sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Família de PM e BM aguardam até um ano por exame de DNA

VAMOS PARAR COM A PALHAÇADA MÍDIA MANIPULADORA !!! 
VAMOS AO MENOS SER IMPARCIAL...AFINAL TODOS ELES TEM ESPOSAS E FILHOS...

CADÊ O AMARILDO ? CADÊ O SERGIO? CADÊ O CARLOS ALBERTO?  CADÊ O RODRIGO?

Desaparecido desde o último dia 14 de julho, o auxiliar de pedreiro Amarildo Dias de Souza, 47 anos, foi visto pela última vez sendo conduzido à UPP da Rocinha. Na véspera, 33 acusados de integrar a quadrilha que controla o tráfico de drogas na favela foram presos em grande operação realizada por policiais da 15ª DP (Gávea) com apoio de PMs lotados na UPP.

Enquanto isso, familiares do inspetor da Polícia Civil Sérgio Lopes de Souza Júnior, 32, aguardam há seis meses por um exame de DNA para comprovar se uma ossada encontrada na Favela de Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, é do policial. A remoção dos restos mortais foi feita no dia 5 de fevereiro.


Para a família de outro policial o drama é ainda maior: o carro do soldado Carlos Alberto Ribeiro Chaves Júnior, 31, lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), foi encontrado por policiais do 14º BPM (Bangu) em Realengo, também na Zona Oeste, no dia 9 de março de 2012. No porta-malas do veículo, foram encontrados a farda ensanguentada do PM, alguns dentes e massa encefálica. Um ano e quatro meses depois, nenhum exame foi realizado para verificar se o sangue era do soldado, que até hoje não foi localizado.

Um mês antes, no dia 11 de fevereiro de 2012, o tenente do Corpo de Bombeiros Rodrigo José Neves Groetaers, 22, estava em um churrasco na casa de amigos, em Bangu, na Zona Oeste. Após falar com a namorada pelo celular, avisando que iria embora dentro de alguns minutos, ele saiu do evento, mas nunca chegou em casa. O oficial continua desaparecido.
  
Em menos de três dias família de Amarildo é avisada que sangue encontrado em viatura não era do auxiliar de pedreiro. Enquanto isso, familiares de policiais esperam por exame idêntico há mais de um ano.

http://robertatrindade.com.br/?p=14226

Um comentário:

  1. O Governo do Estado do Rio de Janeiro desvaloriza muito os seus agentes, servidores públicos concursados, pessoas que deveriam ter um tratamento até melhor do que o que o cidadão comum recebe!

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