sábado, 29 de junho de 2013

PEC 300: A hora é agora!


Ainda sonho com o momento em que o Brasil aprovará a Proposta de Emenda Constitucional, de número 300, que cria um piso nacional para os policiais militares, civis e bombeiros, definindo assim um salário mínimo para categoria, em todo território brasileiro. Pois essa é uma dívida que temos com esses heróis que arriscam suas vidas diariamente para proteger a sociedade. A PEC 300 é um direito mais do que merecido.
Eu acredito piamente que a morte dos policiais sul-mato-grossenses Francisco Valenzuela Lopes, Adevaldo Alves de Oliveira e Oscar Castelo, que moravam em Dourados e morreram na tarde do dia primeiro de fevereiro de 2010, vítimas de um acidente automobilístico, na BR-163, quando se dirigiam à capital federal para uma manifestação pela aprovação da medida, não foi em vão e serviu para fortalecer ainda mais o trabalho de mobilização que temos realizado no Estado, em favor da medida.
Nossos policiais precisam ser mais bem remunerados. Eles são o para-choque da população. São eles quem coloca em risco a própria vida e a de sua família para garantir a nossa tranquilidade. As polícias Civil e Militar e os Bombeiros são essenciais para promoção da segurança pública no Brasil. E a unificação nacional de salário já mostrou que dá certo, um bom exemplo, são os professores que hoje colhem inúmeros benefícios por conta do piso nacional.
Hoje a diferença salarial de policiais, de um estado para outro é gigantesca, e a PEC 300 vem para acabar com essa desi-gualdade. Por isso reafirmo que meu compromisso com essa matéria é irrenunciável, inquestionável e inegociável. Continuarei a defender o direito dos policiais em ter um piso nacional, mesmo contrariando os interesses do governo, como venho fazendo desde que retornei à Câmara Federal, em 2009.
Essa PEC já foi aprovada em primeiro turno ainda no mandato passado, quando fui o primeiro parlamentar de Mato Grosso do Sul a abraçar a causa e um dos principais defensores da proposta na Câmara Federal. E continuo achando que ela deve ser aprovada em regime de urgência.
É uma humilhação, centenas de bombeiros terem que gastar tempo, esforço e energia para realizarem protesto em busca de aumento de salário e melhores condições de trabalho, a exemplo do que aconteceu na semana passada no Rio de Janeiro. Muitos deles foram presos, ameaçados de serem expulsos da corporação e ainda poderão responder processos criminais e administrativos, por conta da manifestação.
Isso é uma vergonha para a nação e precisa acabar. Se a PEC 300 já tivesse sido aprovada, nada disso teria ocorrido. Por esse motivo não me canso de percorrer os gabinetes de Brasília-DF, em busca de apoio para a aprovação dessa medida. Não descansarei enquanto não ver que os policiais civis, militares e bombeiros, de todo o Brasil, estão recebendo um salário digno e condizente com a responsabilidade que

É MENTIRA ! Cabo da PM afirma ser vítima de perseguição devido à participação em protestos

"Cabo da PM é detido por incentivar protestos em Itaperuna". MENTIRA!!! Segundo reportagem publicada no o dia.com, Cabo Hamude, que teve publicada a punição de 30 dias de detenção em abril, só foi detido agora, por conta das recentes manifestações. Li isso no perfil de vários colegas, inclusive no site do SOS PMERJ ( blog genérico ), e não poderia deixar de me manifestar. Vamos aos fatos: O Cabo Hamude, assim como eu e diversos outros Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro, foi punido com 30 dias de detenção, conforme BDR da PM n° 061, de 04 de abril de 2013. Participamos do movimento reIvindicatório pela dignidade salarial e por melhores condições de trabalho da classe. Fomos acusados de liderar uma greve fictícia e punidos com 30 dias de detenção. Eu resolvi cumprir de imediato - não queria adiar mais essa tortura - outros recorreram da decisão e alguns estavam em Licença para Tratamento de Saúde, caso do Cabo Hamude. Com o fim de sua licença e esgotados os recursos, o supracitado Cabo teve de iniciar o cumprimento de seu corretivo que NADA tem haver com a onda de manifestações que tomou conta do país! Então, diante do acima exposto deixo a pergunta: qual o objetivo em manipular o motivo do início do cumprimento da detenção do Cabo Hamude?!? Cada vez mais decepcionada com o rumo que estão dando para determinadas questões!!!  Vivian Sanches

leia a reportagem do Jornal  O Dia AQUI

COMUNICADO DO BOPE


DOMINGO, EU VOU AO MARACANÃ !


A segurança na final da Copa das Confederações, neste domingo, às 19h, no Maracanã, será feita por seis mil policiais, distribuídos no interior do Maracanã, no entorno do estádio e no controle de acesso dos torcedores. Cem viaturas darão apoio ao esquema.
Os policiais vão atuar com pontos de bloqueio ao estádio, no controle de chegada dos torcedores, onde só terá acesso quem tiver ingresso.
Haverá também reforço nos hotéis onde as delegações se concentram para o jogo, no deslocamento das seleções, em aeroportos, pontos turísticos e locais previstos para a concentração de manifestantes.
Toda a região metropolitana também receberá reforço no policiamento.

EVENTO CANCELADO - REINTEGRAÇÃO DOS BOMBEIROS EXCLUÍDOS


# EVENTO CANCELADO#

Policial é baleado em Oswaldo Cruz. Um dos criminosos é preso

Um policial do 6º BPM (Tijuca) foi baleado na madrugada deste sábado, numa tentativa de assalto, em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. Ele foi ferido na costela, mas passa bem. A assessoria da corporação não informou o nome da vítima.
O agente dirigia seu corsa Sedan pelo bairro quando foi abordado por dois criminosos. Houve troca de tiros e um deles, identificado como Wagner Antônio Souza Santos, de 32 anos, foi preso. O outro homem, identificado apenas como Junior, conseguiu fugir.
O veículo foi localizado na rua Capitão Antônio Avelino, na altura do número 54. O caso foi encaminhado para a 28ª DP (Campinho).

sexta-feira, 28 de junho de 2013

PM do Rio compra gás lacrimogêneo sem licitação, diz deputado

O governo do estado do Rio de Janeiro realizou uma compra emergencial de gás lacrimogêneo durante as manifestações das últimas duas semanas. O valor da compra, que dispensa licitação, foi de R$ 1,6 milhão. A informação é do deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB).
“Imagino que o governo não estivesse preparado para as manifestações que ocorreram e teve que realizar a compra”, afirmou o deputado Luiz Paulo (PSDB), que acessou o registro da transação através do Sistema de Integrado de Administração Financeira do estado (Siafem).  
Também relativo ao uso de gás lacrimogêneo, a OAB-RJ recebeu denúncias de que a Polícia Militar fluminense recebeu e usou bombas com gás com concentração maior do que a normalmente utilizada. “Vamos questionar o governo se houve realmente a utilização desse material. Se a resposta não for satisfatória, vamos investigar por conta própria”, afirmou Ronaldo Cramer, vice-presidente da OAB.
O G1 tentou ouvir a Polícia Militar, mas a assessoria de imprensa afirmou desconhecer qualquer informação relativa à compra ou ao uso de equipamento em concentração diferente. A Secretaria de Segurança e o governo do estado disseram que as informações são de responsabilidade da Polícia Militar.

BAHIA - PM usa agentes infiltrados para monitorar protestos, diz capitão

 
Policiais militares da Bahia se infiltraram nas redes sociais depois das manifestações nacionais nas últimas semanas e participam clandestinamente de reuniões dos grupos que organizaram as passeatas para filmar e fotografar pessoas identificadas como “lideranças”. A revelação foi feita em entrevista à Agência Pública por um capitão há duas semanas na Academia da PM, onde acontecem os cursos de formação para policiais civis e militares para a Copa de 2014. Embora afirme considerar esse tipo de operação “normal”, o oficial pediu para que seu nome não fosse revelado por temer punições do comando da corporação. Segundo o capitão, o acompanhamento dos movimentos pela Coordenadoria de Missões Especiais (CME), a central de inteligência da PM-BA começou a ser realizado antes mesmo do primeiro protesto em Salvador, no dia 17 de junho. O serviço passou a vigiar a troca de informações pelo Twitter e Facebook. Agentes criaram perfis falsos e se inseriram em comunidades com objetivo de obter informações sobre os eventos marcados, os locais das reuniões preparatórias, o trajeto das passeatas e para identificar os possíveis líderes. “A gente busca saber quem é o líder, porque se ele for neutralizado o movimento perde a cabeça. Isso é estratégia militar para qualquer situação do gênero: a gente identifica para ter noção de espaço, coordenação, de norte”, explica o oficial. Nos protestos recentes, segundo ele, os líderes não se apresentam, o que dificulta a atuação da PM. Outros alvos de atenção são definidos através de “bandeiras sociais”, “dos partidos políticos” a que pertencem e pela atitude dos manifestantes, “se as pessoas estão escondendo o rosto, ou se declaradamente se apresentam e como agem”, detalha. Com os dados e fotos levantados pelos infiltrados, um grupo específico de policiais faz a “análise técnica” para planejar as ações na hora do conflito. ele explica: “Hoje no Brasil não existe possibilidade de prisão para averiguação. Então, o que fazemos é dar corda para essas pessoas que identificamos como suspeitas. O infiltrado sugere algo, a liderança não acata, pode também incitar atos. A ideia é esperar que ela cometa ações previstas em lei, como incitação à violência, ou outros atos criminosos, gravar e ter, com isso, respaldo jurídico para a sua responsabilização”, afirma o capitão.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Helicóptero policial filma ação de traficantes em confronto na Maré

Agente do GAM da Polícia Militar registraram a movimentação de traficantes armados na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, na noite em que ocorreu um intenso confronto contra o Bope.

