terça-feira, 30 de junho de 2015

Policial militar de folga reage à tentativa de assalto dentro de trem


Dois homens, foram baleados na manhã desta terça-feira (30), dentro de um trem que estava na estação de Piedade, na Zona Norte do Rio. De acordo com o Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFER), um PM de folga reagiu a uma tentativa de roubo e baleou os dois assaltantes. Um dos feridos foi identificado como Josué de souza Corrêa, de 25 anos e o outro é um menor de 16.

A PM informou ainda que ele foram socorridos para Hospital Salgado Filho, no Méier, onde permanecem internados e custodiados. O agente também apreendeu uma pistola 9 mm com eles . 

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, Josué foi atingido no braço direito e na perna esquerda e está passando por exames de raio-x já o menor foi atingido na face e no abdome e passa por cirurgia.

A Supervia informou que devido a essa ocorrência, os trens do ramal precisaram aguardar por ordem de circulação. Os passageiros foram informados das alterações necessárias por meio do sistema sonoro de trens e estações.

O caso foi registrado na 24ª DP (Piedade). De acordo com a Polícia Civil, eles responderão pelo crime de roubo.

Falso sargento é preso dentro do CFAP

Um falso sargento da Polícia Militar foi preso, nesta segunda-feira, tentando retirar uma arma do setor de reserva de armamento do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PM, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Vestindo uma farda, com o sobrenome Costa colado no peito, o falso militar entrou no quartel e foi ao setor de reserva e armamento. Lá, se apresentou como policial, e disse que estava ali para buscar uma pistola.

No entanto, foi reconhecido por um PM que trabalha no CFAP e é seu vizinho. O policial acionou o serviço secreto da Polícia Militar (P-2) que prendeu o falso militar. Ao receber voz de prisão, o homem teria passado mal e desmaiou ao ser colocado em uma patrulha. Ao melhorar, ele foi levado para a 34ª DP (Bangu), onde será autuado em flagrante por uso indevido de uniforme. Como se trata de crime de menor potencial ofensivo, o homem será colocado em liberdade, após assinar um termo de compromisso. O caso será encaminhado ao Juizado Especial Criminal.

 Falso PM desmaia ao receber voz de prisão

sábado, 27 de junho de 2015

Traficantes armados com fuzis renderam policiais da UPP do Morro do Fallet

Seis traficantes armados com fuzis renderam sete policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Fallet, no Catumbi, no fim da tarde desta sexta-feira. A informação foi passada por policiais e moradores da comunidade. Os bandidos teriam mandado os PMs sentarem no chão e xingado os agentes, que tiveram as pistolas recolhidas pelo bando. Segundo policiais, os criminosos só devolveram as armas, sem munição, após receberem ordens dos líderes da facção Comando Vermelho (CV) que, de dentro de uma unidade prisional do estado, mandaram que nenhum PM fosse morto e que as pistolas fossem entregues.


Em nota, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou que o comando das UPPs determinou a abertura imediata de uma averiguação para apurar denúncia de invasão a uma das bases de apoio da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro. O comunicado confirmou a ação do Bope na favela e ressaltou que nenhum armamento foi roubado e que não houve ataque à base da UPP. Os traficantes do Fallet são investigados em um inquérito da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) há um ano. 
Segundo testemunhas, os traficantes subiram pela mata até a base avançada Campo do Capitão. A ação criminosa mobilizou moradores e outros policiais militares que, em mensagens pelo WhatsApp do DIA (98762-8248) , relataram que houve tentativa de resistência dos PMs da UPP. “Muitos tiros agora no Fallet, policiais encurralados”, escreveu um morador.

“Prioridade, toda a polícia no Fallet”, enviou um PM em mensagem de voz pedindo ajuda para os colegas. Moradores também relataram que aulas foram suspensas e crianças liberadas e que, depois da ação de bandidos, houve confronto no local.

Após devolverem as armas dos policiais, os traficantes teriam mandado um recado pelos policiais rendidos ao comando da unidade: “Nós é que mandamos aqui”.  Em resposta ao ataque, a PM enviou o Bope, que ocupou o morro. O policiamento na comunidade foi reforçado também com homens do Grupamento de Intervenções Táticas da UPP, além de agentes de outras unidades.

