quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Delegado pediu prisão de mulher de Amarildo depois de deixar o caso


Ex-delegado adjunto da 15ª DP (Gávea), Ruchester Marreiros solicitou a prisão temporária da doméstica Elisabete Gomes da Silva, mulher do pedreiro Amarildo de Souza — desaparecido há 24 dias. O pedido — feito seis dias depois da transferência de Ruchester para a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) — foi desconsiderado pelo titular da delegacia, Orlando Zaccone, e pela promotora responsável do caso, Marisa Paiva.
Segundo o relatório feito pelo delegado Ruchester, há indícios da ligação de Bete com o tráfico de drogas na Rocinha. O delegado pediu ainda as prisões de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e de sua mulher, Danúbia Rangel, conhecida como Xerifa da Rocinha.
— A Bete guarda material para o tráfico em casa, utiliza subterfúgios durante as abordagens policiais a meninos na favela, avisa sobre a chegada da polícia, participa de reuniões e churrasco dos bandidos — garante ele.
Ruchester explica que, durante as investigações da Operação Paz Armada, pelo menos quatro testemunhas, um policial militar infiltrado e três moradores da favela, falaram sobre o envolvimento de Bete com o crime. Ainda haveria interceptações telefônicas citando a participação de Bete no crime. Relator do inquérito, Orlando Zaccone, no entanto, descarta qualquer ligação da doméstica com o tráfico na região.

Informação

O delegado Orlando Zaccone frisa que o documento feito por Ruchester Marreiros foi usado apenas como peça de informação no inquérito.

Indícios

De acordo com Ruchester, as investigações da operação Paz Armada — deflagrada um dia antes do sumiço de Amarildo — identificaram 75 pessoas e qualificaram 60.

Desaparecimento

Bete e o marido, também conhecido como Boi, já foram citados ao longo das investigações, segundo Ruchester. Só depois do desaparecimento de Amarildo, entretanto, os dois tiveram os nomes identificados.

Associação

Zaccone, no entanto, garante que o material colhido sobre os dois neste período não garante o indiciamento por associação ao tráfico.

Relatório

Zaccone entregou, na manhã de ontem, o inquérito sobre o sumiço de Amarildo nas mãos da promotora Marisa Paiva. Em um dos despachos, o delegado desconsidera o relatório feito por Ruchester. O documento que está valendo é o assinado pelo próprio Zaccone.

6 comentários:

  1. SALÁRIO DIGNO AOS POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO (a lei tem que ser respeitada).

    O Governo do Estado do Rio de Janeiro, com a segunda maior arrecadação de impostos do Brasil, poderia pagar muito melhor os Bombeiros e Policiais Militares. Segundo o DIEESE, o SALÁRIO MÍNIMO NECESSÁRIO referente ao mês de Abril de 2013 foi estimado em R$ 2.892,47 (dois mil, oitocentos e noventa e dois reais e quarenta e sete centavos). O referido piso tem o objetivo de atender ao artigo 7º, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, que visa suprir as NECESSIDADES VITAIS BÁSICAS. O vencimento bruto do soldado PM/BM no RJ está R$ 815,22 abaixo do supracitado valor, é de apenas R$ 2.077,25 (dois mil e setenta e sete reais e vinte e cinco centavos).

    O Governo do Estado do Rio de Janeiro paga um SOLDO INFERIOR AO SALÁRIO MÍNIMO vigente aos CABOS E SOLDADOS da PMERJ e do CBMERJ. Sérgio Cabral precisa conceder apenas 39,25% de reajuste salarial para a PMERJ e o CBMERJ para cumprir o ARTIGO 7º, INCISO IV, DA CARTA MAGNA. "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." O SD PM RG 100.000 EVERSON INCORPOROU ONTEM (dia 06 de Agosto de 2013) e ganhará muito menos do que precisa, infelizmente! Espero que ele seja honesto e honre a farda que estiver vestindo, pois ganhar mal não é motivo para cometer desvios de conduta, ou seja, se envolver em atos que possam denegrir a imagem da corporação.

    Vamos lutar por nosso direito a dignidade da pessoa humana estabelecido no art. 1º, inciso III e pelo salário digno estabelecido no artigo 7, inciso IV da Constituição Federal. Receber um salário digno é muito mais do que um sonho, é um direito estabelecido na Lei! O TST tem o dever de zelar e obrigar o Poder Público a obedecer este preceito constitucional, pois a Constituição Federal, é a atual lei fundamental e suprema do Brasil, servindo de parâmetro de validade a todas as demais espécies normativas, situando-se no topo do ordenamento jurídico. Ou seja, a Constituição Federal rege o ordenamento jurídico do nosso país. Logo, nada poderá sobrepor aos artigos presentes na Constituição Federal.

    O DIEESE levou em consideração o preceito constitucional o qual determina que o salário mínimo deva ser suficiente para atender às necessidades do trabalhador e de sua família, cobrindo suas despesas com alimentação, moradia, saúde, vestuário, educação, transportes, higiene, lazer e previdência social.

