quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Polícia indicia homem flagrado depredando caveirão em protesto no Rio

Um homem foi indiciado pela DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática) nesta quinta-feira (29) ao ser identificado em um vídeo na internet depredando um blindado da Polícia Militar, durante manifetação no dia 20 de junho, no centro do Rio. Aristides Souza Mautone Junior, conhecido como “Ari” ou “Presidente”, vai responder por dano ao patrimônio público. Nas imagens, Mautone aparece subindo no caveirão e dando socos no veículo. Em seguida, o carro arranca e ele cai.

Alerj pede intervenção da Polícia Federal no caso Amarildo

Líderes de bancadas partidárias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), os deputados estaduais Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB) e Clarissa Garotinho (PR) e os deputados Paulo Ramos (PDT) e Geraldo Pudim (PR) solicitaram ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a intervenção da Polícia Federal nas investigações sobre o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza da comunidade da Rocinha. O conteúdo do ofício encaminhado pela Alerj nesta quinta-feira (29/08), justifica o pedido de mudanças nos rumos das investigações, pela crise instalada no Governo do Estado na área de segurança pública, geradas pelos fortes indícios de envolvimento de policiais da UPP em crimes de tortura e mortes na comunidade e pelas divergências entre delegados responsáveis pelos casos.
O documento enviado ao ministro da Justiça pelos deputados foi fundamentado no artigo 144 da Constituição e no seu complemento na lei 10.446/2002, que trata da competência da Polícia Federal em infrações com repercussão internacional. “Acredito que nosso pedido irá surtir o efeito para que a família do pedreiro Amarildo e a sociedade tenham uma resposta mais célere, o que o Governo do Estado foi incapaz de dar”, destacou o deputado Geraldo Pudim, autor da ação. O ofício cita também que o responsável pelas investigações da Operação Paz Armada, o delegado da 15ª DP (Gávea), Ruchester Marreiros, concluiu que a família de Amarildo estava envolvida com tráfico de drogas e chegou a pedir a prisão da mulher do pedreiro, Elisabeth Gomes, mas a promotora do caso, Marisa Paiva, desconsiderou a ordem. Já o atual titular do delegacia, Orlando Zaccone, contradiz a conclusão do seu antecessor de que a residência do casal servia para guardar drogas ou para a fuga de traficantes. As diferenças de opinião e as acusações que pesam contra policiais militares responsáveis pelo policiamento da comunidade justificam o pedido dos parlamentares.
O caminho apontado no ofício, da Policia Federal assumir as investigações do caso, surgiu após a audiência que o deputado Geraldo Pudim teve com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, na semana passada. Na ocasião, o parlamentar apresentou denúncias de casos que violam os direitos humanos no estado do Rio de Janeiro, entre eles o caso Amarildo. “A Ministra relatou um precedente de intervenção federal que está em curso no estado de Goiás. A partir daí analisamos a possibilidade e vimos que há fundamento jurídico para um pedido de intervenção desta natureza”, disse Pudim.

MP quer expulsão de 5 PMs da UPP da Rocinha, incluindo o comandante

O Ministério Público do Rio de Janeiro encaminhou representação para uma proposta de ação civil pública, pedindo a expulsão imediata de cinco policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, incluindo o comandante, o major Edson Raimundo dos Santos. Além dele, Rodrigo de Macedo Avelar da Silva, Douglas Roberto Vital Machado, Rafael Adriano Silva de Carvalho e Vitor Luiz Evangelista foram citados no documento, por improbidade administrativa na operação "Paz Armada", que em 14 de julho levou Amarildo de Souza para ser averiguado. Desde então, o ajudante de pedreiro nunca mais apareceu.
Major já teve saída anunciada
Antes do pedido do MP, a Polícia Militar já havia anunciado a troca do comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, nesta quarta-feira (28). O major Edson Santos, comanda a unidade desde que ela foi inaugurada, em setembro do ano passado.
A decisão foi tomada pelo coronel Frederico Caldas durante uma reunião com todos os comandantes das unidades pacificadoras. Além da UPP da Rocinha haverá mudanças em outras unidades mas ele não disse quais são elas. A assessoria da PM disse que o coronel Caldas ainda vai escolher os novos comandantes, tanto da Rocinha quanto das outras unidades.

Polícia Civil prende suspeitos de tráfico em operação na favela Bateau Mouche

Sete suspeitos foram presos por policiais civis durante uma operação em favelas da Zona Oeste do Rio, incluindo um homem apontado como chefe do tráfico de drogas da favela Bateau Mouche, na Praça Seca, na manhã desta quinta-feira (29).
De acordo com o delegado Marcus Vinícius Almeida Braga, da 28ª DP (Campinho), agentes da delegacia, da 41ª DP (Tanque) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) visam cumprir, ao todo, 15 mandados de prisão contra traficantes das comunidades da Covanca, em Jacarepaguá, Bateau Mouche e Caixa d’Água, no Tanque.
Segundo a polícia, foram presos Jaílson Machado de Aquino, Jailton Estevão, Taylon Valadão Lopes da Silva, Janildo Ferreira de Souza e Demário Miguel da Silva. Além disso, Leonardo Santos Conceição, conhecido como Semente, que comandava o tráfico de drogas no Bateau Mouche, foi preso pelo agentes. As informações dão conta que ele tentava invadir a comunidade da Convanca.

 Leonardo Santos Conceição, conhecido como Semente, comandava o tráfico de drogas no Bateau Mouche

Policias do Bope prendem foragido da justiça em Marechal Hermes

Policiais do serviço reservado do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) prenderam, na manhã dessa quinta feira, um homem que estava foragido da justiça. Antônio Marcos Guimarães da Silva, de 19 anos, foi preso dentro de um apartamento, em Marechal Hermes. Segundo investigações da polícia, ele atuava nas comunidades do Lins de Vasconcelos e da Covanca. Contra ele constava dois mandados de prisão por roubo e extorsão.

Fotos de bandidos que expulsou moradores da comunidade da Covanca

POLÍCIA CIVIL RASTREOU TELEFONES LEVADOS DE LOJA SAQUEADA DURANTE MANIFESTAÇÃO

Onze pessoas foram presas na madrugada de ontem durante uma operação deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). A ação visava a capturar suspeitos de furto de uma loja da Claro, na Avenida Treze de Maio, durante a manifestação ocorrida no dia 20 de junho. Nove detidos vão responder por receptação dolosa de celulares, um rodou por furto qualificado e outro foi flagrado vendendo um aparelho na Uruguaiana, no Centro. Cerca de 15 telefones foram recuperados.
Para cumprir os 30 mandados de busca e apreensão, os agentes foram a endereços nas zonas Norte e Oeste do Rio, em São Gonçalo e na Baixada Fluminense. De acordo com a polícia, a localização dos suspeitos foi possível por meio dos próprios aparelhos celulares: muitos foram usados com chips registrados na Claro. A investigação foi comandada pelo delegado titular da DRCI, Gilson Perdigão, e contou com a participação de 80 policiais.
Segundo a chefe de Polícia Civil, delegada Marta Rocha, o preso autuado por furto qualificado admitiu que participou dos atos de depredação da loja Claro, que aconteceram no fim do protesto. Ele teria confessado que levou dois celulares.
"As informações dos detidos nos trouxeram novas informações, e a investigação vai continuar. Ela faz parte de uma investigação muito maior do que apenas a receptação dos celulares", afirmou Martha Rocha, destacando que o objetivo da polícia é chegar até os autores dos roubos e pessoas que praticaram de atos de vandalismo durante as manifestações.

Tenente-coronel Marcos Vinícius, afirmou que sairá do gabinete para combater a criminalidade nas ruas de Volta Redonda

 Volta Redonda


Há uma semana no cargo, o comandante do 28º Batalhão de Polícia Militar (Volta Redonda), tenente-coronel Marcos Vinícius da Silva Mello, de 43 anos, afirmou que sairá do gabinete para combater a criminalidade nas ruas. Para ele, um dos desafios será aproximar a Polícia Militar da população.

