sexta-feira, 6 de junho de 2014

PM APURA AGRESSÃO NO QUARTEL DO CFAP

JORNAL O DIA ( ROBERTA TRINDADE)
 

Um oficial do Batalhão de Campanha, que funciona no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap, foi acusado de agredir uma praça, quarta-feira, durante treinamento. A PM informou que abriu procedimento apuratório para analisar as circunstâncias do fato. 
Lotada na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Santa Marta, a soldado Thaís Hora é uma das policiais cedidas ao Batalhão de Campanha — formado por PMs que tiveram as férias canceladas para receber treinamento para atuar na Copa do Mundo. De acordo com policiais que testemunharam o incidente, ela estava dispensada do treino, por ter se machucado no dia anterior, e observava o exercício sentada, quando o major Gilmar Tramontini, que é o subcomandante do Batalhão de Campanha, teria lançado contra ela uma espécie de cassetete com manete na lateral, conhecido como tonfa.
“O major a viu sentada e achou que ela estava acochambrando, se escondendo. Ele estava a cerca de oito metros de distância dela e tacou a tonfa. Só depois se aproximou e perguntou o motivo dela não estar treinando. Quando ela respondeu que fora dispensada, ele simplesmente virou as costas”, contou um dos policiais que presenciaram a cena. A atitude causou indignação no efetivo de cerca de 300 homens e mulheres, que a incentivavam a registrar queixa de lesão corporal em delegacia. Um tumulto começou a se formar, e a tropa foi dispensada antes do horário previsto. A soldado foi levada para a administração, onde recebeu gelo para colocar no hematoma. O major e a soldado não foram localizados pelo DIA para comentar as denúncias. Os policiais cedidos à unidade também fizeram outras denúncias, como a falta de estrutura do local, que não possuiria alojamento com camas, e o suposto descaso com o transporte dos mesmos. Agentes que moram no interior e são lotados em batalhões como o 28º BPM (Volta Redonda) estão tendo que pagar pela própria condução, mesmo com o artigo 31 da Lei 279 de 26 de novembro de 1979, que diz que o policial tem direito à ajuda de custo para transporte quando em serviço distante da unidade de origem.

8 comentários:

  1. Tem que denunciar mesmo, tem alguns oficiais que são verdadeiros imbecis, pensam que podem fazer qualquer coisa com o praça, se fosse comigo daria uma porrada no meio da cara dele para aprender. Major de cu é rola, tem mais é que ser processado para aprender ter respeito com os subordinados.

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  2. Vá ao MP!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  3. Um absurdo! Covarde. Se faz isso contra seus pares, o que será que ele não faz contra cidadãos.

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  4. Bom major.
    Ta com a mira boa. 8 metros não é qq um.

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  5. Não fique com medo procure o mp rj,ou telefone para o número 127 e faça sua denuncia, aeroporto não fizer da próxima vez vai querer dar na cara de alguém,o meu primo trabalha lá e já informe o que aconteceu,e mandou a policial ligar.

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  6. A 8 metros, acertar para machucar? Mira boa mesmo! Arriscar a carreira por um ato desses? E se tiver sido só uma tentativa de chamar a atenção da soldado para o exercício, pressupondo que esta não cumprira sua ordem? E por que ela não comunicou seu superior sobre o afastamento da atividade? Que o Major deva desculpas, talvez sim! Mas ela bem que poderia ter evitado tudo isso, avisando-o sobre o ocorrido no dia anterior, como qualquer bom subordinado procederia. De qualquer maneira, a versão de ambas as partes deve ser apurada com cautela.

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    1. No fundo este Oficial queria o PORRETE rasgando no rabo dele, evidente que ele não gosta da fruta, aliás é a grande maioria dos oficiais, se sou ela não registrava queixa, ela tinha que ter um marido ou namorado,pai, para cobrar o prejuízo "de homem X oficial mariquinha", e colocar este oficial de merda no lugar dele na base do porrete já que ele gosta tanto.

      Gladiador 1 SGT PM

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  7. Certos oficiais acham que podem tudo, a exemplo disso nos batalhões do interior fazem o que quer e bem entendem com policiais militares de qualquer graduação! Cito aqui policiais que residem em Itaperuna que estão em escala de 12X24;12X48,no 36º BPM de Santo Antonio de Pádua a 90 km de casa, vindo e voltando de carona todos os dias após incessante dia de trabalho, depois de poderem estar servindo no 29º Batalhão, isso é uma lástima o que estes comandantes estão fazendo neste governo de Pezão e Sérgio Cabral, ainda espera que os policiais e seus familiares votem nele, só quem não tem vergonha, pois com o comando que há no 29º e 36º BPM, não há quem fale bem do governo ou dos comandantes, que fazem o que quer com policiais que têm mais de 18 anos de serviço e são tratados como recrutas, num total Assédio Moral.

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