada na Praça Saiqui.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PM morre atropelado ao fugir de bandidos na Linha Vermelha


O soldado morreu por volta das 20h30m desta terça-feira, ao fugir de um assalto. Segundo informações da 59ª DP (Duque de Caxias), ele abandonou a moto que pilotava e atravessou as pistas da Linha Vermelha quando foi atingido por dois veículos, na pista sentido Centro. Sérgio ainda foi levado por uma ambulância do Corpo de Bombeiros para o Hospital municipal Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias, mas não resistiu aos ferimentos. O policial era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Coroa/Fallet/Fogueteiro. O corpo do PM foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Duque de Caxias. 
O enterro será no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

NO PAÍS DA COPA, NO ESTADO QUE VAI SEDIAR A OLIMPÍADA DE 2016

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Sargento atingido por um tiro de fuzil no pé

Fonte: Roberta Trindade

Esse é o sargento Carlos Fernando Dias Chaves, 40 anos - 15 deles dedicados à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 41°BPM, o sargento participava de incursão no Morro do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, quando foi atingido por um tiro de fuzil no pé durante confronto com criminosos que controlam a venda de drogas no local. A troca de tiros ocorreu no dia 21 de julho de 2014. De lá para cá, o sargento passou pela avaliação de uma Junta Médica da PMERJ por quatro vezes e ouviu do médico que o acompanha desde o incidente que não teria condições de voltar ao trabalho. Nesta sexta-feira, dia 20 de fevereiro, foi surpreendido ao ouvir de um outro médico que estaria apto ao retorno - mesmo que, sete meses após ter perdido três dedos de um dos pés, ainda não tenha recebido indenização, atendimento psicológico e nem previsão de órteses que pudessem auxiliar na tentativa de voltar a sustentar o corpo ou normalizar sua caminhada. "Hoje sem condições alguma de voltar a trabalhar fui considerado apto pelo médico major Siqueira. Detalhe que estou aguardando nova cirurgia. Estou mutilado e a Polícia me abandonou. Não tenho acompanhamento psicológico e sequer me fizeram uma órtese. Não tenho condições físicas e nem psicológicas de voltar ao trabalho", desabafou o sargento C. Fernando.