Marcos Vinícius que era comandante do 16º Batalhão, em Olaria, no Rio de Janeiro, chegou para substituir o coronel Igor Magalhães, que assumiu a chefia de Estado Maior do 5º CPA (Comando de Policiamento de Área), também em Volta Redonda. Já o subcomandante do 28º Batalhão, major Vagner Cavalcanti, foi substituído pelo tenente-coronel Marcelo Martins da Silva. A cerimônia de passagem de comando foi realizada na quarta-feira passada, durante uma reunião interna.

O novo comandante disse que as alterações das funções na PM são normais e servem para trazer rotatividade para os comandos. Segundo ele, a novidade foi recebida como uma surpresa agradável.

- Nunca tive a oportunidade de trabalhar nessa região, mas sempre ouvi falar muito bem dessa parte do interior do estado. O que mais me chamou a atenção foi a integração entre os órgãos de segurança. Tenho certeza que a participação efetiva do poder público nos problemas da população é um fator que colabora para a gestão de um comandante da Polícia Militar. A parceria é fundamental para que a criminalidade seja combatida - acrescentou.

Nos batalhões do Rio de Janeiro, de acordo com o comandante, o cenário é bem diferente: "Geralmente nós não temos contato direto com a prefeitura, mas sim com as regiões administrativas".

- Sei que essa é uma característica das cidades do interior. Ontem (segunda-feira), por exemplo, fui visitar o Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública). Percebi que é uma iniciativa muito boa, onde todas as forças de segurança ficam centralizadas e prontas para prestarem auxílio à população. Desta forma, o ganho é destinado unicamente para a sociedade - completou.

De acordo com ele, os comandos das companhias de Barra Mansa, Pinheiral e Volta Redonda não sofrerão alterações. Marcos Vinícius disse que vai apostar no conhecimento de área dos seus oficiais.

- Eles estão aqui há mais tempo e conhecem os lugares onde trabalham. Não vou realizar nenhuma modificação, pois sei que isso pode influenciar no resultado dos nossos objetivos. Minha intenção é trabalhar para reduzir os índices de criminalidade, principalmente os homicídios, latrocínios, roubo de veículos e de rua. Vamos direcionar as atividades para combater esses crimes. É lógico que as demais ocorrências também receberão atenção, mas sabemos que algumas ainda atingem diretamente a população - enfatizou.
Sem migração
"Acredito que os criminosos do Rio de Janeiro não estão migrando para o interior do estado". Com essa frase, o comandante esclareceu que só é possível comprovar essa análise quando criminosos da capital são presos em municípios do interior.

- Essa relação de causa e efeito ainda não há como ser mensurada. Não acredito que esse fluxo migratório seja uma realidade. O cenário se altera quando analisamos a cidade do Rio de Janeiro. Na capital, por exemplo, as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) estão fazendo com que criminosos saiam de suas respectivas comunidades e migrem para outras, porém na própria cidade. O que não podemos fazer é afirmar que isto acontece em Volta Redonda - disse.

Para o comandante, o Rio de Janeiro pode ser comparado a uma caixa de ressonância. Ele explicou que as cidades do interior acabam - muitas vezes involuntariamente - copiando a realidade da capital. As brigas de bairro, segundo Marcos Vinícius, também são problemas registrados no Rio.

- As crianças acabam interiorizando as rixas entre as facções e levando isso para a escola. Onde eu trabalhava, por exemplo, existe um colégio que fica no meio de duas comunidades com facções diferentes. Elas brigam entre si e ameaçam as professoras com base na força do tráfico. Temos que combater esse tipo de problema com o auxílio da família, que tem a função de orientar e educar os jovens - relatou.

As operações de combate ao tráfico de drogas, de acordo com ele, continuarão a serem realizadas, se possível, em conjunto com as demais forças.

- Não gosto de ficar no gabinete e sempre irei para a rua com a corporação. Já estou conhecendo os lugares mais críticos na cidade. Trabalharemos para ajudar a população, mas para isso precisamos da colaboração, através das denúncias. Quero contar com a confiança, e por isso vou me aproximar dos moradores - concluiu.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Acusado de participar de assassinatos é preso com fuzil em favela de Realengo

Agentes da Divisão de Homicídios (DH) prenderam, nesta terça-feira, na Favela Minha Deusa, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, um homem identificado como Bruninho Capeta. Ele é acusado de participar de assassinatos. O suspeito estava com um fuzil quando foi encontrado.
Bruninho foi levado para a sede da DH, na Barra da Tijuca, também na Zona Oeste.

Sargento do Exército que desceu a Ponte de rapel queria 'salário melhor'

 

O sargento do Exército Vinícius Feliciano, de 29 anos, detido na manhã desta terça-feira (27) por praticar rapel na Ponte Rio-Niterói, disse que queria protestar contra o soldo que recebe. Ele chegou a descer uma altura de 40 metros, na altura do vão central, e a via ficou fechada por cerca de 20 minutos.
"Pretendia ser filmado porque gostaria de receber um salário melhor", relatou o sargento, que estava com uma cruz e uma faixa, na 76ª DP (Niterói). Antes do protesto, o sargento chegou a publicar um vídeo na internet em que, vestido com camisa camuflada e com seu nome, relata sua insatisfação com os ganhos mensais.
Vinícius foi resgatado pela Polícia Rodoviária Federal em 25 minutos. "Nós monitoramos todos os dias a ponte como de praxe e hoje vimos quando um Honda City parou na altura do vão e nós achamos que o veículo havia enguiçado. Mas chegamos depois e ele já havia descido 40 metros dos 75 da ponte", explicou o policial Gabriel Pereira, que fez junto com outros quatro policiais o resgate do sargento.
"A corda em que ele estava tinha 45 metros e ele queria descer uma altura de 75 metros. Então, jogamos uma corda maior pra ele, como se fosse um cabo de guerra e conseguimos retirá-lo", completou Pereira.
Vinicius estava acompanhado do amigo Leonardo Costa de Lacerda Azevedo. Os dois foram levados para a 76ª DP (Niterói) e devem ser autuados por exposição de perigo ao outrem.
Segundo a assessoria do Comando Militar do Leste (CML), será instaurada uma sindicância para averiguação do fato, que deverá levar a conclusões sobre a conduta disciplinar do militar.

PMs que se sentiram ofendidos devem pedir indenização ao cartunista e ao juiz.

Justiça versus Justiça
► "Por uma cultura de paz", quadro do cartunista Carlos Latuff inaugurado ontem pelo juiz João Batista Damasceno na  Vara de Órfãos e Sucessões do Tribunal de Justiça do Rio vai parar na... Justiça!
► O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP) ficou chocado com a obra — a representação de um policial militar atirando em Jesus crucificado. Considerou a exposição uma agressão a todos os policiais do Rio.
► E só não entrou com mandado de segurança para impedir a inauguração, porque,  que não é policial, não é considerado parte legítima no caso.
Mas vai pôr no seu site um modelo de ação judicial, para que todos os PMs que se sentiram ofendidos peçam indenização ao cartunista e ao juiz. 


*JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NO SITE DO DEPUTADO FLÁVIO BOLSONARO MODELO DE AÇÃO INDENIZATÓRIA: http://www.flaviobolsonaro.com.br/documentos/acao_pmerj_cruz_pm.pdf

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Arrastão na Zona Norte deixa quatro vítimas e um PM baleado


Um arrastão, na madrugada desta segunda-feira, deixou quatro vítimas e um policial militar do 3º BPM (Méier) baleado de raspão no pescoço, na Avenida Martin Luther King, na Zona Norte. As informações são do Serviço Reservado (P2) da própria unidade. O caso está sendo registrado na 44ª DP (Inhaúma). Não houve prisões.

Câmeras registram emboscada que matou policial em São João de Meriti

sábado, 24 de agosto de 2013

Carro se choca contra árvore e PM morre na avenida Brasil

Um policial militar morreu neste sábado (24) vítima de um acidente na avenida Brasil, pista sentido zona oeste, na altura da Fazenda Botafogo.

Gustavo Gonçalves do Amaral, de 23 anos, era tenente do 17º Batalhão da Polícia Militar, da Ilha do Governador (zona norte).

Ele estava sozinho em seu Honda Civic, que se chocou contra uma árvore na via. No momento do acidente, o policial se dirigia para casa em Bento Ribeiro.

