quarta-feira, 15 de abril de 2015

Vídeo: Bandidos executam PM em Campo Grande


As imagens do depósito de bebidas, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, de onde o policial Cleber Sebastião da Silva saiu antes de ser baleado e morto, mostram a ação dos criminosos que atacaram o PM na manhã desta quarta-feira. A câmera flagrou o momento em que o trio vai em direção da vítima — à paisana —, que estava com o porta-malas de seu carro aberto, na Estrada do Cambota. 
O policial, lotado no Serviço Reservado (P-2) do 40º BPM (Campo Grande), chegou a ser jogado ao chão e teve sua arma roubada pelos bandidos. No momento da ação, uma pessoa que circulava na via saiu de seu carro e correu em direção à calçada. 

O vídeo ainda mostra o momento em que o subtenente Cleber foi atingido nas costas e, em seguida, os criminosos fugindo em um Polo prata. Ele foi levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, no mesmo bairro, em estado gravíssimo, e morreu na unidade.

De acordo com a Delegacia de Homicídios (DH/Capital), as investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte do policial. Uma perícia foi realizada no local e imagens de câmeras de segurança foram solicitadas. Testemunhas também estão sendo chamadas para prestar depoimento.

5 comentários:

  1. Aí rapaziada de CG,vamos se unir e pegar esses covardes,tem que ser igual antigamente,sufocar até aparecer ou matarem esses bandidos,como eu digo é melhor ser preso por excesso da legítima defesa,como fez aquele policial do 16 BPM, que foi preso pelo Delegado,do que ser carregado por 4 e aquela bandinha tocando.

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  2. Embora não seja competência da PMERJ, e isso todos sabemos, a Instituição precisa fazer algo para frear essa escalada de crimes contra seus integrantes. Não estou falando de medidas extremas, como por exemplo sair à caça de marginais de forma inconsequente, sem se fazer um levantamento criterioso.
    Quando morre um criminoso ou uma pessoa de uma região, vítimas em tese de policias militares, em virtude de confrontos armados contra marginais da lei, vários órgãos do Estado, tais como: PC, MP, Defensorias,alem da imprensa e OAB, se levantam todos contra os policiais militares, fazendo de tudo para incriminá-los, montam logo um "estado de guerra" um teatro, com um único fim, qual seja, o de incriminar o PM, fazendo acusações que via de regra são inverossímeis e que quando chegam no Judiciário não restam provadas, entretanto, o estrago já está formado, a vida do profissional já acabou, sua família é atingida, sua vida social já não mais existe.
    Empenho parecido não vejo desses mesmos órgãos em desvendar os crimes cometidos contra nós, policiais militares. Todos os Órgãos supracitados não mexem se quer uma palha para desvendá-los. Família do PM? Que se FD, que deem seu jeito. Estão em dificuldade? E daí? não é problema de Estado. Esse é o pensamento dos integrantes de todas essas Instituições.
    Assim, diante do descaso das Instituições com competência para buscar provas que incriminem os que comentem crimes contra nós, Policiais Militares, tem a PMERJ, o dever de qualificar profissionais para exercer essa função, ou seja, a de buscar elementos que possibilitem incriminar os marginais da lei que atentam contra nossas vidas. Não custará nada para a Instituição qualificar seus agentes da segunda seção para esse fim, essa é a única forma de mostrar para os meliantes que tentam nos atingir, que estes serão presos ou mortos em combate. Esperar do MP, da PC e de outros Órgãos providências nesse sentido é mera utopia.
    O que percebo de todas essas Instituições é que elas adoram os holofotes dos meios de comunicação, qualquer que seja ela. Os Delegados e agentes da PC adoram dar entrevistas, externar suas opiniões de forma apressadas, sobre casos que envolvam PM, opiniões estas que via de regra não são corroboradas ao chegarem no Judiciário, no entanto, quando um de nós é vitima de um crime não vejo esses mesmos profissionais irem para os mesmos meios de comunicações darem suas opiniões, dizerem quais medidas estão sendo tomadas, em que "pé" estão as investigações, se é que existem, tendo em vista que, na verdade, o que de fato existe é um mero R.O, um papel frio que nada diz, pois se quer se empenham para desvendar crimes cometidos contra nós. Se alguém tem opinião diferente, que me prove, mostre-me, através de dados, quantos crimes cometidos contra PMs foram solucionados pela PC e que a partir dessas investigações seus executores foram denunciados e condenados pelo Estado.
    Se a PM não tomar providências, se nós policiais militares não cobrarmos de nossa Instituição medidas contundentes para esse grave problema, se ficarmos na ilusão de que a Instituição que tem competência funcional para exercer a função de investigar crimes irá fazê-lo, continuaremos morrendo nos horários de folga, nossas famílias ficarão desamparadas. Somos nós policiais militares que devemos tomar a iniciativa contra essa barbárie que está ocorrendo, tudo na forma da lei, sem excesso e sem atingir o cidadão de bem. Jamais se combate um crime cometendo crimes, isso não faz parte e tampouco deve fazer parte da vida profissional e civil de um policial militar. Pensem nisso, caros companheiros!

