quinta-feira, 29 de agosto de 2013

POLÍCIA CIVIL RASTREOU TELEFONES LEVADOS DE LOJA SAQUEADA DURANTE MANIFESTAÇÃO

Onze pessoas foram presas na madrugada de ontem durante uma operação deflagrada pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). A ação visava a capturar suspeitos de furto de uma loja da Claro, na Avenida Treze de Maio, durante a manifestação ocorrida no dia 20 de junho. Nove detidos vão responder por receptação dolosa de celulares, um rodou por furto qualificado e outro foi flagrado vendendo um aparelho na Uruguaiana, no Centro. Cerca de 15 telefones foram recuperados.
Para cumprir os 30 mandados de busca e apreensão, os agentes foram a endereços nas zonas Norte e Oeste do Rio, em São Gonçalo e na Baixada Fluminense. De acordo com a polícia, a localização dos suspeitos foi possível por meio dos próprios aparelhos celulares: muitos foram usados com chips registrados na Claro. A investigação foi comandada pelo delegado titular da DRCI, Gilson Perdigão, e contou com a participação de 80 policiais.
Segundo a chefe de Polícia Civil, delegada Marta Rocha, o preso autuado por furto qualificado admitiu que participou dos atos de depredação da loja Claro, que aconteceram no fim do protesto. Ele teria confessado que levou dois celulares.
"As informações dos detidos nos trouxeram novas informações, e a investigação vai continuar. Ela faz parte de uma investigação muito maior do que apenas a receptação dos celulares", afirmou Martha Rocha, destacando que o objetivo da polícia é chegar até os autores dos roubos e pessoas que praticaram de atos de vandalismo durante as manifestações.

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