SÃO PAULO - Helicóptero da Policia Civil abate Ladrão em Pleno Voo


DESBARATADA A QUADRILHA ENVOLVIDA COM A MÁFIA DOS CAÇA-NÍQUEIS

A quadrilha envolvida com a máfia dos caça-níqueis desbaratada nesta quarta-feira pela operação Perigo Selvagem, do Ministério Público, lavava dinheiro através do restaurante Frangolaço, que tinha como sócios os amantes Andreia Melo Conrado e o tenente-coronel da PM Marcelo Bastos Leal. Além de servir “para encobrir a atividade criminosa”, o local era usado para os encontros entre os integrantes do grupo.
A operação também lacrou o local que, há 19 anos, foi fechado por outra ação do MP, batizada na época de “Mãos Limpas”. A fortaleza da contravenção - que fica na Rua Fonseca 1.040, em Bangu - é também sede da empresa Ivegê, controlada por Fernando Iggnácio, um dos herdeiros de Castor de Andrade. O prédio ainda funcionava como uma “agência bancária” do crime, com sete guichês informatizados e equipados com leitores biométricos.
A quadrilha que ocupava a fortaleza e movimentava cerca de R$ 700 mil tinha tentáculos dentro da Polícia Militar. Das 26 pessoas denunciadas pelo MP, dez eram PMs, sendo dois oficiais: Marcelo Bastos Leal, que coordenava a segurança do grupo, e o capitão Walter Colchone Neto. Ao todo, 22 pessoas foram presas, incluindo os oficiais. Mesmo procurado em seu apartamento em São Conrado, em frente à praia, e na casa de veraneio em Angra dos Reis, o contraventor Fernando Iggnácio está foragido.
Segundo a denúncia do MP, o grupo criminoso se divide em quatro núcleos: os líderes, os responsáveis pela segurança, os arrecadadores e o núcleo da lavagem do dinheiro. No primeiro grupo estão Iggnácio e André Gomes Abrunhosa, seu braço direito, sócio da Ivegê. Eles dividem as atuações de cada integrante da quadrilha e auferem os mais altos lucros da empreitada.
Já o núcleo da segurança é liderado pelo tenente-coronel Leal, que arregimentava PMs para trabalhar na escolta dos outros integrantes. Na varanda do imóvel situado ao lado da fortaleza da quadrilha, sempre havia pelo menos quatro PMs, que se dividiam em turnos, armados vigiando o local. Os policiais também pagavam propina para que a atividade criminosa não fosse incomodada e acompanhavam os arrecadadores em sua missão de peregrinar pelos estabelecimentos em busca do dinheiro dos caça-níqueis.

Polícia localiza oficina de caça-níqueis em Bangu

Policiais da 34ªDP (Bangu) localizaram, na quinta-feira, uma oficina de grande porte e estrutura de fabricação, montagem e reparo de caça-níqueis, que fica na Rua Cônego Vasconcelos, em Bangu. O local foi encontrado após uma denúncia anônima.
Segundo os policiais, no local foram apreendidas 188 telas de monitores LCD prontos para o uso, 40 telas de LCD para conserto, 250 placas-mãe, 80 fontes de energia, 50 gabinetes próprios para montagem de caça-níqueis, 26 gabinetes de caça-níqueis “Kart in Dor”, 30 gabinetes com monitores, 23 placas identificadoras da fábrica, dois noteiros (contadores de cédulas), uma máquina de depósito de crédito digital e 40 adesivos identificadores de noteiros.
Também foram encontradas peças de reposição e componentes eletrônicos para troca e manutenção de caça-níqueis, como cabos, botões, teclados, led’s, lâmpadas e placas de circuito para diversos tipos de vídeo jogo. O local já foi periciado e interditado. As investigações estão em andamento para identificar e localizar os responsáveis pela prática de exploração de jogos ilícitos

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Traficante Antoninho da Covanca posta mais uma foto armado em seu perfil no Facebook

Fonte: NOTÍCIAS BRASIL

 É preciso um estudo sociológico para tentar entender o motivo de um criminoso mostrar fotos que provam, no mínimo, que está cometendo crime de porte ilegal de armamento restrito.

Sou velho, na minha época os bandidos tentavam se esconder, hoje são outros tempos que fogem a minha compreensão. O moço está tão desorientado que posta fotos da família em seu perfil.

Existe alguma chance agora da polícia prender este criminoso?


PM é morto ao reagir a assalto próximo a estação de Sampaio

Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Turano, o soldado Jonas Brito, 24 anos, morreu após reagir a um assalto no Méier, na Zona Norte do Rio. O PM estava na Rua 24 de maio quando foi abordado pelos criminosos e acabou baleado. Uma ambulância chegou a ser acionada, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Em seis dias, cinco policiais mortos e três baleados.

Estatística completa -> http://robertatrindade.com.br/?page_id=8951

PM é morto a tiros em São João de Meriti

Soldado da policial militar foi morto a tiros, por volta das 5h desta sexta-feira (23), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O assassinato aconteceu na avenida Fluminense, na Vila Rosali.
Leonardo Cavalcante Costa, de 28 anos, atuava no BPVE (Batalhão de Vias Especiais), segundo o setor de relações públicas da Polícia Militar. Ele não estava em serviço na hora do crime. Segundo testemunhas, ele havia acabado de deixar a boate com três mulheres quando foi abordado. O carro em que ele estava foi fechado por um veículo com quatro homens. Dois deles desceram com fuzis e dispararam contra o carro do policial, segundo testemunhas. Os homens fugiram levando a pistola do PM. A polícia recolheu imagens de câmeras de segurança a fim de tentar identificar os suspeitos. Testemunhas são ouvidas pela polícia. 


O time da Polícia Militar do Ceará tem a melhor campanha do Campeonato Brasileiro

O subtenente Fernandes é o presidente da Associação Esportiva Tiradentes desde 2006. Atualmente na reserva, é ele o responsável por administrar as contas (quase sempre negativas) da equipe de futebol cearense que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro com destaque, já que tem a melhor campanha da competição (por aproveitamento, de todas as divisões disputadas no país, com 90% dos pontos disputados) e está classificado antecipadamente para o primeiro mata-mata em busca da Série C. São 19 pontos em 21 disputados, nenhum gol sofrido e 13 marcados.
O Tigre da Polícia Militar do Ceará conseguiu a vaga na Série D 2013 depois da boa campanha no estadual (ficou na quinta colocação, superando times bem mais tradicionais, como o Ferroviário e clubes mais ricos, como o Horizonte), competição da qual participa desde o começo da década de 60, quando foi fundado. O time já conseguiu alguns acessos locais, já disputou a Taça de Prata (torneio nacional) em 1982 e até foi campeão cearense em 1992, dividindo o título com Fortaleza, Ceará e Icasa, no ano mais bizarro e confuso da história da competição estadual.
Um dos grandes problemas do Tiradentes é a falta de torcida, situação que faz a equipe ter um grande prejuízo toda vez que atua como mandante.  A maioria dos frequentadores de seus jogos é de torcedores de Fortaleza, Ceará e Ferroviário. Na partida contra o Guarany de Sobral, no fim de semana passado, todas as crianças que entraram no gramado de mãos dadas com os atletas do Tigre estavam com camisas do Ceará, por exemplo.
Contra o Potiguar, jogo disputado no estádio Presidente Vargas no dia 28 de julho, o borderô apontou despesas de R$ 9578,04 (arbitragem, quadro móvel, ambulância, por exemplo). A renda foi de R$ 343,00 graças a 58 pagantes. Prejuízo: R$ 9235,04.  Na partida mais recente, contra o Guarany de Sobral, novo prejuízo, dessa vez de mais de R$ 4500,00. E é assim todo jogo.
A folha de pagamento do futebol gira em torno de 100 mil reais. A principal fonte de renda é a colaboração, descontada da folha de pagamento, de parte dos policias militares na ativa e na reserva do Ceará. De parte, é preciso deixar claro, porque o desconto não é obrigatório e nem todos os policias fazem a opção por ajudar o time. Hoje, são cerca de 6 mil que colaboram. Dependendo da função, os valores variam de 12 (soldados e cabos) a 14 reais. O total mensal que o clube tem, portanto, é aproximadamente 70 mil reais. Destes, 20 mil são separados para o pagamento de funcionários e manutenção do clube (há uma sede social, frequentada por familiares dos policias). Os outros 50 mil vão para o futebol.
Para complementar as despesas, a diretoria conta com alguns patrocínios pontuais e ajuda de pessoas que gostam do clube. Além disso, há valores (pequenos, é verdade) que chegam em função da transmissão do Campeonato Cearense nos primeiros meses do ano e também cotas que a prefeitura e o governo do estado disponibilizam para times locais que disputam o Brasileiro. “Nosso dia a dia é de muita dificuldade, basta olhar os borderôs dos nossos jogos, mas os salários dos jogadores são pagos rigorosamente”, garante o presidente.
O gerente de futebol do Tiradentes é Josué Mendonça, ex-jogador de futebol, meio-campista dos bons, com passagem de oito anos pelo Ceará e também pelo Goiás. O técnico é Danilo Augusto, mais de 25 anos de profissão, também ex-jogador (foi volante), que assumiu a equipe durante o estadual cearense, após a saída de Argeu dos Santos.
Em campo, destaque para o goleiro Fábio Lima (sempre joga de uniforme todo preto e está emprestado pelo Fortaleza), para o meio-campista Ribinha e para o atacante Índio, principal reforço da equipe, que perdeu o meio-campo Dico para o Fortaleza, após o campeonato cearense. Quase todo o elenco tem contrato até 2014 e a média salarial fica em torno de 3 mil reais. São apenas cinco atletas emprestados. É esse grupo que vai disputar a Copa Fares Lopes a partir de setembro para tentar o título e a vaga na Copa do Brasil em 2014.
O clube não tem site na internet, mas seu presidente tem uma certeza. ”Se todos os quase 20 mil policias que estão na folha de pagamento (entre ativos e inativos) colaborassem, o Tiradentes estaria brigando na Série B do Campeonato Brasileiro”.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Polícia autua mulher por incitação ao crime durante manifestações