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    1. A RAZÃO DO TRABALHADOR É O SEU SALÁRIO. SE ESTE NÃO ATENDE SUAS EXPECTATIVAS, ENTÃO AGRIDE SEUS DIREITOS. O SALÁRIO SÓ É DIGNO QUANDO O TRABALHADOR, AO SONHAR, PODE REALIZÁ-LOS. SÓ O SALÁRIO DIGNO E HONESTO PODE PROPORCIONAR A FELICIDADE DO INDIVÍDUO!

      OS SOLDOS DOS CABOS E SOLDADOS ESTÁ ABAIXO DE R$ 678,00 (SALÁRIO MÍNIMO).

      O vencimento bruto do soldado PM/BM no RJ está R$ 815,22 abaixo do SALÁRIO MÍNIMO NECESSÁRIO (R$ 2.892,47).

      Alguns servidores estão tão aborrecidos com essa situação que transmitem isso no relacionamento com o público, tratando mal ou simplesmente não fazendo a tarefa que tem por obrigação fazer. Os DIREITOS HUMANOS do POLICIAL MILITAR não estão sendo respeitados. Pagar um SALÁRIO DIGNO aos servidores públicos estaduais é obrigação do Governo do Estado, não é opcional!

      * SALÁRIO BAIXO significa DESVALORIZAÇÃO e resulta em DESMOTIVAÇÃO e DESCOMPROMISSO TOTAL.
      * SALÁRIO DIGNO significa VALORIZAÇÃO e resulta em MOTIVAÇÃO, COMPROMETIMENTO e DEDICAÇÃO INTEGRAL.

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  2. Como a população do nosso País vem pedindo que a Polícia Militar seja desmilitarizada, é necessário que seja criada uma nova polícia, para isso as Polícias Civis e Militares dos Estados e as do Distrito Federal deveram ser unificadas, com isso passam a ser denominados Polícia do Estado e Polícia do Distrito Federal e Territórios, o que tornará essa nova Polícia mais cidadã, que seja do povo, para o povo, e com o povo, que vem sofrendo com a crescente criminalidade e com a organização dos criminosos.




    E com a intensificação dos delitos e uma organização dos criminosos, e diante do nosso sistema de segurança pública vigente no BRASIL que se encontra falido e ultrapassado, não devemos esquecer também as nossas leis, e com isso os criminosos encontram a necessária guarida para continuar assolando as pessoas de bem que vivem nesta Nação.


    Como nos deparamos, em praticamente todos os Estados, com polícias mal remuneradas, desequipadas e desvalorizadas, que agonizam com a absoluta falta de condições para o efetivo combate à criminalidade. Somado a esses fatores, ainda verificamos a sobreposição de atuação, duplicidade de estrutura física e uma verdadeira desorganização no que concerne ao emprego da força de cada uma das instituições, em face de comandos distintos que, muitas das vezes, ao invés do trabalho integrado, acabam por disputarem espaço.


    A presente iniciativa abraça diversas finalidades, dentro do propósito finalísticos de alterar a estrutura policial dos Estados, criando simultaneamente um novo e mais moderno modelo de persecução penal.





    O alicerce desse novo modelo radica-se, sem dúvida alguma, no fim da dualidade na função policial. Com efeito, a extinção das polícias civis e militares deve dar lugar a uma nova estrutura, esta unificada, denominada de Polícia do Estado e Polícia do Distrito Federal e Territórios, com vocação para o exercício integral das funções policiais.





    Assim, essa nova estrutura policial teria em seu interior um braço voltado às funções de investigação para a instrumentação da ação penal e outro braço uniformizado, cumprindo a função de policiamento preventivo e ostensivo.





    É importante ressaltar que o propósito básico da alteração é a integração dinâmica das funções policiais, hoje repartidas entre as polícias civis e militares, que terá um comando único e com atuação integrada em cada unidade territorial, prevenção e persecução
    reunidas agiriam harmoniosamente para dar cabo do difícil mister de controle da criminalidade.





    Não se trata de uma unificação pura e simples das duas polícias existentes, mas sim de um novo modelo, com novos princípios e novas características.





    A estrutura será remodelada, de tal modo que se estabeleçam quatro graus hierárquicos, com ciclo completo, e que a remuneração máxima não excedente a mínima mais de quatro vezes a da base.





    Nesse sentido, a diminuição dos graus da carreira deve preservar o princípio hierárquico, estabelecendo-se para tanto regime disciplinar próprio, que deve ser criado e deve ser compatível com a natureza da função policial e de nossa Constituição Federal.





    A presente proposta tem como finalidade o nascimento de uma nova polícia organizada em uma única força, com todos os seguimentos e estrutura necessários ao acertado enfrentamento do crime. Não se trata de unificação das polícias, mas do nascimento de uma nova polícia.