Descanse em paz GUERREIRO!

Bandidos atacam ônibus da Seap para resgatar presos em Niterói

Um grupo de homens armados entrou em confronto com agentes penitenciários após uma tentativa de resgate, na noite de terça-feira (26), na Alameda São Boaventura, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Os criminosos, que levavam fuzis, atacaram um ônibus da Seap (Secretaria de Administração Penitenciária), que transportava 20 detentos do fórum de São Gonçalo ao Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio.
Após a troca de tiros, o grupo armado fugiu sem resgatar ninguém. Não houve registro de feridos.

Excesso não é a lógica da polícia’, diz secretário de Segurança sobre denúncias de abusos na Nova Holanda

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, defendeu, em entrevista à Rádio CBN, na manhã desta quarta-feira, a apuração das denúncias de possíveis excessos cometidos pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) durante operação na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, que terminou com nove mortes. Ao mesmo tempo, ele disse que a morte do segundo sargento do Bope Ednelson Jeronimo dos Santos Silva, de 42 anos, também deve ser investigada.
- Essas coisas têm que ser apurada. Especulação não faz bem a ninguém. Temos aqui mais de 1,5 mil policiais expulsos. Isso não é problema e se tiver que expulsar mais, vamos expulsar. Assim como temos que apurar os excessos, temos que apurar quem matou o sargento. Infelizmente o Rio de Janeiro vivia em alguns lugares a lógica da guerra, que não é mais a lógica da polícia - afirmou Beltrame.
Segundo o secretário, hoje a cidade vive dois momentos:
- Áreas pacificadas, onde isso não acontece mais, e, infelizmente, lugares onde a lógica da guerra ainda acontece. O que aconteceu na Maré acontecia na Mangueira, na Cidade de Deus, na Vila Cruzeiro, no Alemão, na babilônia, no Chapéu Mangueira. Infelizmente a Maré ainda é um lugar desses. O que tivemos lá foi uma ação de traficantes contra a polícia. Não tem nada a ver com a manifestação.
De acordo com Beltrame, a polícia que cuidava da manifestação era o batalhão convencional e a tropa de Choque, inclusive, com equipamentos somente para desobstruir vias.
- Tanto é que quando houve os tiros de dentro da Nova Holanda, o grupamento especial teve que agir. O estado foi atacado. Infelizmente é o que o Rio, há muitos anos, recorrentemente assistia. Nossa política está muito clara, reduziu-se o auto de resistência drasticamente, reduziu-se homicídios drasticamente, retirada, inclusive, de equipamentos letais de alguns batalhões. Quando o estado for atacado, vamos optar por agir e não optar por nos omitir - acrescentou.
O secretário disse ainda que desconhece o uso de facas nas mortes ocorridas na Nova Holanda, conforme denunciou moradores da região. Eles afirmaram que policiais do Bope teriam usado esse tipo de arma para torturar as vítimas:
- Ao que sei, preliminarmente, não há, pelo menos até agora, esse tipo de notícia. Não fui informado disso. Mas vamos apurar e ser transparentes.
Segundo Beltrame, a situação na Nova Holanda é tranquila na manhã desta quarta-feira.
- A polícia está nas imediações. Vamos continuar a observar para ver se há necessidade ou não de se tomar outra medida - disse o secretário.

Polícia do CE entrará em protesto e convoca PMs de todo o país para mudar imagem truculenta



O presidente da ACSMCE, Flávio Sabino, convocou os policiais de todo o país para mudarem a imagem de truculência que estão sustentando. Segundo ele, 98% dos soldados é a favor das manifestações que se espalharam por todo o país, mas acabam sendo obrigados a oprimi-las por ordens superiores.
"Qual é a polícia que está sendo vista pela sociedade? A polícia truculenta, que bate e traz a repressão. Mas nós sabemos que ali a grande maioria dos policiais não faz isso de coração, são imposto diante do militarismo a esse tipo de repressão ou desserviço em favor da sociedade e em favor do governo. Recebem ordem arbitrárias de seus comandantes", disse Sabino.
"A sociedade só enxerga a polícia que solta bomba, gás e que corre atrás de manifestantes que estão lutando por direito de todos os cidadãos. Está na hora de a gente se engajar e virar o jogo. Quem não participa da luta, não participa das conquistas", completou.
A Polícia Militar do Ceará chegou a pensar em entrar nos protestos antes do jogo entre Brasil e México, que aconteceu na última quarta-feira também na capital cearense. Uma parte aderiu à manifestação, mas a maioria ds PMs recuou por medo de punição administrativa e houve confronto com manifestantes. A ACSMEC admitiu à reportagem que há policiais infiltrados nas manifestações e o PM que for pego em meio ao protesto pode ser punido.
Desta vez, porém, a participação está confirmada. O objetivo é incluir o tema segurança pública nas pautas das manifestações. "Participei de uma reunião com o pessoal que está a frente do movimento e pude perceber que nenhuma pauta está voltada para a questão da segurança pública. Elas são voltadas para a educação, para a redução do passe livre, para a saúde... Mas por que é voltada para isso? Porque está no perfil de quem está manifestando. Não tem nada para a segurança pública porque os militares não estão participando", explica Sabino.
Além da ACSMEC, mais três presidentes de associações estão confirmados no protesto de quinta-feira: Associação dos Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará (Aspramece), Associação dos Profissionais de Segurança Pública do Estado do Ceará (Aprospec) e Associação das Esposas dos Praças do Estado do Ceará (Assepec).

terça-feira, 25 de junho de 2013

Sargento do Bope morre em ação na Favela Nova Holanda

Um sargento do Batalhão de Operações Especiais (Bope) morreu em um confronto nesta segunda-feira (24) no Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, durante uma operação em busca de suspeitos que fizeram um arrastão na Avenida Brasil após o fim de um protesto em Bonsucesso, no Subúrbio da cidade. A informação foi confirmada pela polícia no local.
Os criminosos roubaram pedestres em passarelas e pontos de ônibus. Foram detidos 23 suspeitos, mas apenas três ficaram presos porque, segundo a Polícia Civil, a PM não conseguiu especificar que crime os outros tinham cometido.
O Bope foi atrás dos suspeitos em uma operação na Favela Nova Holanda, no Conjunto de Favelas da Maré. De acordo com o comandante do 22º BPM (Maré), Rodrigo Sanglard, as informações apontavam que os criminosos que provocaram momentos de pânico e terror na Avenida Brasil são da Nova Holanda, Vila do João e Baixa do Sapateiro. A PM explicou que os assaltantes se aproveitaram da manifestação ocorrida mais cedo, na Praça das Nações, em Bonsucesso, para praticar os delitos nas passarelas e nas calçadas.
Além do sargento morto, um outro policial do 22º BPM teve o maxilar quebrado após ser atingido por uma pedrada no confronto na Avenida Brasil. Dezesseis homens foram detidos, e dois menores apreendidos.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Confronto entre PMs e bandidos no Alemão deixa policial ferido

Bandidos com camisetas na cabeça invadiram a manifestação em que cerca de 300 pessoas estavam presentes, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e promoveram momentos de terror na Praça das Nações e na Avenida Brasil. Dezenas deles tentaram fechar a via e assaltaram diversas pessoas na região.
O corre-corre começou por volta das 20h15, quando os criminosos chegaram à praça munidos de paus, pedras e bombas caseiras. Uma tropa do 22º BPM (Maré) e PMs do Batalhão de Choque (BPChq) revidaram a ação com bombas de efeito moral e balas de borracha. Logo após, os bandidos ateram fogo a montes de lixo e ocuparam uma das pistas da Brasil para assaltar os motoristas, mas foram impedidos pelos PMs. 
Após o arrastão, o grupo seguiu em direção à Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré. Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foram acionados e, com um blindado, entraram na comunidade. Houve troca de tiros, mas ainda não há informações sobre feridos. No confronto, o soldado Ignácio foi ferido por estilhaços na perna esquerda.
Segundo a PM, cerca de 20 suspeitos foram detidos. Três delas prestaram depoimento na 21ª DP (Bonsucesso). Muitas pessoas que moram na Nova Holanda não conseguiram voltar pra casa e permanecem nos acessos à comunidade.
A manifestação transcorria pacífica desde às 13h desta segunda-feira. Os presentes, a maioria jovens, gritavam palavras de ordem no local e ergueram cartazes. Houve um princípio de tumulto quando um deles soltou um rojão no local, que foi rapidamente contornado.

DEPOIMENTO SURPREENDENTE DO PM QUE FOI AGREDIDO NO RIO DE JANEIRO

PM é baleado após ataque à UPP de Manguinhos

Policiais militares reforçam a segurança na Favela de Manguinhos, na Zona Norte,na manhã desta segunda-feira após dois noite de domingo violenta. Dois PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade ficaram feridos em troca de tiros com bandidos. As vítimas foram levadas para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio.
Um deles passou por uma cirurgia e ambos seguem em observação. Segundo nota da PM, eles não correm risco de morte.
Segundo a polícia, militares faziam patrulhamento na localidade conhecida como Coreia, por volta das 23h, quando encontraram criminosos armados em cima de uma laje.