A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) identificou e autuou Neiva Trindade Taveira, 46 anos, acusada de praticar o crime de incitação ao crime em redes sociais. Ela utilizava seu perfil para incitar a prática de dano durante as manifestações ocorridas no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nesta quarta-feira ela Polícia Civil.
De acordo com o delegado titular da especializada, Gilson Perdigão, Neiva foi identificada durante as investigações e monitoramento realizado na Internet. Em depoimento, ela assumiu ter postado os comentários e ainda informou ter atuado como socorrista nos protestos, mas negou a participação em atos violentos.
Neiva foi autuada pelo crime de incitação ao crime, mas por se tratar de delito de menor potencial ofensivo, ela assinou o termo se comprometendo a comparecer diante de um Juiz e foi liberada. Se condenada Neiva poderá cumprir pena de três a seis meses de detenção ou multa.

PM Eliézio Figueiredo morto em ataque de abelhas na favela do Salgueiro levou tiro na cabeça

O primeiro sargento do 7º BPM (Alcântara) Eliézio Figueiredo, morto durante um ataque de abelhas numa operação na Favela do Salgueiro, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, tinha uma marca de tiro do lado direito da cabeça, além de diversas picadas. A informação é do delegado Leonardo Macharet, da 73ª DP (Neves), que investiga o caso. O corpo do sargento está no Instituto Médico-Legal (IML) e o laudo da necropsia deve sair em 30 dias.
Dois policiais que estavam com Eliézio são aguardados para prestar depoimento. Eles também foram picados pelas abelhas e foram atendidos no Hospital Central da PM, no Estácio, região central do Rio.
O delegado conseguiu refazer o trajeto da equipe do 7º BPM no Favela do Salgueiro. Os PMs chegaram ao local por volta das 16h. Um grupo entrou pela Estrada das Palmeiras e lá trocou tiros com bandidos que fugiram em direção ao mangue, onde estavam o sargento e os outros PMs.
Resgate impossibilitado
Em nota, a PM informou que o ataque violento das abelhas impossibilitou que o sargento fosse salvo.
Leia a íntegra do informe:
“Policiais militares do 7º BPM realizavam uma operação na Comunidade do Salgueiro, na localidade conhecida como Conjunto da Marinha, em São Gonçalo, por volta das 16h desta quarta-feira (21/08), quando se depararam com um enxame de abelhas. Três policiais foram atacados pelos insetos, dois deles conseguiram deixar rapidamente o local. O ataque foi tão violento que impossibilitou a equipe de salvar o terceiro policial. O 1º sargento Eliézio Figueiredo, que estava até então desaparecido, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (22/08) próximo ao Manguezal. Ele foi gravemente picado pelas abelhas e não resistiu. Os outros dois foram atendidos no HCPM e liberados. Na operação dois criminosos morreram e dois fuzis calibre 556 e AR15 foram apreendidos, além de material entorpecente que foi encaminhado para a 73ª DP.”

DEPUTADO FLÁVIO BOLSONARO ENCONTRA O AMARILDO

Corpo de sargento atacado por abelhas é encontrado

Resgate impossibilitado

"Policiais militares do 7º BPM realizavam uma operação na Comunidade do Salgueiro, na localidade conhecida como Conjunto da Marinha, em São Gonçalo, por volta das 16h desta quarta-feira (21/08), quando se depararam com um enxame de abelhas. Três policiais foram atacados pelos insetos, dois deles conseguiram deixar rapidamente o local. O ataque foi tão violento que impossibilitou a equipe de salvar o terceiro policial. O 1º sargento Eliézio Figueiredo, que estava até então desaparecido, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (22/08) próximo ao Manguezal. Ele foi gravemente picado pelas abelhas e não resistiu. Os outros dois foram atendidos no HCPM e liberados. Na operação dois criminosos morreram e dois fuzis calibre 556 e AR15 foram apreendidos, além de material entorpecente que foi encaminhado para a 73ª DP."





PM apreende mais de 1.700 papelotes de cocaína na Vila Cruzeiro

Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, apreenderam 1.773 papelotes de cocaína e apreenderam uma moto na comunidade, no fim da noite desta quarta-feira.
Segundo os PMs, dois homens abandonaram o veículo e fugiram ao perceberem a aproximação dos militares da localidade conhecida como Campo do Ordem. Os suspeitos também deixaram para trás as drogas.
A ocorrência foi registrada na 22ª DP (Penha).

domingo, 18 de agosto de 2013

Policial militar reformado é morto a tiros em Volta Redonda

O sargento reformado da Polícia Militar, Benedito Avelino Souza, 66 anos, foi assassinado hoje a tarde (18) no bairro São João, na Rua Ataulfo Pinto dos Reis, em Volta Redonda.
Segundo informações da Polícia Militar, Benedito foi morto a tiros. O suspeito do crime, Fábio Silva, 31 anos, foi preso na Vila Barbará, em Barra Mansa, por agentes da P2. Fábio foi levado para a 93ª DP (Volta Redonda).
Ainda não foram divulgadas as informações sobre o motivo do crime.


CASO AMARILDO : Esse vídeo mostra como a mídia manipula as pessoas


Respondendo a processos, OFICIAIS continuam recebendo salários e gratificações da corporação