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    1. Nossa, o senhor está inspirado. Escreveu muito. Olha, se fizerem coisas erradas, abusarem do poder ou excesso, com certeza o MP vai partir para cima de vocês.

      Dá um desconto para o MP, esses dias estava vendo na TV que o Ministério Público ouviu centenas e centenas de policiais que denunciaram as más condições dos alojamentos. Uma vez e outra o MP faz uma coisinha pelos senhores.

      E se saírem caçando criminosos, quem perde são os policiais. Há câmeras e celulares em tudo que é canto.

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  3. PARECE ATÉ QUE MATAR PMS VIROU MODA NO RJ. E O PIOR DE TUDO É QUE NINGUÉM FAZ NADA. ONDE ESTÁ O SR MARCELO FREIXO DOS DIREITOS HUMANOS PARA DAR UM APOIO AS FAMÍLIAS DOS POLICIAIS MORTOS?

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  4. Ao anônimo do dia 16.
    Via de regra estou inspirado. No que diz respeito a sua afirmação de policiais "saírem caçando criminosos, quem perde são os policiais. Há câmeras e celulares em tudo que é canto", penso que você interpretou de forma extensiva o que postei ou não entendeu o que eu quis dizer. Em momento algum disse que deveríamos sair por aí caçando marginais, mas, que a Instituição da qual faço parte deve tomar medidas objetivas para frear essa escalada de mortes de policiais militares, entretanto, tais medidas devem seguir estritamente os ditames legais.
    Leia novamente o texto e preste atenção. Você irá perceber que em vários trechos deixo bem claro que não sou a favor do cometimento de crimes como forma de cessar a escalada de violência contra nós, policiais militares, mesmo porque, com certeza há um risco enorme de se vitimar pessoas inocentes, assim, esse nunca foi ou será meu objetivo.
    No que tange a sua afirmação quanto a existência de câmeras e celulares filmando tudo por aí, é fato que hodiernamente existem esses aparelhos em todo e qualquer lugar. Trata-se de uma verdadeira invasão de privacidade, mas que, muita das vezes, esta invasão é benéfica, uma vez que as imagens captadas podem ser usadas para desvendar crimes, independente de quem os comata. No entanto, a PC ainda não descobriu a utilidade desses aparelhos, ou melhor, não descobriu a utilidade nos casos de mortes de policiais militares.
    Sobre esse aspecto, ou seja, da possibilidade de quase sempre haver uma filagem de crimes cometidos contra nós é que deixo um alerta aos companheiros - procurem essas filmagens, levem-nas ao conhecimento da segunda seção da Unidade do policial vitimado, ao MP, ao Judiciário- divulguem nas redes sociais essas imagens, vamos fazer uma espécie de " disque denuncia" nas redes sociais até descobrir onde esses ratos estão escondidos,com as imagens obtidas ficará mais fácil identificá-los e prende-los, quando for o caso.

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