Advogados e estudantes protestam contra 'excessos' da PM no Ceará


Duzentos estudantes de Direito, advogados populares e defensores públicos protestaram na manhã desta segunda-feira (24), na Procuradoria-Geral de Justiça do Ceará, em Fortaleza. Eles saíram em passeata da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC) até a Procuradoria-Geral de Justiça, percorrendo um quilômetro e meio. Eles cobram uma ação do Ministério Público do Estado contra o que eles consideram "excessos" que a Polícia Militar vem cometendo na repressão às manifestações que aconteceram em Fortaleza. A PM afirma estar agindo "em conformidade com a lei". O procurador-geral de Justiça, Alfredo Ricardo de Holanda Machado, recebeu os manifestantes e uma comissão foi formada para tratar das manifestações sociais. Estão reunidos na procuradoria representantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, da Ouvidoria do Estado, do Conselho Estadual de Segurança Pública, da Policia Civil, da Polícia Militar, da Defensoria Pública e do Escritório de Direitos Humanos do Ceará.  A reunião pretende traçar estratégias para prevenir confrontos nas manifestações que estão marcadas para os próximos dias no Ceará. Nos últimos protestos em Fortaleza foram presas mais de 100 pessoas acusadas de vandalismo e desacato à autoridade policial. Em nota, a Polícia Militar afirma que tem "agido de conformidade com a lei, para conter atos de vandalismo e contra a integridade físicas dos policiais". Já a Associação dos Defensores Públicos do Ceará manifestou apoio aos protestos pacíficos. A Ordem dos Advogados do Brasil - secção Ceará (OAB-CE) - se manifesta contra o uso de balas de borracha por parte da PM contra os manifestantes. A OAB reclama também do uso de bombas de efeito moral.

Desmilitarização da Polícia estará na pauta dos protestos no Mineirão na quarta


Manifestantes de Belo Horizonte confirmaram um ato no Mineirão, na próxima quarta-feira (26), e decidiram quatro pautas principais do protesto. A decisão foi tomada em uma assembleia realizada neste domingo (23). Entre elas estará a desmilitarização da polícia, o que pode contribuir com o cenário de conflito entre os dois lados antes da semifinal da Copa das Confederações, entre Brasil e Uruguai. A inclusão do item acirra os ânimos entre manifestantes e oficiais, que entraram em conflito no último sábado (22), antes do jogo entre Japão e Nigéria. Na ocasião, cerca de 100 mil pessoas estavam nas ruas da capital mineira, foram impedidas de chegar até o Mineirão e acabaram entrando em conflito com a polícia. Os manifestantes apontam abuso de força por parte dos oficias que, por sua vez, protestam contra o vandalismo do outro lado. Nesta segunda, a Polícia Militar deu sinais claros de que deve haver conflito antes do jogo do Brasil. "Acabou a ação reativa que a PM estava mantendo até agora. Vamos adotar tolerância zero nos protestos", disse Luiz Alberto, tenente-coronel da PM. O confronto do último sábado deixou marcas em Belo Horizonte. Um dia depois, a cidade ainda apresentava rastos de destruição em ruas da região central, onde ocorreu o confronto com a Força Nacional. O grupo partirá da Praça Sete de Setembro às 12h e vai até o estádio Mineirão. As propostas do protesto são, além da desmilitarização da PM, a suspensão da Lei Geral da Copa, o estabelecimento de um piso nacional de salários para professores da rede estadual e a redução da tarifa do transporte público em Belo Horizonte.

domingo, 23 de junho de 2013

Polícia Militar do Rio adquire caminhão tanque para dispersar manifestantes




A Polícia Militar do Rio conta com uma nova arma para dispersar manifestações: um caminhão-tanque com jato d'água de alta pressão. Quem estava no Centro da cidade, neste sábado, pode ver o veículo, escoltado por quatro motocicletas, indo para a sede do Batalhão de Choque, na Cidade Nova.
O objetivo é usar o caminhão - equipado com uma mangueira e um tanque semelhante a carros-pipa - em vez das balas de borracha, que oferecem risco à vida dos manifestantes. Após críticas da Anistia Internacional e da má repercussão provocada pela divulgação das imagens de jornalistas e manifestantes baleados.

Justiça nega pedido de prisão de acusados de depredar Alerj

Com base em imagens registradas em frente ao prédio da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) a 5ª DP (Mem de Sá) solicitou à Justiça, na noite desta sexta-feira (21),  a prisão temporária de cinco homens que aparecem em atitudes criminosas durante a manifestação. O pedido, no entanto, foi negado pelo juízo do plantão judiciário. 
Em sequência de fotos e frames de vídeos, um deles aparece tentando quebrar a janela do prédio da Alerj com uma cadeira; outro com um coco na mão integrando o grupo que agrediu um policial militar; o terceiro pichando a parede da Casa e outros dois  insuflando os vândalos, com garrafa e coco nas mãos. 
O pedido de prisão de cinco dias pelos crimes de dano ao patrimônio e formação de quadrilha foi feito, conforme prevê a legislação, ressaltando as características físicas dos acusados, além das imagens que mostram a conduta criminosa.
A Polícia Civil continua analisando imagens registradas durante todos os atos. Caso as prisões fossem concedidas, as imagens seriam incluídas no Disque-Denúncia para que a população colaborasse com a identificação dos cinco homens.

Ministério Público vai investigar abusos da PM durante manifestações

O Ministério Público do Estado vai analisar se a Polícia Militar (23) cometeu abusos ao coibir os protestos realizados na última quinta-feira (20), no Rio. O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), encaminhou ao procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira, filmagens realizadas pelos próprios manifestantes.
Marfan ainda não assistiu aos vídeos, recebidos no início da noite da última sexta-feira (21). Ele explicou que, na próxima segunda-feira (24), encaminhará o material à 1ª Central de Inquéritos do MP e à Auditoria Militar.
- Os processos podem correr paralelamente. Eles podem responder por crimes na justiça comum e por crimes previstos pelo código militar - explicou.
Num dos 23 vídeos - todos postados em redes sociais, como Facebook e Youtube - policiais lançam bombas de gás lacrimogêneo numa rua da Lapa repleta de bares, onde os clientes sequer protestavam. Com a aproximação da PM, eles foram obrigados a fugir. Em outro caso, um manifestante discute com um policial e recebe um jato de spray de pimenta. Outros são alvos de violência mesmo estando sentados ou com as mãos erguidas.
O professor de História Paulo Sérgio Carvalho, de 24 anos, foi uma das vítimas. Após ter ajudado a impedir a invasão do prédio dos Correios, na Presidente Vargas, Paulo foi para o ponto de ônibus na Lapa, próximo aos arcos. Lá, ele foi alvo de um policial do Batalhão de Choque, que atirou uma bomba de efeito moral contra o professor e as pessoas que estavam no ponto.
- A bomba bateu no chão e depois na minha cabeça. Eu não acreditei no que tinha acontecido. Não senti dor, apenas uma dormência. Fui para o outro lado da rua e, quando eu vi que estava sangrando, pedi ajuda a um outro policial. Ele não me ajudou e disse "você está aqui porque quer" - relatou Paulo, que levou 15 pontos na orelha esquerda e ainda usa um tampão.
Marcelo Freixo criticou os policiais que agiram de forma violenta. - Uma coisa é o enfrentamento ao dano ao patrimônio, a outra é o enfrentamento a quem foi pacificamente se manifestar. Foi um enfrentamento à cidadania. Quem estava num bar na Lapa não estava destruindo a cidade - argumentou.
Confira alguns vídeos:
Manifestantes fogem da polícia em direção à Praça Mauá.
Polícia lança bombas na entrada da estação de metrô Carioca.
Manifestantes ajoelham diante de blindado da PM.
PM lança bombas após ser vaiada na Lapa.
Clientes de bares são atacados na Lapa.
Policial lança spray de pimenta num homem com quem discutia.
PM dispara contra manifestantes que estavam com as mãos erguidas.
Manifestantes são alvo de bombas na Avenida Presidente Vargas.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

TIRE O SEU DA RETA



MPRJ instaura procedimentos para investigar atuação da PM

A 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar instaurou, nesta quinta-feira (20/06), inquérito para apurar eventuais abusos praticados por policiais militares, principalmente do Batalhão de Choque, durante as manifestações realizadas no Centro da cidade.

O promotor Paulo Roberto Melo Cunha Júnior aguarda o relatório da atuação do batalhão nas manifestações, solicitado ao subcomandante, major Adriano Rodrigues, em reunião realizada no início desta semana. O material deverá conter detalhes sobre o uso de armas não letais, como gás lacrimogêneo e balas de borracha.

Nesta quinta-feira, uma comitiva composta pelos promotores Gláucia Santana e Rogério Pacheco, das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania; e Patrícia Mothé Glioche, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos, esteve na Escola Nacional de Direito, próxima ao Campo de Santana; no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, no Largo de São Francisco, ambos da UFRJ; e no Hospital Souza Aguiar para checar supostas violações dos direitos humanos e assegurar a integridade física dos manifestantes que se refugiaram nas dependências universitárias.

