quarta-feira, 13 de março de 2013

Beira-Mar é condenado a mais 80 anos de prisão por assassinatos

Julgado durante esta terça-feira no 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foi condenado a 80 anos de prisão pelos assasinatos de Antônio Alexandre Vieira Nunes e Edinei Thomaz Santos, e pela tentativa de homicídio de Adaílton Cardoso de Lima. Ao ouvir a sentença, o traficante não esboçou reação alguma, mas garantiu ao juiz Murilo Kieling que irá recorrer
Grampo registrou tiros após conversa
Beira-Mar respondeu por ter ordenado, de dentro de Bangu 1, em 2002, a morte de Antônio Alexandre , Edinei Thomaz e Adaílton Cardoso. Apenas o terceiro sobreviveu. Ele foi arrolado como testemunha, mas está desaparecido desde então. Uma gravação telefônica da Polícia Federal mostra Beira-Mar pedindo por celular as execuções. Em seguida, o áudio tem sons de tiros.
A defesa sustentou que o traficante, ao convocar uma reunião por telefone, estava tentando conter o terror na favela Beira-Mar, em Caxias. “Vou às últimas consequências”, dizia Beira-Mar numa das escutas sobre a guerra pelo controle do tráfico na comunidade. Poucos meses depois, uma rebelião em Bangu 1 acabou com a morte de três dos principais inimigos de Beira-Mar, incluindo o traficante Uê.

2 comentários:

  1. 1ª decisão judicial favorece atropelador de ciclista da Paulista

    Juiz diz que motorista que atingiu jovem na Paulista, no domingo, não pode ser acusado de cometer crime doloso, o que elevaria a pena.


    SÃO PAULO - A primeira decisão judicial envolvendo o caso do atropelador da Paulista favorece o jovem que decepou o braço de um rapaz na ciclofaixa de lazer e depois jogou o membro em um córrego na zona sul da capital. Para a Justiça, não cabe análise por crime intencional (doloso), como pretendia a polícia e o Ministério Público, mas por ação culposa. Na prática, se mantida a decisão, isso significa que o réu deve responder ao crime em liberdade e, mesmo se for condenado, pegará uma pena menor.

    O juiz responsável, Alberto Anderson Filho, interpretou que não se trata de crime contra a vida, mas de homicídio culposo ou lesão corporal. Dessa forma, a análise sairia da alçada do Tribunal do Júri e iria para uma Vara Regional ou Central. O homicídio doloso pode render até 30 anos de prisão. Já o culposo resulta em punição de até 3 anos.

    Segundo Anderson Filho, a classificação do crime como homicídio tentado com dolo eventual, ou seja, em que o acusado assume um comportamento que coloca a vida de outros em perigo - no caso Alex Siwek, de 21 anos, dirigiria embriagado -, só seria aceita se a vítima (David Santos de Souza, de 21) tivesse de fato morrido.

    "Raciocinar de forma diversa levaria ao banco dos réus em Plenário de Júri todos que estivessem dirigindo sob efeito de álcool pois, em tese, estariam assumindo o risco de matar alguém", argumentou Anderson Filho. Segundo ele o que houve efetivamente foi lesão corporal e cabe agora ao Ministério Público definir se reapresenta a denúncia ou recorre ao Tribunal de Justiça.

    Embriaguez. O laudo do Instituto Médico Legal (IML), com base no exame clínico feito em Siwek no domingo, foi entregue ontem à polícia. O documento indica que "há sinais indicativos de que o examinado está sob efeito de álcool etílico ou substâncias psicoativas". Contudo, o mesmo teste informa que Siwek não estava embriagado. Com essa aparente falta de conclusão, a Polícia Civil vai pedir novos esclarecimentos à médica que fez o laudo do IML.

    Uma das hipóteses para o resultado indefinido é o tempo passado entre o momento do acidente - por volta das 6h - e o horário da realização do exame, às 11h21. É o que diz o delegado Carlos Eduardo Silveira Martins, do 5.º DP (Aclimação). "O importante é que ele (Siwek) fez o uso de substância, uma vez que foi constatado álcool, hálito etílico. Algumas atitudes dele provaram isso e o depoimento dos policiais."

    A Polícia Civil ainda investiga se o universitário foi a outra boate - e bebeu - antes do acidente na Avenida Paulista, na manhã de domingo. A Polícia Civil já havia recebido uma comanda da casa noturna Josephine, na zona sul, paga pelo estudante. Nela, existe a indicação do consumo de três doses de vodca.

    Como o Estado mostrou ontem, o homem que estava junto com Siwek no carro, Diego de Luna Gaio, disse que tanto ele quanto o motorista consumiram "três ou quatro cervejas" cada um, enquanto estavam em uma balada. Isso reforçaria a hipótese de que poderiam ter visitado outro estabelecimento, além do Josephine.


    Ao invés de prestar socorro à vítima, o motorista irresponsável, após arrancar o braço da mesma, joga o membro amputado longe do local do acidente, impossibilitando uma possível cirurgia a fim de evitar uma perda irreparável. HOUVE LESÃO CORPORAL DOLOSA E GRAVE que poderia ser interpretada como TENTATIVA DE HOMICÍDIO ou até mesmo HOMICÍDIO DOLOSO, caso o jovem venha a falecer em virtude do referido crime! Quem bebe e dirige ao mesmo tempo está assumindo o risco de matar alguém, sim! É o chamado DOLO EVENTUAL.

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  2. $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ MAIS $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ MAIS AINDA $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$QUE NÃO ACABA MAIS $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

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