Sob o teto do Estado do Rio, dois oficiais da PM curtem, há quatro anos, a vida dos reis tão desejada por milhões de seres humanos. Recebem os salários todos os meses mesmo sem trabalhar um dia sequer. Investigados por envolvimento em assassinato ligado ao jogo do bicho, o capitão Adriano Magalhães da Nóbrega e o tenente João André Ferreira Martins são agraciados ainda com os mesmos benefícios de quem rala o mês inteiro atrás dos criminosos no Rio. Uma bolada: Adriano fatura R$ 7,1 mil, enquanto João coloca no bolso R$ 6,4 mil sem fazer esforço.
Entre as gratificações pagas pela PM aos oficiais, ambos com passagem pela turma de elite do Batalhão de Operações Especiais (Bope), uma chama a atenção: o auxílio moradia. Exatamente isso. Mesmo com os agentes afastados por suposta participação no crime organizado, o Estado continua propiciando o conforto da dupla, que mora em áreas privilegiadas do Rio — como Recreio dos Bandeirantes e Ilha do Governador. Só esta ‘ajudinha’ extra custa aos cofres do Estado a expressiva quantia mensal de R$ 1,3 mil para Adriano, e R$ 1,2 mil, a João.
Justiça lenta
O cenário esdrúxulo é a combinação da lentidão da Corregedoria Geral Unificada em investigar os atos dos policiais militares e a conhecida morosidade do Tribunal de Justiça em julgar o processo, encaminhado há dois anos (em 5 de julho de 2011) pela Secretaria de Segurança. No documento, o sindicante decide pela exclusão dos policiais pelo notório envolvimento com a máfia da contravenção. Mas, como são oficiais da PM, têm direito por lei à análise do caso pela Seção Criminal do TJ.
Entre as histórias dos dois policiais, a de Martins é a que causa mais perplexidade. Em 15 anos de PM, o oficial só trabalhou a metade. Afastado do serviço desde 2009 pela ligação nas mortes do jogo do bicho, ele já foi submetido a outra investigação, em 2003. Por participar da sessão de tortura a um morador do Morro da Coroa, no Catumbi, ficou três anos longe do trabalho. Mesmo condenado a cinco anos e três meses de cadeia e a perda da função pública pelo crime, recorreu da decisão e ganhou o direito de manter-se na ativa até que todos os recursos judiciais estejam esgotados.
Na Guerra do Batom
Formados na mesma turma (2000) do curso de operações especiais da PM, os amigos Adriano Nóbrega e João Martins integram, segundo as investigações da Subsecretaria de Inteligência, o exército do contraventor Alcebíades Garcia, o Bid, e têm participação ativa na Guerra do Batom — como é conhecida a briga entre os herdeiros do bicheiro Waldemir Paes Garcia, o Maninho, assassinado em 2004.
Os dois PMs são réus na tentativa de homicídio e no assassinato de Rogério Mesquita, e foram presos em duas grandes operações policiais desencadeadas em 2011: a Dedo de Deus — contra a cúpula da contravenção do Rio — e a Tempestade no Deserto, justamente para deter os envolvidos com a quadrilha de Shanna Harouche Garcia — filha de Maninho e que disputa com os irmãos e o tio o controle do jogo na Zona Sul e Tijuca.
Auxílios inflam rendimentos
As gratificações são o fermento nos salários de Adriano Nóbrega e João Martins. Além do auxílio moradia, os oficiais têm direito, apesar de não aparecer para trabalhar um dia sequer; ao adicional por habilitação (curso de especialização no valor de R$ 987 (Adriano) e R$ 888 (João).
Outra bocada é o benefício por ‘regime especial de trabalho militar’. Ou seja: mesmo distante do batente, eles faturam R$ 1,8 mil (Adriano) e R$ 1,6 mil (João) pelo tal do ‘trabalho militar’. A lotação dos dois é na Diretoria Geral de Pessoal (DGP) — conhecida na PM como a ‘geladeira’, onde o policial aguarda lotação.

sábado, 17 de agosto de 2013

Policial militar é morto ao tentar separar briga em Resende

O sargento da Polícia Militar André Rocha foi morto na madrugada deste sábado ao tentar separar uma briga na Rua Padre José Sandrupe, em Resende, em frente a uma boate. Segundo a Polícia Militar, um homem identificado como Jeferson de Almeida estava brigando na rua por volta das 4h15m da manhã, quando André viu a briga e tentou contê-lo. Jeferson conseguiu pegar a arma do PM e atirou contra o sargento, que morreu na hora. Jeferson foi preso e levado para a 89ª DP (Resende).

Ataque ao único refúgio político.

TEXTO DE RVCHUDO

As UPPs estão sob ataque pesado, é o único projeto deste governo que mesmo diante de tantas suspeitas de acordos com traficantes para sua implantação, trouxe pontos positivos para grande parte da população carioca, o fim da ostentação de armas pelo trafico.
Existe o aspecto negativo, como a migração de traficantes e suas armas para a baixada, zona oeste e interior, o que o governo terá de enfrentar para não criar outras zonas de exceção.

Se no inicio o descontentamento de parte dos moradores era pela perda de renda com a eliminação de “postos de trabalho” do trafico, agora parece ser manipulação política. A desmoralização do projeto UPP significa a derrota definitiva do PMDB de Sergio Cabral.
Os PMs lotados em UPPs se transformam da noite para o dia em assassinos de moradores, tudo e todos que morrem ou somem das comunidades tem acusação de autoria nos policiais, mesmo que indícios mostrem outra linha de investigação, os jornais insistem no argumento contra policiais militares em busca de audiência.

No caso Amarildo, há suspeita de que traficantes o tenham eliminado, mas não há a devida atenção às declarações do traficante Thiago da Silva Mendes Neris que assumiu a autoria do assassinato.
 Link: Traficante matou Amarildo

É evidente a orquestração para desacreditar a polícia, inclusive utilizando os deslocamentos da viatura, omitido pelo policial que a conduzia. Os deslocamentos são rotina dos veículos, já que há intercambio entre as UPPs e abastecimentos, como também não era objeto do caso em questão.


Depois veio o incêndio de três ônibus na Penha, motivado pela morte de Laércio Hilário Neto, de 17 anos, encontrado em uma laje na comunidade da Penha. Moradores se apressaram em culpar a PM dizendo que Laércio havia sido abordado por policiais momentos antes de sua morte.
“Viram ele sozinho descendo da casa da namorada dele, pegaram ele sozinho, pegaram ele na covardia. Muita violência. Não são todos os tipos de policiais que sabem trabalhar dentro de uma comunidade não”, diz Ladilson Hilário, pai da vítima.

O coronel responsável pelo comando das UPPs esteve na comunidade e disse que Laércio não foi abordado ou conduzido pela Polícia Militar.

Link: Moto na laje

Na sexta feira, em Costa Barros, comunidade que recebeu migração de traficantes de comunidades pacificadas, acusa Policiais Militares de terem assassinado mãe e filha durante incursão na comunidade. Neste local a polícia sempre é recebida a tiros e, traficantes não tem o dever profissional da PM no cuidado nos disparos. Eles atiram em qualquer direção e por vezes atingem moradores para que a investida policial seja paralisada, já aconteceu e volta a acontecer.
 


É um momento delicado que merece atenção investigatória, pois leva a crer que o acordo das UPPs não mais existe que o trafico quer suas áreas de volta com ajuda da “oposição” política.
Eu sei, observo e avalio. Em qual comunidade outro morador será assassinado para a PM ser responsabilizada?
 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

DEPOIMENTO DO CEL RABELO SOBRE A PRISÃO EM BANGU 1 E A ANISTIA

Black Bloc planeja endurecer manifestações no Rio



 A principal orientação dos mascarados é para que os manifestantes não permitam a revista e chamem o grupo inteiro para evitar a abordagem policial. Assim, pretendem dificultar a apreensão de bombas caseiras, o porte de pedras e coquetéis molotov. “Grite ‘revista’! Queremos ver a polícia prender 50, 100, 300 pessoas de uma só vez. Isso não vai ser exclusividade do BB (Black Bloc). Outros grupos de esquerda também estão seguindo essa orientação de NÃO às revistas”, diz um comunicado postado na terça-feira.

Na mesma publicação, o grupo recomenda que seus integrantes mantenham-se unidos no protesto. O objetivo é formar um grupo compacto para dificultar a penetração de policiais – que podem identificar suspeitos de agressões. Desde a manifestação do dia 25 de junho, no Leblon, policiais fardados e identificados andam entre os manifestantes. “O bloco deve ser unido, sem policiais no meio. Se perceberem qualquer tipo de inserção no nosso meio, pare e chame o grupo para reagrupar”, determina o black bloc no Facebook.