Os promotores orientam as pessoas que tenham imagens de abusos ou que possam identificar os envolvidos nos atos de vandalismo a entrarem em contato com a Ouvidoria do MPRJ pelo telefone 127 ou pela internet (www.mp.rj.gov.br).

MP requer explicações sobre conduta dos policiais ao comando da PM

Nesta sexta-feira (21/06), a 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania instaurou inquérito para apurar emprego excessivo de força pela PM em protesto realizado nas imediações do Maracanã, no último dia 16.

O procedimento da Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania apura quais são as diretrizes da política de segurança adotadas pela Secretaria de Segurança do Estado (SESEG/RJ), pelas unidades especiais da PM - Batalhão de Choque, Batalhão de Operações Especiais, Batalhão de Ação com Cães, Regimento de Polícia Montada e Grupamento Especial de Policiamento em Estádios - e pelas unidades convencionais.

O inquérito civil requer que o Comando Geral da PM esclareça, em 20 dias, as estratégias e regulamentos utilizados pela corporação para as operações de controle de distúrbios civis; a atuação da corporação e de seus organismos, especificamente nas manifestações populares recentemente ocorridas na cidade; e a existência de normatização sobre a utilização de armas não letais como gás de pimenta, gás lacrimogêneo, armas de choque, balas de borracha e o bastão policial.

Além disso, o MPRJ irá notificar o comandante geral da PMERJ e os comandantes dos respectivos batalhões, além dos responsáveis pelo 5º BPM (Praça da Harmonia) e 6º BPM (Tijuca), para comparecerem a uma reunião, nos próximos dias, na 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania da Comarca da Capital. O objetivo do encontro é esclarecer as medidas tomadas para planejar e executar ações de acompanhamento e controle de manifestações populares e de distúrbios civis no Rio de Janeiro.

Ministério Público investiga denúncia de abusos praticados por policiais militares durante protestos no Rio

A 2ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar instaurou inquéritos para apurar as denúncias de abusos cometidos por policiais militares - principalmente do Batalhão de Polícia de Choque durante as manifestações ocorridas no Centro do Rio e também no entorno do Maracanã. O promotor Paulo Roberto Melo Cunha Júnior já pediu ao subcomandante do BPChq um relatório da atuação das equipes durante os protestos. O material deverá conter detalhes sobre o uso de armas não letais, como gás lacrimogêneo e balas de borracha.
O inquérito pede que o comando geral da PM informe, em 20 dias, as estratégias e regulamentos usados pela corporação para as operações de controle de distúrbios civis. O PM deverá esclarecer ainda como foi sua atuação especificamente nas manifestações ocorridas nas duas últimas semanas e também se existe uma norma sobre a utilização de armas não letais como gás de pimenta, gás lacrimogêneo, armas de choque, balas de borracha e o bastão policial.
Além disso, o Ministério Público (MP) notificará o comandante geral da PM, coronel Erir  e comandantes de batalhões que atuaram nos protestos para comparecerem a uma reunião, nos próximos dias, para esclarecer as medidas tomadas para planejar e executar ações de acompanhamento e controle de manifestações populares e de distúrbios civis no Rio.
Nesta quinta-feira, uma comitiva composta pelos promotores Gláucia Santana e Rogério Pacheco, das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania; e Patrícia Mothé Glioche, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos, esteve na Escola Nacional de Direito, próxima ao Campo de Santana; no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, no Largo de São Francisco, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e no Hospital Souza Aguiar para checar supostas violações dos direitos humanos. Eles também asseguraram a integridade física dos manifestantes que se refugiaram nas dependências universitárias.
Os promotores orientam as pessoas que tenham imagens de abusos ou que possam identificar os envolvidos nos atos de vandalismo a entrarem em contato com a Ouvidoria do MP pelo telefone 127 ou pela internet (www.mp.rj.gov.br).



Todos os excessos da PM serão investigados por procedimentos internos da corporação

Em coletiva, na Secretaria de Segurança, na manhã desta sexta-feira, o secretário José Mariano Beltrame admitiu que a Polícia Militar não conseguiu controlar os manifestantes durante protesto no Centro do Rio.
- O que posso dizer é que a ação de ontem foi complexa. Nao foi cotidiana. A que se separar a seguranca publica cotidiana com o que aconteceu ontem. Tivemos situações que nao conseguimos controlar. Se conseguíssemos o Rio nao amanheceria como amanheceu - disse o secretário.
O secretário também garantiu que todos os excessos da PM serão investigados por procedimentos internos da corporação. A Corregedoria irá apurar os vídeos postados na internet e as imagens feitas pelos próprios policiais. Beltrame ainda informou que homens do Exército estão de prontidão para serem acionados para reforço, a qualquer momento:

"Abandonar as cabines de rua!"

"Abandonar as cabines de rua!". A ordem durante o confronto que transformou o Centro do Rio em uma praça de guerra, depois da manifestação pela melhora dos serviços públicos e de investimentos nas áreas de Saúde e Educação, que reuniu cerca de 300 mil pessoas, foi dada, por medida de segurança, pelo Comando-Geral da PM aos praças que estavam de serviço nos compartimentos da corporação na região.
A informação foi confirmada por vários policiais que reforçaram o policiamento na região. Quatro guaritas foram destruídas a pedradas ou incendiadas. O saldo até a meia-noite era de 62 feridos atendidos no Hospital Municipal Souza Aguair, também no Centro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Um PM que estava na cabine da Lapa, na esquina das ruas Teixeira de Freitas e Morais e Vale, contou que ele e um colega só tiveram tempo de tirar o rádio de comunicação da guarita. A ordem do comando da corporação era que os policiais se refugiassem no Quartel-General, na Rua Evaristo da Veiga. Os manifestantes radicais destruíram os vidros do compartimento e o ar condicionado.
Na Cinelândia, em frente ao Cine Odeon, há 500 metros da Lapa, uma cabine foi destruída e queimada. A saída de deficientes físicos do Metrô, que fica ao lado, foi apedrejada. A porta de vidro de uma agência do Citybank, do outro lado da Avenida Rio Branco, foi estilhaçada.
Na Avenida Chile, vândalos atingiram um outro compartimento da PM com um coquetel molotov. Eles também destruíram os vidro de um abrigo de ônibus que fica em frente. Outra guarita que ficou completamente destruída fica em frente à Central do Brasil. Durante a madrugada, ainda saia fumaça do que sobrou da cabine.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Ex-comandante da PM é suspeito de ligação com morte de juíza

JORNAL O DIA
 Secretário de Ordem Pública de Niterói, coronel Marcus Jardim, e o secretário de Políticas de Segurança de Duque de Caxias, Mário Sérgio Duarte
Ex-comandante da PM, o secretário de Políticas de Segurança de Duque de Caxias, Mário Sérgio Duarte, e cinco oficiais serão investigados por suspeita de envolvimento no assassinato da juíza Patrícia Acioli — morta com 21 tiros, em Niterói, em agosto de 2011. A determinação de abertura de Inquérito Policial Militar (IPM) foi feita pelo Ministério Público, que atua junto à Auditoria de Justiça Militar. Mário Sérgio pediu exoneração do cargo após o crime contra a magistrada.

No documento enviado à Corregedoria da PM, há ainda o pedido de investigação sobre a ligação do secretário de Ordem Pública de Niterói, coronel Marcus Jardim, com o jogo do bicho, aliado a outros sete oficiais que atuaram no 7ª BPM (São Gonçalo) — entre eles o tenente-coronel Claudio Luiz de Oliveira, ex-comandante da unidade, e o tenente Daniel Benitez — presos em unidades federais de Roraima e Mato Grosso do Sul, respectivamente, acusados da morte. 

CARTA ANÔNIMA
Uma carta anônima, encaminhada ao Ministério Público em agosto de 2012, é a base da abertura do IPM. Nela, é citado que Mário Sérgio, que nomeou Claudio para o 7º BPM, teria dívida com o oficial e relembra que o então comandante geral retirou a escolta da magistrada. À época, foi publicado no boletim interno da corporação que só Mário Sérgio poderia transferir novamente os três policiais. “A juíza não tinha escolta. Eles estavam ferindo o convênio com o Tribunal de Justiça, que era de fazer a segurança do Fórum de São Gonçalo”, afirmou Mário Sérgio.

O coronel argumenta que a magistrada não reclamou sobre a transferência dos militares.
Segundo o ex-comandante da PM, é a segunda vez que o Ministério Público pede investigação sobre ele com relação ao caso Patrícia. “Há um ano, dei todas as explicações em sindicância, arquivada. O material foi para a 3ª Vara Criminal de Niterói, onde tramita o processo sobre a morte”, alegou Mário Sérgio. Ele é testemunha de defesa do coronel Claudio. Na Justiça, 11 PMs respondem pelo crime, com cinco condenados. 

Jardim nega ter recebido dinheiro
De acordo com denúncia feita na carta anônima, os policiais do 7º BPM (São Gonçalo) receberiam até R$ 80 mil do jogo do bicho. Parte do dinheiro iria para o então comandante do 1º Comando de Policiamento de Área, coronel Marcus Jardim. “Nunca recebi dinheiro do bicho”, reagiu.
Jardim lembrou que ele foi excluído de investigação feita por Patrícia Acioli sobre o envolvimento de PMs com a contravenção . “Ela disse, na minha casa, que eu e dois coronéis éramos os únicos que não tinham ligação com o bicho. Essa denúncia é mentira”, protestou. Na Justiça, Jardim é testemunha de defesa do tenente-coronel Claudio.