Homens do 5º BPM (Praça da Harmonia) realizaram, já no início da noite de ontem, um cerco na Avenida Almirante Alexandrino para que os suspeitos não conseguissem escapar da ação no morro pela mata e chegassem à Zona Sul.

Policial militar é baleado durante tentativa de assalto em Ricardo de Albuquerque

quinta-feira, 25 de junho de 2015

PM é baleado na cabeça em Itaguaí

Um policial militar foi baleado na cabeça na tarde desta quinta-feira (25) em Itaguaí, Baixada Fluminense, segundo informações do 24º Batalhão de Polícia Militar. O crime aconteceu no bairro Ibirapitanga.

Até as 17h20, não havia informações sobre as circunstâncias do crime. O soldado foi levado para o Hospital da Posse e depois, transferido de helicóptero pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Municipal Miguel Couto em estado grave.

Policial morre após ser baleado


O 3º sargento da Polícia Militar Tarsis Doria Noia, de 40 anos, morreu após ser baleado no Morro do Zinco, no conjunto de favelas do São Carlos, na manhã desta quinta-feira. O militar foi atingido por um tiro quando passava em um beco. Ele seguia para uma padaria, onde iria comprar café da manhã para a corporação, pouco antes de assumir o trabalho. Tarsis estava acompanhado de outro policial, que reagiu, mas o suspeito conseguiu fugir. Policiais contaram que Tarsis chegou a ser levado ao Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), que fica próximo da comunidade, por volta das 8h05, já em parada cardíaca. Médicos teriam tentado reanimá-lo, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu.  

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A policial militar Drielle Lasnor de Moraes foi enterrada neste domingo

Lei garante benefício, mas PM não recebe auxílio-invalidez


Em maio de 2014, um projeto aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e sancionado pelo governador Luiz Fernando Pezão estendeu o direito ao auxílio-invalidez para policiais, bombeiros e inspetores de seguranças que foram aposentados ou reformados devido a amputações de membros ou reformados em decorrência de “incapacidade física ou mental permanente”. Antes, o benefício era restrito aos paraplégicos e aos tetraplégicos. A proposta — que deu origem à Lei 6.764, aprovada meses antes das eleições — garantia o pagamento mensal de R$ 3 mil aos que se tornaram inválidos em decorrência de acidentes de trabalho, “impossibilitados total e permanentemente para qualquer atividade”.
Um ano e dois meses após a publicação da lei, bombeiros, inspetores e policiais que tiveram as carreiras interrompidas à força ainda não conseguiram receber o auxílio. Atingido por 11 tiros em 1995, durante uma operação em Nova Iguaçu, o PM Marcílio Freitas, de 54 anos, passou sete meses internado no Hospital da Polícia Militar se recuperando dos tiros, que acertaram o peito, o joelho, o braço e a mão. Considerado inválido desde então, Freitas, que foi reformado com o soldo de sargento, acreditou que daria uma vida mais tranquila à família quando a lei foi aprovada.

“Estava trabalhando e quase fui morto. Não estou assim por vontade minha. Preferia poder trabalhar a ter que receber esse auxílio. Os colegas que entraram na PM comigo subiram, e eu fui obrigado a parar. Preciso da ajuda da minha esposa até para carregar uma bolsa no mercado”, contou Freitas, que hoje caminha amparado por muletas depois que perdeu a capacidade de mover o joelho.


Outro que espera o pagamento do auxílio é Dejair Ferreira, de 52 anos, ferido em 2001. Ele foi reconhecido como policial num assalto, quando voltava do trabalho. “Após a aprovação da lei, entrei com um requerimento, mas o pedido foi indeferido”, afirmou.

Mulher é presa em flagrante ao tentar subornar PMs em São Gonçalo

sábado, 20 de junho de 2015

Morre soldado Drielle do 14º BPM

Deus conforte os corações dos seus amigos e familiares.


Morreu na manhã deste sábado, a  policial militar Drielle Lasnor de Moraes, de 25 anos. Ela foi baleada  durante uma perseguição na Estrada da Água Branca (Realengo) na madrugada do dia 25 de maio.