    Para isso devemos constituir uma nova polícia, desmilitarizada e condizente ao trato para com o cidadão brasileiro, cujo comando será único em cada ente federativo, subordinado diretamente ao seu governador, que nomeará o seu dirigente, dentre seus próprios membros, para mandato de dois anos, após a aprovação pela respectiva Câmara ou Assembléia Legislativa.

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  3. Visando a correta composição da nova polícia, estabelecemos a possibilidade de transposição dos cargos hoje existentes para os novos cargos, cuja estrutura básica também disciplinamos, de forma a atender às principais nuances do exercício da segurança pública.


    Na busca por uma polícia hígida e motivada, também estabelecemos a reserva para os demais integrantes, de cinqüenta por cento das vagas para provimento dos cargos superiores, permitindo-lhes a progressão dentro da instituição, porém submetidos ao mesmo certame externo e mantida a oxigenação da instituição pelos demais cinqüenta por cento das vagas voltadas ao provimento externo.


    Neste diapasão, vislumbramos o nascimento de uma polícia cidadã forte e atuante e, para tanto, se faz necessário acurado controle, fator que entendemos suprido pela criação de um conselho poderoso e multifacetário, com corregedoria nacional e ouvidorias espalhadas por todos os entes federativos.


    Pretendemos criar, ainda, estrutura administrativa básica, com o intuito de uniformização, fator que facilita a gestão e implementação de políticas nacionais de segurança pública.


    De outra sorte, também no âmbito de segurança pública, pretendemos desmilitarizar os corpos de bombeiros, alguns ainda integrantes das polícias militares dos Estados, como fator impulsionador desse importante segmento, haja vista a desnecessidade do trato militar em uma atividade eminentemente civil.


    Por outro lado, sabedores do fato de que o crime de menor monta e o de oportunidade também são fatores que muito incomodam a população, pretendemos entregar às guardas municipais a competência para atuarem na prevenção ao delito, com a coordenação do novo delegado de polícia, de maneira a elevar a segurança preventiva da população, na busca pela desmotivação do possível infrator.


    Cabe ressaltar que nenhum dos integrantes das atuais polícias civis ou militares ou corpos de bombeiros militares, sofrerão qualquer tipo de prejuízo remuneratório ou funcional. Muito pelo contrário, garantida a irredutibilidade de vencimentos ou subsídios, com o enxugamento das estruturas vigentes, possibilitará ao Estado a necessária revisão remuneratória a maior.


    Aliado a esse fato, a revisão remuneratória estará garantida pela também previsão da criação de fundo nacional, estadual e municipal de segurança pública, onde a União, os Estados e os Municípios destinarão percentual da sua arrecadação para esse fim, e manutenção do fundo constitucional para o Distrito Federal, que passará a ser exclusivamente para a segurança pública.


    Desta sorte, acreditamos que, com esta proposta de emenda constitucional, enfrentaremos as principais mazelas que assolam as nossas atuais instituições policiais.


    A primeira e mais grave é dissonância das polícias na execução de ações que, por falta de comunicação, planejamento e comando único, acabam por se sobreporem, se anularem, despenderem esforços duplicados ou, o que é pior, rivalizarem-se;


    A segunda é a duplicidade das estruturas físicas e de equipamentos, fatores que demandam custeio e investimento dobrados, se refletindo em verdadeiro desperdício de dinheiro público, em especial em uma área tão carente de recursos que é a segurança pública.


    A terceira, por fim, se reflete nos constantes conflitos entre as polícias, seja de ordem laboral, onde uma invade a área de atuação da outra e nenhuma das duas acaba por atuar de forma eficiente; ou relativa aos constantes conflitos externos, até mesmo no interior desta Casa, onde


    Interesses corporativistas impedem o avanço da legislação necessária à melhoria dos instrumentos de atuação do Estado contra o crime.


    Portanto, a modificação proposta nos parece se revelar em um modelo voltado para eficiência dos organismos responsáveis pele segurança pública, necessário à resposta ao clamor da sociedade brasileira por um País com menos crimes e livre de impunidade.


    À vista do exposto, peço o apoio aos ilustres Deputados e Senadores a presente Proposta de Emenda à Constituição.

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  4. Para que haja a desmilitarização das polícias militares do Brasil, é preciso haver CONSCIÊNCIA POLÍTICA.

    Consciência política é fazer com que o bombeiro e o policial militar entendam o poder que têm nas mãos e que pode ser definida como o desvelamento das relações de poder, dominação e influência a que os seres humanos estão sujeitos em um sistema social, o que tornaria possível inseri-lo como sujeito ativo nesse processo. É entender e pôr em prática o verdadeiro sentido da política.

    A UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS CIVIS E MILITARES DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL É NECESSÁRIA.

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  5. É graças aos soldados

    “…É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar… BARACK OBAMA no MEMORIAL DAY (Dia do Veterano) 20 de junho de 2011

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