Extorsões e orgias
Os cinco oficiais que serão investigados pela morte da juíza eram da equipe do tenente-coronel Claudio de Oliveira. O grupo é suspeito de envolvimento com o jogo do bicho. Segundo a denúncia, eles seriam suspeitos de extorquir dinheiro de comerciantes e de participar de orgias em casas noturnas de São Gonçalo.

Um deles é o major Rodrigo Bezerra, que chefiou o Serviço Reservado do 7º BPM e era braço direito de Claudio. Bezerra teve a prisão decreta por Patrícia Acioli, que era titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, em janeiro de 2011. Ele e outros quatro policiais foram presos acusados de matar George Silvestre, 17 anos.

Bezerra é testemunha de defesa de Claudio. As investigações sobre o assassinato revelaram que a juíza foi morta por combater autos de resistência — mortes em supostos confrontos com a PM — que eram forjados pelos PMs do 7º BPM.

‘Ele reclamava da segurança’, diz mulher de agente do Desipe morto

“Meu marido trabalhava há dez anos como agente penitenciário e sempre dizia que faltava segurança na hora do transporte dos presos. Ele sempre dizia que precisava de um reforço na equipe de transferência”, denunciou. O enterro será na sexta-feira, às 9h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência. 
De acordo com um agente penitenciário que participou da troca de tiros, dois fuzis usados por eles falharam na hora do confronto.
 “Um dos fuzis deu apenas dois tiros e o outro simplesmente não disparou. É impressionante, mas os bandidos têm armas mais eficientes e em melhores condições que as nossas. Uma equipe do batalhão de São Gonçalo apareceu para dar apoio, caso contrário eles teriam conseguido resgatar os presos”, lamentou.
O delegado da especializada, Wellington Vieira, recebeu as informações repassadas pelos agentes da 73ª DP (Neves), onde o caso foi inicialmente registrado, e, ontem mesmo, seguiu para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O titular informou que iria ouvir os detentos que estavam sendo transferidos. 
“Quero ouvir um por um, saber quem são, quantos são, o que cada um faz dentro de sua facção. Qual o peso de cada um nelas? Ao que parece eles queriam resgatar o Dodô, mas tenho que saber quem arquitetou isso para ele aqui fora”, disse.
Feridos - Além da morte do agente Antonio Pereira, outras pessoas ficaram feridas no confronto. Um deles foi o detento Fábio Batista Gomes, que foi baleado na perna e nas nádegas. Os outros foram o motorista, de 47 anos, de uma Van que passava pelo local e o ajudante de um dos caminhões roubados e usados para bloquear a pista da rodovia. Todos foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca. A secretaria de Saúde informou, em nota, que todos os pacientes deram entrada na emergência, foram avaliados, medicados e já receberam alta médica.
Lindomar de Oliveira, o Dodô, é apontado pela polícia como um dos líderes do tráfico no Complexo da Reta, em Venda das Pedras, Itaboraí.

Viatura da Polícia Militar capota no Catumbi

Um carro da Polícia Militar capotou, no início da madrugada deste domingo, na Rua Itapiru, próximo ao Catumbi, Zona Norte do Rio. O veículo levava policiais que dariam reforço em uma troca de tiros entre policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do São Carlos e traficantes no Morro do Querosene, no Rio Comprido. O carro, do modelo Renault Logan, ficou de cabeça para baixo e com a frente destruída. No acidente, um policial que estava no veículo ficou ferido e foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM).
No confronto no Morro do Querosene, um homem, identificado como Anderson dos Santos Moura, o 'Brinquinho', de 29 anos, foi morto. Com ele, a PM apreendeu uma pistola calibre 9 mm e um carregador com munições. Segundo os policiais, Brinquinho seria um dos chefes do tráfico de drogas no Complexo de São Carlos e tinha ligação com o traficante Nem da Rocinha, preso desde novembro de 2011. Ele foi levado para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Um segundo homem, que estaria armado com um fuzil AK47, teria sido baleado e fugido após o tiroteio. Policiais da UPP e do 4º BPM (São Cristóvão) fizeram buscas em hospitais da região para tentar localizá-lo. De acordo com a Polícia Militar, houve uma outra troca de tiros entre policiais e traficantes também na comunidade do Querosene na madrugada deste domingo. No confronto, ninguém ficou ferido e os traficantes conseguiram fugir. Todos os casos foram registrados na 17ª DP (São Cristovão).

PM usa bombas de gás e spray para coibir protesto

 Policiais do Batalhão de Choque da Policia Militar lançaram hoje  bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta para impedir o avanço de uma manifestação organizada por meio de redes sociais. O protesto reuniu, segundo cálculos de policiais militares, cerca de 500 pessoas próximo ao Estádio Maracanã , onde foi  disputada a partida entre o México e a Itália pela Copa  das Confederações

Nova Iguaçu precisa de 600 policiais

Seiscentos é o número mínimo de policiais militares necessário para a criação do Batalhão da PM em Nova Iguaçu, informa o comandante do 3º Comando de Policiamento de Área (CPA) da Baixada Fluminense, coronel Cláudio Lima Freire.
Em entrevista ao DIA, o comandante, que assumiu no dia 24 de março, explica que o novo batalhão vai beneficiar, além dos iguaçuanos, as populações de Mesquita e Nilópolis, desde que o número de policiais do 20º BPM (Mesquita) não seja reduzido.
Coronel Cláudio Lima Freire reconhece que o número de policiais é insuficiente
“Seiscentos é um número dentro da normalidade. Os 637 PMs do 20º BPM poderiam fazer um serviço de melhor qualidade em Mesquita e em Nilópolis”, explica.
Ex-coordenador operacional das Unidades de Polícia Pacificadora, o coronel afirma que há projetos para a instalação de UPPs na Baixada, Mas diz acredita que essa não é a única solução para reduzir a criminalidade.
Ele cita o exemplo da favela da Chatuba, que ganhou uma companhia destacada. “O poder paralelo não existe mais lá. O território é do cidadão”, garante o comandante.
Esta não será a primeira experiência do coronel Lima Freire na Baixada. Ele comandou o 39º BPM (Belford Roxo) e, como conhece a região, afirma que sabe das necessidades de cada batalhão.
Ao assumir o comando do 3º CPA, uma de suas primeiras medidas foi a troca nos comandos dos batalhões de Queimados e de Caxias entre os tenentes coronéis Ranulpho Brandão e Maurício Faria da Silva.
“Brandão foi capitão e major em Caxias por quase seis anos. E é mais fácil usar um profissional que já conhece a área”, justifica Lima Freire.
Outra medida tomada, foi o aumento, em São João de Meriti, do número de policiais no Regime Adicional de Serviço (RAS), que estende o horário de trabalho. “Passamos de 57 para 80 policiais”.
Coronel nega migração de traficantes
Desde a instalação das primeiras UPPs no Rio de Janeiro, há quem afirme que bandidos de lá tenham nas cidades da Baixada seus principais refúgios. O comandante Lima Freire nega e diz que é preciso analisar os dados com frieza.
“Só posso falar em migração quando prender 100 bandidos na Baixada e metade for do Rio. Não há essa estatística qualitativa. A grande maioria dos presos nos 13 municípios é da região”, afirma o coronel.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dodô, preso que seria resgatado na Niterói-Manilha, sabia da ação e brigou para ficar na porta de carro da Seap


A Polícia Civil já tem certeza de que a ação frustrada de 20 bandidos, na última quarta-feira, na Niterói-Manilha, tinha o objetivo de resgatar o traficante Lindomar de Oliveira Brant, o Dodô, de 38 anos, que mesmo preso desde 2004 continua a comandar o tráfico de drogas na favela Reta Velha, em Itaboraí. Em depoimento à polícia, os presos que estavam no veículo da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) relataram que o criminoso brigou e insistiu para sentar na porta do carro. A tentativa de resgate terminou com um agente penitenciário morto.
- Esse é o detalhe mais importante. Dá certeza de que o objetivo era resgatar o Dodô. Ele sabia da ação e tinha motivos de sobra para fugir, porque foi condenado recentemente a mais 41 anos de prisão - afirmou o delegado Wellington Pereira Vieira, da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, responsável pelas investigações do ataque.
Ainda de acordo com o delegado, Dodô é um dos homens fortes da maior facção criminosa do Rio e já foi condenado a mais de 80 anos de prisão por crimes como tráfico de drogas, formação de quadrilha e roubo.
Vieira trabalha com a hipótese de que o resgate do criminoso tenha sido executado por outros traficantes da Reta Velha. Robson Luiz Monteiro Martins, o Canela de Vidro, e Bruno Pacheco Lima, o Boldinho - segundo e terceiro homens, respectivamente, na hierarquia do tráfico na favela - são dois dos suspeitos da ação.
Aqueles que forem responsabilizados pelo ataque serão indiciados por 12 tentativas de homicídio, um homicídio e facilitação de fuga. Nos próximos dias, testemunhas serão ouvidas.