Polícia Militar – A estratégia do Black Bloc traz problemas para a polícia. Um dos objetivos da tropa, liderada pelo tenente coronel Mauro Andrade, do Grupamento de Policiamento de Proximidade e Multidões, é identificar pessoas com materiais perigosos, como coquetéis, pedras, facas, fogos de artifício e estilingues usados para lançar pedras e bombas caseiras contra a polícia.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA:

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

DEPUTADO PEDE PELO FIM DA "PUNIÇÃO GEOGRÁFICA" DOS PMS E BMS

Comandante da PM pede ajuda à Defensoria Pública

O novo comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Luiz Castro Menezes, reuniu-se hoje com o defensor geral Nilson Bruno Filho, na sede da Defensoria Pública, no Centro. O objetivo do encontro foi trocar experiência com uma instituição que atua em defesa do estado democrático de direito.
O coronel PM José Luiz Castro disse que a tropa deve atuar e agir dentro dos limites da legalidade durante as manifestações que ocorrem na cidade do Rio de Janeiro.
-- Queremos fazer um trabalho de inteligência e com parceria para que a Defensoria nos sinalize o que pode ser evitado, preservando os direitos e as garantias individuais, sem excessos -- explicou o comandante.
O defensor geral considerou a iniciativa do comandante da PM um ato a favor da sociedade democrática porque indica que a autoridade policial está com o propósito de acertar. Nilson Bruno Filho colocou a Defensoria Pública à disposição para colaborar com tudo que for bom para a sociedade do Rio de Janeiro.
Participaram também da reunião os chefes de gabinete da PM, coronel Waldyr Soares Filho; e da Defensoria Pública, Daniele Nogueira.

Tenente-coronel Fábio Almeida de Souza deixa o comando do choque e passa a liderar o Bope

Um dia depois de o diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital do Rio, delegado Ricardo Dominguez, ter feito duras críticas à atuação do Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) na manifestação em frente ao Palácio Guanabara, a corporação anunciou nesta quinta-feira mudanças no comando da tropa. O comandante do Batalhão de Choque da PM, tenente-coronel Fábio Almeida de Souza, deixa o comando da tropa, cargo que ocupa desde outubro de 2011, e passará a liderar o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), onde já serviu.
A PM negou que a troca de comando tenha a ver com as críticas à atuação do Choque nas manifestações. De acordo com a assessoria da polícia, o novo comandante da corporação, coronel José Luís Castro Menezes, tem feito mudanças nos batalhões desde que foi nomeado, há dez dias. O tenente-coronel Márcio Oliveira Rocha assumirá o Choque. Ele estava no Batalhão da Tijuca.
Desde o início dos protestos, em junho, a atuação do Batalhão de Choque tem sido alvo de críticas de manifestantes e entidades de defesa dos direitos humanos. No ato desta quarta-feira, 14, que reuniu apenas 200 manifestantes, os policiais do Choque detiveram 29. Só um foi indiciado por dano ao patrimônio. Vinte e oito foram liberados sem registro de nenhuma acusação. Entre os detidos, havia quem sequer participava do protesto.
Os policiais também lançaram bombas de efeito moral por quatro vezes em frente à 9.ª Delegacia de Polícia (Catete). Funcionários sofreram ataques de tosse após inalar o gás. Dominguez chegou a ameaçara dar voz de prisão aos PMs e determinou que quatro deles ficassem em frente à delegacia, que teve a porta de vidro quebrada, como forma de coibir que novas bombas fossem jogadas. Depois, os PMs foram substituídos pela tropa de elite da Polícia Civil, a Coordenadoria de Operações Especiais.
Por determinação de Dominguez, foi instaurado inquérito para investigar se houve excessos na atuação do Choque ao tentar conter os manifestantes. Outros quatro inquéritos foram abertos para apurar denúncias feitas por manifestantes que acusam os policiais militares de agressão. Enquanto o primeiro inquérito vai apurar a atuação dos policiais contra os manifestantes de forma geral, esses quatro investigarão abusos específicos contra os autores das denúncias. Até esta quinta-feira, segundo a Polícia Civil, os ativistas não haviam conseguido identificar os policiais autores dos supostos abusos.

Agente penitenciário tem parada cardiorrespiratória durante exame

Um agente da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que passou mal após a realização de teste de esforço físico, na terça-feira, teve morte cerebral nesta quarta-feira. Dirceu dos Santos Neto, de 31 anos, foi socorrido durante o treinamento para ingressar no Grupamento de Serviço de Escolta (GSE), do Serviço de Operações Especiais (SOE), considerado a tropa de elite da Seap. De acordo com outros alunos que participavam do exame, no momento em que o agente se sentiu mal havia apenas uma ambulância no local do teste, sem a presença de médico. Em nota, a Seap negou as denúncias. O órgão informou que o treinamento foi acompanhado por um médico e dois enfermeiros.

A secretaria afirmou ainda que o agente recebeu os primeiros socorros e foi encaminhado ao Hospital da Aeronáutica, no Campo dos Afonsos, em Realengo. Segundo a Seap, após exames preliminares, Neto foi transferido para a Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Albert Schweitzer, no mesmo bairro. De acordo com o atestado de óbito, o agente penitenciário morreu “por parada cardiorrespiratória de causa desconhecida após esforço físico”. Dirceu trabalhava desde 2011 na cadeia pública Bandeira Stampa, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu.
A secretaria informou que os candidatos precisam apresentar atestado médico que comprove boas condições de saúde antes dos testes. Devido à morte do agente, a Seap suspendeu os exames que ocorreriam hoje e amanhã. Foi aberta sindicância interna.
Até ontem a família do agente não havia registrado a ocorrência na 33ª DP (Realengo). Nas redes sociais, amigos  deixaram mensagens de despedida na página do jovem. “Uma pessoa linda, que me alegrava com suas mensagens bem humoradas e me dava força. Peço a Deus que conforte seus familiares”, postou uma amiga.

Suspeito é preso em hospital após troca de tiros com PMs na Rocinha

 Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha trocaram tiros com bandidos durante um patrulhamento na madrugada desta quarta-feira na localidade conhecida como Campinho da Cachopa. Um suspeito foi preso. PMs encontraram homens armados. Ao ver os policiais, um deles efetuou disparos com um fuzil 556 contra os militares, que revidaram.
O suspeito identificado como Leonardo Souza do Rego, vulgo Leu Zuleica, foi atingido na mão e fugiu com os comparsas, deixando para trás a arma e três carregadores que foram apreendidos. Momentos depois, os policiais da UPP receberam informações dando conta da presença de um homem com um ferimento causado por arma de fogo no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.
Logo os agentes identificaram que se tratava de Leu Zuleica, que momentos antes havia efetuado os disparos. Os policiais fazem buscas para encontrar os demais bandidos que fugiram. O caso foi registrado na 14ª DP (Leblon).

TRAFICANTE MARCINHO VP DIZ QUE JOSÉ JÚNIOR (AFROREGGAE) FORJOU DENÚNCIAS CONTRA O PASTOR MARCOS PEREIRA


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Cabral suspende resolução que permitia à PM barrar bailes funks em favelas pacificadas

O governador Sérgio Cabral suspendeu resolução da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro que regulamentava eventos em comunidades pacificadas. A chamada resolução 013 permitia que o comando da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) decidisse sobre a liberação ou não de bailes funks, entre outros eventos, em favelas pacificadas na capital.

O anúncio da extinção da resolução foi feito na terça (13) após encontro do governador com jovens de comunidades no Palácio Guanabara.

— Foi uma decisão importante naquele momento em que as comunidades passaram a ser pacificadas. Hoje é um outro momento e a gente está extinguindo a 013. Queremos construir algo novo.

Segundo Cabral, para a autorização de eventos nas comunidades, Corpo de Bombeiros e prefeitura deverão ser acionados. O governador disse que o papel do comandante da UPP é garantir a segurança pública e não ter o "monopólio da decisão" sobre a realização de eventos nas comunidades.

