domingo, 26 de abril de 2015

Indonésia ordena preparativos para execução de brasileiro


A Indonésia ordenou, nesta quinta-feira, que sejam realizados os preparativos para a execução de dez presos, incluindo um brasileiro, condenados por tráfico de drogas.

Segundo a "BBC", diplomatas confirmaram que foram chamados para a Ilha de Nusakambangan para as execuções, neste sábado. No entanto, ainda não há data certa para que a ordem seja cumprida.

O brasileiro Rodrigo Gularte, preso em 2004 no país, está entre os condenados. Ele tentou entrar na Indonésia com 6kg de cocaína escondida em pranchas de surfe. Dois anos depois, ele tentou se matar na prisão. Segundo um colega de cela, Rodrigo tinha alucinações e tremia de medo durante a noite. A família alegou que ele tem esquizofrenia, mas o laudo não impediu que Rodrigo continuasse na lista de condenados.

8 comentários:

  1. O BRASILEIRO RODRIGO PODE DES DE JÁ SE HUMILHAR E PEDIR PERDÃO A DEUS POR TODOS OS SEUS PECADOS PORQUE TODO AQUELE QUE FOR PEGO INVOCANDO O NOME DO SENHOR SERÁ SALVO.

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  2. A Indonésia está certíssima, errado está o Brasil! O tráfico de drogas tem que ter Pena de Morte...

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  3. A Indonésia esta de parabéns dando exemplo para todo o restante do mundo como se deve tratar traficantes, apartir de agora o traficante brasileiro vai pensar duas vezes quando for convidado a traficar droga para a Indonésia, ele vai TRAFICAR para qualquer país menos para a Indonésia. KKKKKKKK

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  4. SE O PRESIDENTE DA INDONÉSIA E ESTÁ LEI FOR EMPLANTADA NO BRASIL MORRERÁ MUITOS TRAFICANTES.

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  5. O BRASILEIRO RODRIGO GULARTE FOI FUZILADO HOJE, NA TARDE DE TERÇA 28/04/2015 NA INDONÉSIA. ONDE LA NA INDONÉSIA É LINHA DURA OLHO POR OLHO E DENTE POR DENTE.

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  6. Viva a Indonésia!!!
    Essa é a melhor forma de se educar. Duvido que tenha algum traficante brasileiro, seja rico, pobre, maior ou menor de idade, negro, branco, católico, protestante, espirita, médico, artista, em fim, qualquer que seja ele, que queira levar drogas para a Indonésia. Só no meu País que os membros dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, acham que CADEIA foi feita para ressocializar e educar marginais da lei, quer sejam maiores ou menores de idade.
    Para muitos Órgãos pertencentes a esses Poderes, além de outros como OAB, Direitos Humanos e os meios de comunicação, esses marginais são "vítimas da sociedade", são pobres coitados, não tiveram chance na vida. É como se a sociedade escolhesse aquele que será ou não bem sucedido em sua vida, como se ela, a sociedade, fosse a única responsável pelo insucesso destes "seres humanos". Entretanto, todos nós sabemos que isso não é verdade, que as escolhas de nossas vidas somos nós quem fazemos; que somos e seremos quem nós quisermos; que não existe limite para o ser humano; que nosso destino via de regra somos nós quem ditamos e não a sociedade, não importa as dificuldades que esta nos imponha. Quantas e quantas histórias de superação de vida vemos diariamente? Os personagens dessas histórias são variados: ricos, pobres, com ou sem religião, negros, brancos, pobres, ricos, etc.
    Só em meu País que o Governo Federal cria um problema diplomático com um outro país soberano por discordar de uma pena de morte aplicada a um TRAFICANTE. Esse marginal, esse canalha tem sim que sofrer as consequências de seus atos. Ele tinha noção das leis da Indonésia, sabia plenamente que lá não é como aqui no Brasil, que vagabundos como ele muitas das vezes saem pela porta da frente das Delegacias, em virtude da fragilidade da legislação nacional.
    É inadmissível a postura tomada pelo Estado brasileiro na defesa desse vagabundo. Ele é um traficante, não é um pai de família, um trabalhador, um cidadão de bem. Em nosso País morrem diuturnamente centenas de pessoas inocentes vítimas de vagabundos da estirpe dessa marginal, basta ligarmos nossas televisões durante o dia que veremos casos e mais casos de famílias destruídas por canalhas como este que infringiu as leis da indonésia.
    Quando você policial, seja militar, civil, federal, em fim, quando você comete um crime no exercício de suas funções o Estado brasileiro não demonstra esta mesma complacência, este engajamento para livrá-lo da pena, muito pelo contrário, estes mesmos integrantes do judiciário, do MP, ou seja, Executivo e Legislativo, apressam-se em condená-lo, e consequentemente, em excluí-lo de sua corporação. Você se quer goza dos direitos constitucionais da presunção da inocência, de responder em liberdade até o transito em julgado da sentença condenatória, dentre outros, muito embora eles saibam que a função desempenhada por nós seja extremamente delicada, que estamos constantemente num liame entre o legal e ilegal, que nossas decisões muitas das vezes precisam ser tomadas em frações de segundo e que, por conta disso, as vezes cometemos erros.