POLICIAIS DO INTERIOR DO ESTADO QUE TRABALHAM NA CAPITAL FAZEM SÉRIAS DENÚNCIAS

DENÚNCIA FEITA POR POLICIAIS DO INTERIOR DO ESTADO QUE RECLAMAM DAS PÉSSIMAS CONDIÇÕES E SUSTENTABILIDADE NO TRABALHO DA CAPITAL DO RIO DE JANEIRO.


BAHIA - Um major da PM chama sindicalista de ‘viadinho’ e tenta prendê-lo por desacato após reação

O Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) divulgou um vídeo, nesta sexta-feira (14), com imagens de um tumulto entre um policial militar e um sindicalista. Os grevistas realizavam um piquete na sede da Secretaria Municipal de Gestão (Semge), na tarde de quinta (13). De acordo com a assessoria da entidade de classe, um major da PM, que não teve o nome divulgado, ameaçou prender os diretores do Sindseps Bruno Cruz, Jardel Santos e Francisco Almeida. Segundo Cruz, o oficial teria provocado a confusão no intuito de prender os servidores, mas guardas municipais evitaram a prisão dos grevistas. "Jamais aceitaremos que qualquer um de nós sejamos comparados e tratados como criminosos, pois somos trabalhadores. Falta de respeito e de preparo”, criticou Bruno Cruz.

BAHIA - Prisco rebate 'ataque gratuito' de Alan Sanches e não descarta paralisação de PMs

 As declarações do deputado estadual Alan Sanches  sobre o suposto interesse eleitoral do vereador Marco Prisco (PSDB) à frente da mobilização de policiais militares que prometem deflagrar operação tartaruga durante a Copa das Confederações, tiveram resposta do tucano, que preside a Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (Aspra). Em nota enviada ao BN, o vereador rebateu a afirmação de Sanches de que o movimento dos PMs seria "chantagem", ao lembrar que “os policiais militares estão pagando o transporte público para trabalhar, em média, 20 horas a mais por mês do previsto em lei estadual”. “Acho incoerente falar em chantagem quando nossos policiais, que cuidam da segurança dos soteropolitanos, inclusive da sua, trabalham em cenário caótico como este”, avaliou. Sobre a suposição de que teria interesses eleitorais em liderar o movimento da categoria, Marco Prisco eleva o tom.  "É preciso saber o que é história política e conhecer a realidade da categoria, para opinar em questão tão delicada como segurança pública. Não preciso usar nada, nem ninguém como palanque. Já declarei diversas vezes que não sou político, estou político. Na verdade, sou policial militar de corpo e alma. Não adianta pressão do governo, a luta dos PMs continua", afirma o “vereador soldado”, ao qualificar como “ataque gratuito” as declarações de Alan Sanches a seu respeito. Quanto à operação tartaruga marcada para a próxima terça-feira (18), ele “não descarta” que haja paralisação dos militares. “Quem decide não sou eu, mas a tropa. Esperamos que até o dia 18 tenhamos uma resposta satisfatória do governo do Estado. Acreditamos no diálogo”, conclui o legislador municipal. 

A PM usa a hierarquia para obrigar os policiais a trabalharem numa escala desumana para aumentar o efetivo.

O DIA 
Cerca de 10 mil policiais não poderão participar do aparato de segurança montado pela PM para a Copa das Confederações, competição que começa neste sábado em seis estados.
Afastado por inúmeros motivos, esse grupo ficará longe das ruas, o que vai de encontro ao anúncio feito pela corporação há alguns dias, quando garantiu que empregaria todo o efetivo de 44.371 PMs no esquema — dividido em quatro fases, entre 12 de maio e 13 de julho.
O jornal  O Dia teve acesso a uma planilha com números da corporação. O total de afastamentos — 9.223 policiais — corresponde a 20,5% do efetivo. E ainda há outro dado ‘impressionante’: a assessoria de imprensa da PM afirmou que o total em ação será de 67 mil homens até dia 5 de julho, quando serão empregados 2.600 agentes por dia no Rio.
O aumento é explicado da seguinte maneira: multiplicando os 2.600 policiais por 26 dias de trabalho, período de policiamento especial para a Copa das Confederações.
A quantidade de afastados pode ser maior, porque a lista não inclui PMs cedidos a órgãos como Tribunal de Justiça, Ministério Público, entre outros.
Férias, tratamento de saúde, licenças paternidade e maternidade, luto, licença especial, cursos de aperfeiçoamento são as principais causas que tiram PMs do trabalho.

3.800 de férias
A corporação justificou ainda que o período de férias atinge cerca de 8,33% do efetivo, num total de 3.800 PMs. E completou dizendo que cerca de 5% têm direito à licença especial a cada 10 anos.
Dos quase 45 mil PMs, 22.661 (51%) estão no policiamento ostensivo, e 12.487 (28%), em atividades administrativas. Nos dias de jogos no Maracanã, 550 policiais do chamado ‘batalhão burocrático’ — com policiais que fazem serviços administrativos — farão o policiamento com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e outras unidades.
O ‘batalhão burocrático’ também apoiará o Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) nos pontos turísticos.

Os números da PM impressionaram a deputada estadual Janira Rocha (Psol). “É enganação. Não existe esse contingente de 67 mil. Isso é fraude! A PM usa a hierarquia para obrigar os policiais a trabalharem numa escala desumana para aumentar o efetivo. Isso é assédio moral porque, se o subordinado disser não, vai preso. E mesmo os PMs tendo direito ao afastamento, o número de PMs fora de serviço é grande”.
A escala de trabalho, aliás, é uma das principais reclamações que chegam ao presidente da Associação de Cabos e Soldados Militares, Vanderlei Ribeiro.
“Falta planejamento na PM, por isso não adianta colocar um número grande de policiais nas ruas. Submetem o efetivo ao excesso de trabalho e isso não é produtivo. Dessa forma, ele não vai garantir a segurança e vai acabar se afastando”.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Prefeitura de Itaboraí quer calar a imprensa.


A Prefeitura de Itaboraí tem como Secretario de Defesa Civil o Coronel Ricardo, que tem uma vida nebulosa na Polícia Militar, com promoções esquisitas, políticas. 
Com um ato covarde, como ele fala com as pessoas na rua – covarde! – ele veio a cometer essa atitude lamentável: fez circular uma notificação dizendo que não está autorizada a comercialização do jornal O Itaboraí.
Então, as bancas de jornal que insistirem na comercialização, estarão sujeitas à cassação de suas autorizações para funcionamento, além de outras penalidades. O prefeito da cidade quer calar o jornal, porque esse jornal vem denunciando a corrupção na Prefeitura de Itaboraí, a ladroagem. Esse coronel, que assina esse documento, em vez de estar na Polícia Militar, combatendo os criminosos, aceitou uma boquinha ali, para tomar o dinheiro do povo; esse Coronel Ricardo, esse malandro, vagabundo, deveria estar na Polícia prendendo ladrão e não colocando camelô para correr e fechando o jornal. Você, coronel, tem uma vida nebulosa, precisamos rever suas promoções; você, coronel, que é filho do Vereador, que teve tantos mandatos, e quem respeito muito, o Vereador Neodir, está envergonhando a história do seu pai, e como um pau mandado está tripudiando em cima de profissionais da imprensa.
Um jovem que trabalha no jornal me ligou e me disse que os profissionais das capatazias, que entregam os jornais e revistas nas bancas, falaram que um senhor falou a esses profissionais que em 30 anos em que está à frente da capatazia nunca aconteceu uma situação como essa. O prefeito quer tirar o jornal das bancas para que não mostre a corrupção da Prefeitura de Itaboraí, corrupção como a que vou mostrar para vocês e que ainda não enviei para os jornais e para o Ministério Público, mas vou fazê-lo. Que vergonha o que está sendo feito com o dinheiro público. O Prefeito de Itaboraí está rasgando dinheiro e esta colocando no bolso de muita gente. 
Denúncia do Deputado Altineu  Côrtes 

Flagrante: bonde do tráfico

O bonde do tráfico  formado por seis motos e cinco carros. Armados com fuzis e pistolas, os bandidos apontam as armas e aterrorizam as pessoas nas ruas.


Nem da Rocinha é absolvido em processo por tráfico


Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, foi absolvido no processo que respondia por tráfico de drogas. Ele continua preso para responder acusações de sequestro e cárcere privado, entre outras.
Em agosto do ano passado, Nem já havia sido absolvido no processo que respondia por corrupção ativa, pois o juiz entendeu que as provas obtidas por meio das interceptações telefônicas eram ilegais, que o conjunto de provas era frágil e que o delito de associação não havia sido configurado.
Nem foi preso no dia 10 de novembro de 2011 quando tentava fugir da Rocinha, favela da Zona Sul do Rio na qual comandava o tráfico de drogas.