Sargento PM é preso por assassinar adolescente em Madureira

O militar é acusado de matar Guilherme do Nascimento Oliveira, de 17 anos, dia 21 de abril, durante uma briga no local conhecido como Baixo Madureira. Segundo as investigações, o PM agrediu o adolescente na cabeça com uma barra de ferro de dois metros. A vítima teve fratura de crânio e a tomografia apontou uma rachadura enorme na cabeça de Guilherme.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

MISSA PELA PRESERVAÇÃO DO QG DA POLÍCIA MILITAR

Dia 13 de agosto ( terça-feira )
Local: Capela de Nossa Senhora das Dores – QG da Polícia Militar
Hora: 12:00


domingo, 11 de agosto de 2013

Fotos de traficantes do CV que tentam tomar o controle do morro da Covanca e Bateau Mouche

No morro da Covanca e no Bateau Mouche em três meses mais de dez pessoas inocentes foram assassinadas por traficantes que disputam o território com milicianos
FONTE: NOTÍCIAS BRASIL

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Cabo da PM leva dois tiros no rosto em confronto com vagabundos do comando vermelho na Covanca

 Traficante Toinho
Um cabo do 18º BPM (Jacarepaguá) foi baleado com dois tiros no rosto, na madrugada deste sábado, durante patrulhamento no Morro da Covanca, no bairro do Tanque, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. De acordo com a polícia, o policial Uilblim, de 33 anos, estava com o sargento Gomes, de 39 anos, quando um grupo de traficantes os surpreendeu. O cabo foi levado para o Hospital Municipal Miguel Couto em estado grave.
O caso aconteceu por volta da meia-noite e meia, quando os policiais patrulhavam a comunidade por ordem do comando do batalhão, que decidiu ocupar o local, por tempo indeterminado, após receber informações de que mais de 30 traficantes do Complexo do Lins teriam sido abrigados no Morro da Covanca.
De acordo com a polícia, os traficantes atravessaram a Estrada da Covanca, na altura do Clube Vale do Paraíso, e surpreenderam os PMs. Ao perceber os tiros no para-brisa, o sargento conseguiu sair da viatura e se esconder atrás dela.
Com a chegada do reforço, os policiais fizeram buscas na entrada da mata e só não prosseguiram porque a visibilidade lá, à noite, era ruim. O patrulhamento no Morro da Covanca foi reforçado.

Não há motivo para punir policiais que levaram Amarildo

O novo comandante-geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel José Luís Castro Menezes, afirmou, na sexta-feira (9), que a Corregedoria da corporação ainda não identificou "nenhum motivo" que justificasse punições aos policiais militares que conduziram o pedreiro Amarildo de Souza,  à sede da UPP.

TRAFICANTES PRESOS AFIRMAM SER AMIGO DO JOSÉ JÚNIOR DA ONG AFROREGGAE


Os traficantes Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, e Marcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, negaram em depoimento ao delegado Márcio Mendonça, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD),terem ordenado os ataques às sedes do AfroReggae na Vila Cruzeiro e no Alemão. Numa conversa entre os dois, gravada com autorização judicial na penitenciária federal de Catanduvas, no Paraná, Beira-Mar diz para Marcinho dar “um salve para Juninho (José Junior, coordenador da ONG)”. Em ambos os relatos, os traficantes confirmam que o Juninho citado é mesmo José Junior, mas os dois afirmam ser “amigos” do líder da ONG.
JORNAL EXTRA 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A justiça foi feita!


Policial Militar é exonerado após diversas faltas e atrasos por morar muito longe de sua Unidade

 FONTE: BIZUON LINE
Assim sendo, dizia no edital no Item 2.2. Os candidatos aprovados em todas as etapas do concurso para preenchimento das vagas de que trata o subitem 2.1. serão lotados nas unidades da Capital, interior e da Região Metropolitana por no mínimo 8 anos;
No item 2.3. dizia que ao realizar as 3 escolhas dos locais da prova, o candidato estará automaticamente optando a servir nas respectivas Unidades da área para a qual escolheu e obteve classificação;
No item 2.4. diz que os candidatos aprovados e NÃO classificados para os locais previamente escolhidos, poderão ser remanejados para os demais locais específicos no Anexo IV deste Edital de acordo com as necessidades e interesses da Corporação.
Eu escolhi Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, que eram os mais pertos na época. Não fui lotado em nenhum, fui classificado como os primeiros do concurso com mais de 30 mil candidatos. Minha data de praça foi 19/06/2009, até 2 da antes da formatura agente iria para os batalhões escolhidos, mas no dia da formatura, todos estavam lotados no Pavão/Pavãozinho e Cantagalo. Não tivemos escolha sendo que o edital é a lei do concurso, tem que ser cumprida, dai em diante muitos entraram com ações mais eles nos confortavam com as mentiras dizendo que iriamos embora quando a outra turma formasse. 

Fui transferido para o Tabajaras/Cabrito, depois Borel/Casa Branca, CPP, Prazeres/Escondidinho, Méier e só em julho de 2012 vim para o batalhão residência, mais indicado a CRD. Entre essas minhas movimentações muitos ou todos os policiais que prestaram concurso para o interior vieram embora, mais modernos, mais antigos, de concurso de 2009, e eu sendo acovardado todos os dias, quando não podia me movimentar apresentava através das normas administrativas no batalhão da área mais era punido com DRD, onde colocava a situação da logística e mijavam na minha cara.Muito Policiais foram indicados na mesma situação e voltaram, outros na mesma situação nem respondiam DRD, eu por participar, requerer, solicitar, implorar, chorar, me foder, eles continuaram a me foder. Hoje sou um ex-policial, que foi exonerado por faltas e atrasos, por alguns comandantes que não tem o mínimo de noção do que é pegar um ônibus as 23:59hs, para chegar ao rio as 06:00hs e ter que prestar serviço de 24hs pegando as 7hs d amanha, tendo que voltar no ônibus de 11:00hs d amanha pra casa, chegando as 17:00.Eu só queria que o edital fosse cumprido, que eu viesse junto com minha turma, eles começaram a vir em Abril/2011, mais quando eles vinham eu ficava me fodendo, faltando, me atrasando e respondendo pelo Estado, já que eles não cumpriram o edital. Hoje eu passo na rua, sou considerado um ex-policial, ouço que vendo drogas, que matei, que roubei, que deve ter humilhado um pai d e família, que talvez até roubou alguém em serviço. Hoje, me sinto acovardado por comandantes injustos e arbitrários, fui exonerado em Maio, cortaram meu pagamento e hoje sou um marginal para muitas pessoas, pois não sabem da real razão, que eu só estava lutando e cumprindo as normas… não aguento mais.. contas chegando, reconsideração de ato não foi julgada e já esta indo pro 3º mês.Eu só queria provar, que um Homem, que manteve sua cabeça erguida em mais de 1 ano de exames, passagens e viagens ao Rio para entrar nessa tão sonhada corporação, onde não tinha dinheiro mais pegava emprestado, bancou 7 meses indo pra casa com dinheiro do seu bolso, porque recebia míseros 500 reais no curso, que bancou 3 anos e meio em Favelas nojentas do Rio de Janeiro, tomadas pelo tráfico, onde não podíamos trabalhar, que hoje estou aqui me apresentando como um ex-Policial Militar.
Att;
- Ex-Policial Militar: Ciro Carvalho de Meireles Oliveira RG 86.000

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Aprovado auxílio de R$ 2 mil para policiais e bombeiros

A indicação legislativa de autoria do deputado Wagner Montes, em parceria com outros deputados, para a criação do auxílio invalidez de R$ 2 mil para policial militar e civil, bombeiro militar e inspetor de segurança e administração penitenciária foi aprovada na Assembleia Legislativa do estado do Rio (Alerj).
A Indicação solicita ao governador Sérgio Cabral o envio de mensagem alterando o artigo 1º da Lei N° 3.527, de 9 de janeiro de 2001. O profissional reformado ou aposentado por incapacidade definitiva e considerado inválido e que fique impossibilitado para trabalhar e garantir sua subsistência, deverá receber mensalmente o auxílio-invalidez. Para ser valida, entretanto, é necessário que o governador execute a indicação.
A Comissão Especial presidida por Wagner Montes apontou que condições de tratamento oferecidas pelo estado são precárias, e as despesas particulares enormes. Se aprovada, a lei entrará em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de janeiro de 2013.