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  7. CONTINUANDO...
    Nessa mesma linha de raciocínio, no entanto de forma mais restrita, já que se tratava de um caso a nível estadual, assisti numa emissora de TV uma entrevista de um Desembargador de nosso Estado que retrata bem o pensamento dos integrantes dos órgãos supracitados. O Excelentíssimo Sr. Dr. Juiz de Direito e Desembargador Ciro Darlan respondia a reporte sobre o fato da decisão de uma Juíza de libertar vários menores infratores pelo Judiciário, sobre o simples pretexto de que o local onde estavam custodiados era insalubre, sub-humano, e que os menores não deveriam ali permanecer tendo em vista o lugar atentar contra a vida daqueles pobres coitados marginais, dos “meninos” excluídos da sociedade que, por conta disso, decidiram cometer delitos em protesto ao tratamento dispensado pela sociedade do RJ. Pobres meninos! Esse ato insano tomado por uma Juíza carioca teve o pleno apoio do Desembargador.
    Quem não conhece a realidade de nosso Estado, da índole dos “menores” infratores que ali estão cumprindo pena (medida sócio educativa), até daria razão ao Excelentíssimo Sr. Dr. Juiz de Direito e Desembargador Ciro Darlan. Quase chorei com o relato do Magistrado! Me perguntei – Como pode? Meninos e meninas indefesos, anjos, frágeis! Que Estado cruel! Mas, como Servidor Público encarregado de fazer e cumprir a lei, jamais presenciei desse mesmo Judiciário, do MP, da presidenta Dilma, da OAB, das entidades de Direitos Humanos e dos meios de comunicação – com raras exceções - qualquer manifestação no que diz respeito às injustiças sofridas por nós, agentes Públicos, sobre as dificuldades pelas quais passamos, pelas prisões indevidas as quais muitas das vezes somos submetidos. Também jamais presenciei o Judiciário e de todos estes atores Públicos se manifestarem a respeito do tratamento dado ao povo do RJ nos Hospitais do Estado, da forma desumana e insalubre as quais são tratados. Nunca soube que a Excelentíssima Senhora Presidente da República tenha dado um telefonema para uma família de uma vítima inocente de bala perdida, de um agente de segurança que tenha morrido no exercício de suas funções, que tenha externado suas condolências a essas famílias destruídas por esses “pobres TRAFICANTES” pobres coitados, pelos excluídos da sociedade.
    Que tal o Excelentíssimo Sr. Dr. Juiz de Direito e Desembargador Ciro Darlan, as Excelentíssimas Senhoras Doutoras Juiz de Direito e Presidente da República Dilma, bem como todos esses integrantes desses órgãos e Poderes Públicos tirarem um finalzinho de semana para visitar um hospital carioca, uma escola ou, até mesmo, uma das inúmeras favelas do Rio para ver o que é de fato situação insalubre e desumana.
    O Excelentíssimo Sr. Dr. Juiz de Direito e Desembargador Ciro Darlan e as Excelentíssimas Senhoras Doutoras Juiz de Direito e Presidenta da República Dilma também poderiam visitar as Delegacias e os Batalhões de policia do Estado, as bases da Guarda Municipal, os Quarteis do Corpo de Bombeiros para ver a situação precária e muita das vezes insalubre nas quais trabalhamos, mas, que, mesmo assim, não nos impede de desempenhamos nossas funções institucionais.
    Cadeia caros Excelentíssimo Sr. Dr. Juiz de Direito e Desembargador Ciro Darlan, Excelentíssimas Senhoras Doutoras Juiz de Direito e Presidenta da República Dilma, não é um SPA, uma ilha paradisíaca, um local onde marginais são confinados para tirar férias de seus trabalhos, não, CADEIA é o local, não importa se insalubre ou não, onde esses FDP devem permanecer. Local limpo, Cheiroso, agradável, aconchegante, seguros, deve ser nossos lares, nossas escolas, nossos hospitais. Qualquer criança com 8 anos de idade, se os senhores não sabem, tem plena consciência das condições precárias das cadeias de nosso país. Todos os dias são veiculadas notícias nos meios de comunicações sobre as condições destas, portanto, se cometem crimes, é lá que deverão ser confinados ou, se Vossas Excelências desejarem, podem acomodá-los em suas residências ou em seus locais de serviço, quem sabe.


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  8. CONTINUANDO...
    Os senhores deveriam envidar esforços não para libertar vagabundos, traficantes, mas, sim, para dar aos cidadãos Cariocas e de todos os outros Estados da Federação escolas de qualidade, segurança, saneamento básico, hospitais de qualidade, que são direitos básicos de um povo que paga impostos exorbitantes, de primeiro mundo e que, via de regra, não tem contra partida do Estado brasileiro. Impostos que servem para pagar seus rechonchudos salários e suas rechonchudas comissões, gratificações, verba de paletó, de gasolina, de hospedagem, de moradia...
    Nós, cidadãos honestos, cumpridores de nossos deveres, pobres, porem trabalhadores, queremos e esperamos de Vossas Excelências, somente respeito.

    Reflita sobre isso, policial militar. Analise seus atos. Se suas ações no decorrer de seu serviço visarem única e exclusivamente o lado profissional, sem nenhum outro foco, não extrapole em suas ações com a finalidade de tirar marginais das ruas, não é papel seu tal função. Para o Judiciário, MP, Direitos Humanos, OAB, meios de comunicação, dentre outros órgãos e até mesmo para muitos seguimento da sociedade você é um inimigo em potencial e não o marginal da lei, este, o marginal, é somente uma vítima de nós policiais militares e da sociedade, são pobres coitados, excluídos sociais.
    Um forte abraço aos irmãos praças da PMERJ!
    Que Deus nos proteger e nos livre de toda investida maligna! É claro, para aos que creem. Para os que não creem, que a sorte possa lhes acompanhar!

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