Tráfico ordena 'luto' por morte de traficante em Niterói


Traficantes da Favela da Nova Brasília, na Engenhoca, Zona Norte de Niterói, ordenaram aos comerciantes da Avenida Professor João Brasil que fechassem as portas de seus estabelecimentos em luto pela morte de Magno Luiz Pinheiro dos Santos, de 20 anos, baleado durante um confronto entre policiais do 12º BPM (Niterói) e criminosos entre a noite da última segunda-feira e a madrugada da última terça-feira.
Internado no Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), no Fonseca, com um tiro na região do peito, o acusado não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo na manhã de quinta-feira

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Tentativa de resgate de presos na Niterói-Manilha deixa um morto e cinco feridos

Um inspetor da Secretaria estadual de Administração Penitenciária morreu e cinco presidiários do Complexo de Gericinó ficaram feridos durante uma intensa troca de tiros ocorrida na noite desta quarta-feira na BR-101 em trecho da Niterói-Manilha, na altura do bairro Gradim, em São Gonçalo. Pelo menos 20 criminosos usaram carros e um caminhão para bloquear a via e tentar resgatar presos que haviam deixado o Fórum de São Gonçalo e seguiam de volta para o complexo penitenciário. Nenhum dos 11 presos foi resgatado.
O inspetor morto com um tiro nas costas foi identificado como Antônio Pereira. Um dos feridos foi atingido nas nádegas. Há suspeitas de que o bando queria resgatar Lindomar Gonçalves, o Dodô, que seria chefe do tráfico de drogas da localidade de Reta Velha, em Itaboraí. Neste momento, agentes da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal fazem buscas para tentar localizar os marginais. Segundo uma fonte na polícia, os presos feridos foram atingidos por tiros disparados pelo bando que fechou a estrada.

Dupla é presa após tentar subornar PMs na Zona Sul

Policiais do 2°BPM (Botafogo) prenderam nesta quarta-feira José Roberto Aragão, de 33 anos, e Francisco Reginaldo da Silva, de 25. Segundo a PM, os dois tentaram se desfazer de um revolver calibre 22, após serem perseguidos por militares em Botafogo, na Zona Sul.
A dupla tentou subornar os PMs para que não fossem levados à delegacia, mas a proposta foi gravada pelos policiais e pela câmera e escuta da viatura. Francisco Reginaldo da Silva já estava respondendo a dois inquéritos por homicídio na 21ª DP (Bonsucesso). A ocorrência foi encaminhada à 12ª DP (Copacabana).

Sinal verde para novo batalhão da PM em Nova Iguaçu


O governador  já aprovou a construção do novo Batalhão da Polícia Militar, que começa a ser construído ainda este ano, no bairro de Marapicu. A boa notícia foi levada na tarde de ontem ao prefeito Nelson Bornier, pelo comandantegeral da PM, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho. A cidade vai ganhar ainda um moderno Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) no bairro da Cerâmica. Erir Ribeiro visitou as duas áreas acompanhado do prefeito Bornier e dos comandantes Lima Freire, da 3ª CPA, e Max Fernandes, do 20º BPM.

Em São Paulo, POLICIAL MILITAR quase foi linchado durante protesto

Manifestação  pela redução dos preços das passagens de ônibus

Policial se distrai e preso escapa na porta da delegacia

Um suspeito, preso em flagrante por tráfico de drogas, conseguiu escapar algemado, na porta da 81ª DP (Itaipu), em Niterói, por volta de 11h desta terça-feira (11), quando saía de uma viatura da polícia. Segundo informou o delegado Gabriel Ferrando, nesta quarta-feira (12), o policial abaixou para pegar um papel que caiu e foi empurrado pelo preso. O agente se desequilibrou e o preso aproveitou para correr para a Comunidade Boa Esperança, que fica próxima à delegacia.
"Ele empreendeu fuga, aproveitando uma situação do policial. Conseguiu empurrá-lo e empreendeu fuga quase que suicida entre os carros. Como próximo à delegacia, há uma comunidade, com a corrida dele, ele conseguiu fugir. Os quatro policiais que estavam no momento, inclusive eu, empreenderam perseguição à pé", explicou Ferrando.
Ainda de acordo com o delegado, foram realizadas buscas nesta terça, em operação que contou com mais de 20 policiais, contudo, ele não havia sido recapturado.
"É uma questão de tempo recepturá-lo. Como há muita mata atrás da comunidade, que tem uma extensão, ele conseguiu se ocultar. Todavida, já estou representando pela prisão preventiva dele, acreditando que nos próximos dias iremos recapturá-lo. As operações não vão parar até a prisão dele", completou Ferrando, que acrescentou que nesta quarta-feira realizará nova busca.

Polícia Militar anuncia ampliação do patrulhamento de bicicleta no Rio

O Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) da Polícia Militar ampliará o número de policiais especializados no patrulhamento sobre duas rodas na cidade do Rio de Janeiro. Com a formatura da terceira turma do Curso de Especialização em Ciclopatrulha, o efetivo de soldados capacitados para atuar, de bicicleta, nos principais pontos da capital passará de 70. Em Niterói, o ciclo patrulhamento foi uma das primeiras medidas de segurança para a cidade anunciadas pelo comandante do 12º (BPM), André Belloni, ao assumir o batalhão há dois meses, mas até o momento a modalidade não foi implantada. Procurado, ele não retornou as ligações feitas para o seu celular.
No rio a meta é equipar todas as áreas turísticas para os grandes eventos. Atualmente, Lapa, Píer Mauá, Paço Imperial, Candelária e as orlas de Ipanema, Leblon, Aterro do Flamengo, Copacabana e Lagoa já contam com o reforço diariamente.
A turma será a primeira formada após a capacitação dos instrutores em um curso especial sobre patrulhamento, realizado em Miami (EUA), no ano passado. A grade curricular foi modificada, passando a contar com primeiros socorros, manutenção, aplicação de defesa e ataque com bicicletas e legislação de trânsito. A fim de aplicar os conhecimentos teóricos, as turmas formadas estagiam em eventos com grande público.
Dez duplas de policiais estiveram presentes na reinauguração do Maracanã, no dia 2. Para a sétima edição do Brasil Offshore, que ocorre esta semana em Macaé, serão deslocados os 14 policias da turma em formação. Além do centro de convenções, a ciclo patrulha cobrirá os eventos culturais noturnos, na orla da cidade.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Diretor do Jornal Hora H é morto com 44 tiros em Nova Iguaçu


José Roberto Ornelas de Lemos, de 45 anos, diretor do Jornal Hora H, que circula na Baixada Fluminense, foi assassinado a tiros, em Nova Iguaçu.
José Roberto foi atingido por disparos quando passava pelo bairro Santa Rita, na Avenida Fuscão. Segundo informações do Hospital da Posse, para onde a vítima chegou a ser levada, os médicos contaram 44 perfurações no corpo do diretor do jornal.
Policiais da 58ªDP (Posse) estão investigando o caso.

92% a favor da maioridade penal aos 16 anos

Boa parte dos criminalistas brasileiros são contrários à redução da maioridade penal para quem tem acima dos 16 anos, no que pesem as ações criminosas dos adolescentes como nunca houve no País. Pesquisa do CNT, no entanto, revela que mais de 90% dos brasileiros querem que a maioridade penal alcance quem pratica crimes a partir dos 16 anos. Na verdade, são 92,7% dos entrevistados. Outros 6,3% são contra e 0,9% não opinaram. Em abril último, o Datafolha já havia feito uma pesquisa a respeito e o resultado foi semelhante, mas somente ouvindo paulistanos. Agora, a pesquisa alcançou 134 municípios em 20 unidades federativas.

BAHIA - Policiais militares prometem operação tartaruga na Copa das Confederações

Apesar dos mais de R$ 93 milhões que os governos federal e estadual devem investir no sistema de segurança durante a Copa das Confederações, turistas e baianos podem ficar ainda mais vulneráveis do que habitualmente em Salvador. Policiais militares decidiram, em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (11), que podem dar início a operação tartaruga a partir do próximo dia 18 caso o governo da Bahia não tome providências para atender as reivindicações da categoria. A medida dos policiais seria adotada dois dias antes da primeira partida da Copa das Confederações, em Salvador. Ainda segundo o Metro1, entre os pleitos dos PMs está a regularização da gratuidade do transporte público para os militares.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Associação dos Oficiais da PM/SP confirmou que vai fazer parte de manifestação contra a política salarial do governo

A Associação dos Oficiais da Polícia Militar de São Paulo confirmou presença na manifestação marcada para 15h desta terça-feira no vão livre do Masp, avenida Paulista, da qual vão participar outros sindicatos de servidores estaduais contra a política salarial do governo Geraldo Alckmin. A Associação dos Cabos e Soldados da PM também deve participar do evento. 
Segundo as entidades, não existe contradição no fato de policiais, responsáveis por dispersar protestos, participarem da manifestação desde o ato seja ordeiro e pacífico. O fato inusitado, no entanto, tem rendido piadas na internet.
“Alckmin contrata maconheiros para fazer o policiamento”, provocou um usuário do twitter em referência à já tradicional Marcha da Maconha, cuja edição de 2011 foi duramente reprimida pela PM. Além das piadas, a participação da PM no protesto gera apreensão. O motivo é outro protesto marcado para a avenida Paulista, às 17h, pela redução do aumento das tarifas de ônibus. Na semana passada uma manifestação do mesmo tipo transformou a avenida em um cenário de guerra entre policiais e manifestantes.

A organização da marcha dos servidores promete tomar precauções para impedir atritos. Do Masp, os funcionários públicos e PMs vão direto para a Assembleia Legislativa de São Paulo, no Ibirapuera, evitando um encontro entre as duas manifestações.
Os policiais militares reivindicam 15% de reposição salarial este ano e outros 11% no ano que vem. No dia 23 representantes da corporação entregaram um ofício ao secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, com uma lista de reivindicações. O secretário ainda não respondeu o pedido.
Além disso, os policiais rejeitam a proposta do governo estadual de criar um bônus salarial vinculado à redução da violência. Em nota, a Associação dos Oficiais da PM qualificou o bônus como um “monstro” que vai causar “desequilíbrio, desmotivação e descontentamento”, na corporação. A Secretaria de Segurança Pública do Estado e Polícia Militar foram procuradas para comentar a participação da PM no protesto mas não se manifestaram.