Em gravação, traficante afirma ter matado Amarildo para incriminar policial

Uma interceptação telefônica, atualmente em poder da Justiça, pode ajudar a Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio a ter pistas sobre o paradeiro do pedreiro Amarildo de Souza, de 42 anos, vítima do desaparecimento mais comentado atualmente no Brasil. A conversa foi gravada pelo setor de inteligência da 15ª DP (Gávea), e envolve o traficante identificado apenas pelo apelido de Catatau e um policial militar da UPP da Rocinha. O PM, chamado de Avelar, trabalhava infiltrado na quadrilha com autorização judicial. No diálogo, o traficante diz ter “matado o Boi” para fazer com que a culpa recaísse sobre este policial especificamente. Boi, segundo a polícia, é o apelido que Amarildo tinha entre os traficantes da Rocinha.
A reportagem do site de VEJA não teve acesso à gravação, feita em 17 de julho, quatro dias depois do início da operação Paz Armada, que resultou na detenção de mais de 30 suspeitos de tráfico. O delegado Ruchester Marreiros, responsável direto pelo trabalho de investigação e que na semana passada foi transferido de delegacia, recusou-se a falar especificamente sobre o que ele classifica como “ação controlada” (que no linguajar jurídico significa que o agente da lei estava infiltrado com aval do Ministério Público e de um juiz para receber dinheiro e parecer aliado do tráfico). Marreiros, no entanto, admite a existência da gravação e o teor do material. "Realmente existe o grampo em que esse Catatau liga para o ‘ação controlada’ e fala algo do tipo: 'Aí, filho da p... Pegamos teu X-9 (informante). Matamos o Boi e vamos colocar na sua conta'. Boi, segundo as nossas investigações, era o apelido do Amarildo", afirmou o delegado. CONTINUE LENDO  REVISTA VEJA 

Ato que anistou PMs será republicado

O novo comandante geral da Polícia Militar, coronel Luís Castro, disse  que irá republicar o decreto assinado pelo seu antecessor, o também coronel Erir Ribeiro Costa Filho, até a próxima segunda-feira. O ato beneficiou 325 policiais militares punidos com até 20 dias de detenção por infrações que vão desde atrasos a falta de postura, previstas no regulamento militar.
- Já estamos estudando os critérios para tornar bem transparentes o que se deseja com ele. Vamos estabelecer a essência da ideia, do perdão. Mas vamos estabelecer em que casos isso se encaixa dentro daquilo que queremos.
O decreto publicado por Erir, há uma semana, foi um dos motivos da sua exoneração do cargo, pelo secretário José Mariano Beltrame. Beltrame chegou a dizer que a decisão "o pegou de surpresa" e que estudava a revogação do decreto. Mesmo pressionado pelo secretário, Erir não teria aceitado suspender o ato.

Coronel Frederico Caldas é o novo coordenador das UPPs

Mais um nome da nova cúpula da Polícia Militar,  foi anunciado, nesta quinta-feira. O coronel Frederico Caldas, até então coordenador de Comunicação Social da PM, é o novo coordenador das UPPs do Rio de Janeiro. Ele vai ocupar o lugar deixado pelo coronel Paulo Henrique de Moraes, que assumirá o Estado Maior Operacional.
Também foi anunciado que o coronel Cláudio Lima Freire, que era o comandante do 3º CPA (Baixada), será o subcoordenador das UPPs.

Delegado pediu prisão de mulher de Amarildo depois de deixar o caso


Ex-delegado adjunto da 15ª DP (Gávea), Ruchester Marreiros solicitou a prisão temporária da doméstica Elisabete Gomes da Silva, mulher do pedreiro Amarildo de Souza — desaparecido há 24 dias. O pedido — feito seis dias depois da transferência de Ruchester para a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) — foi desconsiderado pelo titular da delegacia, Orlando Zaccone, e pela promotora responsável do caso, Marisa Paiva.
Segundo o relatório feito pelo delegado Ruchester, há indícios da ligação de Bete com o tráfico de drogas na Rocinha. O delegado pediu ainda as prisões de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e de sua mulher, Danúbia Rangel, conhecida como Xerifa da Rocinha.
— A Bete guarda material para o tráfico em casa, utiliza subterfúgios durante as abordagens policiais a meninos na favela, avisa sobre a chegada da polícia, participa de reuniões e churrasco dos bandidos — garante ele.
Ruchester explica que, durante as investigações da Operação Paz Armada, pelo menos quatro testemunhas, um policial militar infiltrado e três moradores da favela, falaram sobre o envolvimento de Bete com o crime. Ainda haveria interceptações telefônicas citando a participação de Bete no crime. Relator do inquérito, Orlando Zaccone, no entanto, descarta qualquer ligação da doméstica com o tráfico na região.

Informação

O delegado Orlando Zaccone frisa que o documento feito por Ruchester Marreiros foi usado apenas como peça de informação no inquérito.

Indícios

De acordo com Ruchester, as investigações da operação Paz Armada — deflagrada um dia antes do sumiço de Amarildo — identificaram 75 pessoas e qualificaram 60.

Desaparecimento

Bete e o marido, também conhecido como Boi, já foram citados ao longo das investigações, segundo Ruchester. Só depois do desaparecimento de Amarildo, entretanto, os dois tiveram os nomes identificados.

Associação

Zaccone, no entanto, garante que o material colhido sobre os dois neste período não garante o indiciamento por associação ao tráfico.

Relatório

Zaccone entregou, na manhã de ontem, o inquérito sobre o sumiço de Amarildo nas mãos da promotora Marisa Paiva. Em um dos despachos, o delegado desconsidera o relatório feito por Ruchester. O documento que está valendo é o assinado pelo próprio Zaccone.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Novo comandante da PM do Rio chefiou operação que prendeu inocentes em favela

REPORTAGEM DA REVISTA VEJA 

Escolhido para comandar a Polícia Militar do Rio de Janeiro e reverter a imagem desgastada que a corporação tem no momento, o coronel José Luís Castro Menezes foi, no início do ano, o responsável por uma operação policial desastrosa. A ação da PM, em 3 de março, tinha o objetivo de prender traficantes do complexo de favelas do Caju e da Barreira do Vasco, na Zona Norte, para a criação de mais uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Um trabalho de inteligência feito de maneira atabalhoada, no entanto, resultou na identificação de pessoas inocentes e em uma série de equívocos que renderam a Menezes indiciamentos pelos crimes de abuso de autoridade e usurpação de função pública.
Menezes era então comandante do 1º Comando de Policiamento de Área (CPA). O serviço reservado da unidade – a agora famosa P2 – elaborou, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, um levantamento dos alvos da operação. Foi essa investigação atabalhoada que deu origem a todo o problema: dos dez suspeitos identificados pela equipe do 1º CPA e enviadas ao Gaeco, apenas três tinham algum indício de ligação com o tráfico das favelas do Caju. Depois da ação da polícia, moradores foram à delegacia acusar os policiais militares de invadirem residências sem mandado de busca e apreensão. Na casa de pelo menos um deles, o professor de boxe Antônio Celso Machado, policiais são acusados de arrombar e revirar móveis sem perceber que estavam no número errado da Rua da Fraternidade.

O inquérito que indiciou o coronel, assinado pelo delegado Maurício Luciano, da 17ª DP (São Cristóvão), foi encaminhado ao Ministério Público em 17 de abril. O processo foi arquivado pelo juiz da 43ª Vara Criminal em 11 de julho de 2013, a pedido do MP – ou seja, por uma das partes envolvidas na investigação que se revelou desastrosa.
Procurado pela reportagem do site de VEJA, o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, respondeu o seguinte: “A participação do coronel Luís Castro nesse episódio não é direta. Foi no sentido de organizar a tentativa de uma ação conjunta, que acabou não acontecendo. No meu entendimento, a decisão do indiciamento cabe ao poder discricionário da autoridade policial.  No entanto, o que considerei para a escolha do coronel Luís Castro para o cargo de comandante-geral da Polícia Militar foi o seu trabalho desempenhado ao longo de 28 anos de serviço prestados à corporação”.
Em sua própria defesa, à época, ele afirmou desconhecer “a que se destina a missão do serviço reservado da PM, uma vez que jamais trabalhou no setor”. O responsável por todo o trabalho de campo era o braço direito de Menezes, o tenente Carlos Augusto Goulart do Amaral, que também acabou indiciado pela 17ª DP.
Ao longo de oito meses, a P2 do coronel Menezes monitorou os passos da quadrilha que controlava as bocas de fumo das favelas. Foram feitas filmagens, fotografias e consultas a dados públicos para identificar os homens que empunhavam fuzis, pistolas e desfilavam em veículos roubados. Na manhã de 3 de março, então, o “trabalho de inteligência” da PM e do Ministério Público do Estado foi colocado em prática, para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão e outros dez de prisão.
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