Polícia Militar promove cabo morto por traficantes na Favela do Rola

A Polícia Militar promoveu a 3º sargento o cabo Claudio Costa da Silveira, de 34 anos, morto há um mês, após ser baleado na cabeça por traficantes na Favela do Rola, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. A informação foi publicada no boletim interno da corporação, na última sexta-feira.
O policial foi alvo de disparos quando passava numa viatura pela comunidade, onde cinco homens morreram numa operação feita pela Polícia Civil, em 16 de agosto do ano passado.
O cabo Claudio foi baleado em 1º de maio deste ano. Socorrido, ele teve morte cerebral, após ficar internado por três dias no Hospital Pedro II, em Campo Grande.
O cabo, enterrado no Cemitério de Sulacap, deixou mulher e uma filha de 11 anos. Ele iria completar 35 anos nesta quinta-feira.

Policiais civis de Minas entram em greve e pedem revisão do plano de carreira

Policiais civis se reuniram na tarde desta segunda-feira (10) no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na região Centro-Sul de Belo Horizonte, para pedir a revisão da Lei Orgânica da Polícia Civil, que define o plano de carreira da corporação. Em seguida, os agentes e delegados seguiram para a praça Sete, onde queimaram caixões. A categoria decidiu no fim do mês passado que entraria em greve até o assunto ser debatido pelos deputados estaduais.
Segundo o Sindicato dos Servidores da Polícia do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG), os servidores vão seguir uma escala mínima de atendimento a partir desta segunda-feira. A entidade divulgou uma cartilha orientando os policiais a formalizar apenas os procedimentos de flagrante e Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). Além disso, durante a greve não serão instaurados inquéritos policiais por portaria, diligências preliminares, nem serão feitas oitivas, intimidações, acareações, reconhecimentos e investigações.
A reformulação do texto da Lei Orgânica deverá ser discutida em uma reunião na ALMG durante a próxima quinta-feira (13). O Sindpol pede que o PLC 23/2012 garanta a promoção de 5 em 5 anos para os servidores por tempo de serviço, a ampliação do número de policiais para 18.500 e a regulamentação adequada da classe administrativa da corporação.

Candidato a concurso de PM é preso por portar documento falso

Luiz Carlos Lopes de Souza, de 24 anos, foi preso na última sexta-feira no Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP) por apresentar uma carteira nacional de habilitação falsa.
A ocorrência foi encaminhada para 34ª DP (Bangu). A PM informou, em nota, que "vai continuar com a rigorosa verificação documental e social dos candidatos".

Policiais militares e bombeiros punidos por greve serão ouvidos em audiência

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) promoverá audiência pública para ouvir policiais civis, militares e bombeiros envolvidos em greves deflagradas em fevereiro de 2012 em 15 estados do país, além do Distrito Federal. Depois de serem submetidos a processos penais militares e disciplinares, muitos foram expulsos de suas corporações e hoje lutam pela reintegração.
O senador João Capiberibe (PSB-AP), junto com outros integrantes da comissão, assina o pedido para a audiência, aprovado na quinta-feira (6). Serão convidados para o debate, ainda em data a ser definida, o juiz José Barroso Filho, do Colégio de Magistrados do Brasil, e o ex-bombeiro Benevenuto Daciolo, do Rio de Janeiro, mencionado à época como um dos líderes do movimento grevista. Também devem participar diversos deputados estaduais.
Os policiais reivindicavam melhorias salariais e das condições de trabalho. No país, o direito de greve de servidores públicos ainda não está regulamentado. Projetos em exame barram o direito tanto aos integrantes das Forças Armadas como das chamadas forças auxiliares, como as polícias militares e corpos de bombeiros.

PM vai suspender as folgas e férias dos policiais no período da Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude

A uma semana do início da Copa das Confederações, a Polícia Militar começou ontem a reforçar a segurança no estado, colocando boa parte da sua ‘tropa de azul’ nas ruas. Homens de batalhões operacionais, das 33 Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) e do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) deram o pontapé inicial na operação Cerco Legal, que vai controlar os caminhos por onde passarão as delegações, os participantes do evento e, claro, os turistas aguardados no Rio de Janeiro.
Conforme O DIA anunciou com exclusividade em maio, a PM vai suspender as folgas e férias dos policiais no período. Pelo planejamento da Secretaria de Segurança Pública, todo o efetivo da corporação — 45 mil homens e mulheres — atuará na Copa das Confederações e na Jornada Mundial da Juventude. Para o evento católico, o reforço se estenderá à Zona Oeste, com cerco nas quatro principais comunidades ainda dominadas pelo tráfico. Helicópteros e equipamentos tecnológicos também serão usados.
Pontos turísticos
Até o fim de julho, período de maior movimento na cidade, o Complexo da Maré, as 226 comunidades com UPPs e as fronteiras do estado estarão cercados pelo contingente. Policiais ficarão baseados em viaturas em pontos específicos e circulando dia e noite no entorno das comunidades e vias expressas. As comunidades ocupadas por UPPs, principalmente perto dos pontos turísticos, terão reforço dos próprios soldados das unidades. As fronteiras com São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo receberão apoio dos policiais da região e do BPRv.
As unidades de Operações Especiais — Bope, de batalhões de Ações com Cães, de Choque e do Grupamento Aéreo Móvel — vão se revezar em turnos, com os policiais de prontidão nas unidades, para atuar em situações de alto risco.
Maré terá atenção especial
Pela localização estratégica — no caminho do Aeroporto Internacional, entroncamento das principais vias expressas e com acesso ao mar —, o Complexo da Maré é o conjunto de favelas que vai receber atenção especial, com policiamento nas principais entradas e monitoramento de equipes de Inteligência da Secretaria de Segurança.
Na mira das forças de segurança há tempos e alvo de disputa de traficantes de duas facções criminosas, o território é o mais cotado para receber a próxima UPP e deverá ser ocupado definitivamente pela polícia após a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude.
No fim de semana, os criminosos atiraram contra o motorista de um Sportage que errou o caminho e entrou na Vila do João. O engenheiro Gil Augusto Gomes Barbosa foi baleado na cabeça e seu estado de saúde é grave. Um morador que passava pela Linha Amarela, também foi ferido. O 22º BPM (Maré), com apoio das tropas de elite, vai fazer buscas aos criminosos. Peritos da 21ª DP (Bonsucesso) traçaram a trajetória do tiro que atingiu o engenheiro.

sábado, 8 de junho de 2013

PM de UPP é morto em posto de gasolina na Avenida Brasil

O soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Mangueira, Renan Meireles, 24 anos, foi morto num posto de gasolina, na Avenida Brasil, altura de Jardim América, nesta sexta-feira, às 19h30.

O policial havia saído do trabalho, seguia para casa e parou no posto para falar com um amigo. Ainda não há informações sobre o assassino e nem o motivo de crime. Policiais fazem buscas pela região na tentativa de encontrar os criminosos.

O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Secretário de Defesa Civil é processado por abuso de autoridade

ROBERTA TRINDADE

A Justiça aceitou a queixa-crime feita por oito bombeiros presos e enviados à Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino – mais conhecida como Bangu 1 – no Complexo de Gericino, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, em fevereiro do ano passado. Eles haviam sido presos por reivindicarem aumento de salário e melhores condições de trabalho. Com isso, o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Sérgio Simões, o comandante do Grupo Especial Prisional (GEP), coronel Camilo Ribamar Santos, e o diretor de Bangu 1, Rogério Blank das Neves, serão processados por abuso de autoridade.

O coronel Simões está sendo processado porque deu a ordem e o diretor de Bangu porque aceitou receber bombeiros e policiais militares na unidade prisional. A manutenção de militares em uma cadeia para civis desobedece a legislação e estatutos, portanto, foi ilegal. Além disso, os PMs e bombeiros permaneceram durante três dias incomunicáveis, sem poder manter contato com familiares e nem mesmo com os advogados, ferindo a Constituição.

Os cinco militares – o cabo Adhemar de Queiroz Balthar Júnior, o segundo sargento Daniel Alves dos Santos e os terceiros sargento Harrua Leal Ayres, Wallace Rodrigues Chaves e Alexandre Gomes Matias – foram expulsos da corporação, em março do ano passado.
De acordo com a análise dos relatórios referentes aos Conselhos de Disciplina aos quais os bombeiros foram submetidos, eles foram considerados “culpados por articulação em manifestações de caráter político-partidário, nas quais incitaram ostensivamente a tropa à prática de ilícitos de natureza disciplinar e penal militar, além da adoção de conduta incompatível com a missão de Bombeiro-militar’.
A expulsão também atingiu outros oito bombeiros: os cabos Alexandre Salvador de Azevedo, Paulo Roberto Noronha dos Santos Júnior, Andrei Carlos Azevedo dos Santos e Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, os terceiro sargentos Heraldo Correia Vieira e André Manoel Pontes Matos, o segundo sargento Paulo Edson de Campos do Nascimento e o subtenente Valdelei Duarte.