sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Policial é morto a tiros na praia da Reserva

Um Policial Militar foi morto na tarde desta quinta-feira (20) na praia da reserva localizada na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. O cabo Carlos Eduardo Conceição Dias, o Eduardinho, foi baleado por dois homens próximo ao quiosque do pesqueiro. Ele seria genro do miliciano Ricardo Teixeira da Cruz, conhecido como Batman.

4 comentários:

  1. Ao escolher a profissão de Policial Militar, coloca-se em risco o bem mais precioso que o ser humano tem, a própria vida.

    A valorização dos profissionais de segurança pública é essencial!

    Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o Policial Militar com uma remuneração digna. Os Policiais Militares do Rio de Janeiro morrem por um vencimento inferior ao Salário Mínimo Necessário!

    O Salário Mínimo Necessário foi calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em R$ 3.377,62 (três mil, trezentos e setenta e sete reais e sessenta e dois centavos) no mês de Maio de 2015, de acordo com o inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal de 1988 ("salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo").

    http://www.dieese.org.br/analisecestabasica/salarioMinimo.html

    O adicional de periculosidade para profissionais de segurança pública foi aprovado!

    A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 193/15, que garante aos integrantes do sistema de segurança pública de todo o País o adicional de periculosidade. Pelo texto, cada estado vai estabelecer o valor do adicional, desde que observado um percentual mínimo de 30% sobre a remuneração total. Acrescido dos 30% de Adicional de Periculosidade (R$ 1.013,28), o valor do Piso Salarial da categoria deveria ser fixado em R$ 4.390,90 (quatro mil, trezentos e noventa reais e noventa centavos). O menor vencimento deve ser igual ou superior ao referido valor.

    "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." NÃO HÁ JUSTIFICATIVA PARA OS BAIXOS SALÁRIOS DOS SERVIDORES MILITARES NO RIO DE JANEIRO! POLICIAL MILITAR DESMOTIVADO SIGNIFICA SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA.

    Diante do exposto, fica evidente a necessidade de garantir um salário inicial no valor de R$ 5.000,00 (Cinco mil reais) aos Soldados das Polícias Militares do Brasil.

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  2. Chega de Inversão de Valores! O que aconteceu conosco? Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais. Mais vale parecer do que ser? Abaixo o “TER”, viva o “SER”!

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  3. Somos todos soldados do Brasil

    Por Robson Merola de Campos

    O que define o soldado brasileiro? Seria o seu patriotismo? Ou sua fé na vitória, apesar de todas as dificuldades? O que define o soldado brasileiro seria a farda que ele veste? Ou o juramento que um dia ele fez de defender a Pátria com o sacrifício da própria vida? Seriam as marchas, a ordem unida ou o uso do fuzil?


    Um soldado é um cidadão fardado. Mas, ser soldado não é apenas vestir a farda. É um estado de espírito. É uma vocação; quase um sacerdócio. O verdadeiro guerreiro tem orgulho da corporação a qual ele pertence, nutre amizade e respeito pelos irmãos de armas, porta-se com orgulho nas formaturas. E quando a tropa, formada, canta a plenos pulmões o Hino Nacional ou a Canção do Exército é impossível não ficar emocionado com tamanha vibração e demonstração de patriotismo.

    O soldado, não importando a sua posição na hierarquia militar, é um cidadão que dedica a vida inteira ao serviço da Pátria. Não o faz por compensação financeira, é evidente. Veja-se o exemplo dos generais brasileiros que ocuparam a presidência entre 1964 e 1985. Nenhum deles enriqueceu na função. Isso é público. É notório. É fato incontestável. No Brasil dos dias atuais, quando quem ocupa o poder faz de tudo para ali se manter, apelando para as manobras mais escusas e sem se preocupar honestamente com o que é o melhor para a Nação, o exemplo de Humberto de Alencar Castelo Branco, Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Batptista de Oliveira Figueiredo deveria ser um norte a ser seguido.

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  4. Ser soldado é ser vigilante. É estar atento às necessidades da Pátria. É estudar o seu país, defender as suas fronteiras, obedecer as ordens dos superiores, respeitar a Constituição Federal, venerar os símbolos nacionais. Ao contrário do que muitos pensam a mais perigosa arma do soldado não é o seu fuzil. Aliás, um soldado treina uma vida inteira com sua arma desejando ardentemente jamais ter que dispará-la em uma situação de conflito real.

    A mais perigosa arma de um soldado é a sua inteligência. É com ela, que o soldado planeja, treina, espera e vigia. É sua inteligência que cimenta o espírito de corpo, uma liga que o une aos seus camaradas e o prepara para a qualquer momento estar pronto para atender ao chamado da Pátria. E defendê-la; mesmo que com o sacrifício da própria vida.


    O soldado brasileiro foi muito injustiçado nos últimos anos. Ouviu e ouve em silêncio as críticas e censuras que lhe são feitas. Nem todas são construtivas. Ele sabe disso, e diligentemente, com o cuidado que limpa e lubrifica o fuzil, separa o joio do trigo. Conhece quem critica num ímpeto de querer um Brasil melhor e quem critica com a intenção de denegrir a sua imagem. Aceita ambas as críticas devido ao seu alto grau de profissionalismo e senso de hierarquia e disciplina. Mas, aceitar não significa concordar. Engana-se quem acredita que o silêncio do soldado significa fraqueza. Diz um provérbio oriental que “arrastar uma espada faz barulho; desembainhá-la, não!”


    O verdadeiro soldado brasileiro não é somente aquele que está na ativa e integra as três Forças Armadas e as Forças Auxiliares. É também aquele que um dia já teve a emocionante experiência e o privilégio de servir à Pátria, e hoje integra a Reserva, quer remunerada ou não. Mas, como disse acima, ser soldado é um estado de espírito.

    Por isso, o soldado é também aquele que imbuído do mais elevado senso patriótico vai para as ruas e manifesta a sua indignação diante do descalabro atual do Brasil. Nesses momentos, não importando o sexo, a cor, a idade, a roupa, a profissão ou a religião, somos todos irmãos de armas. Com um único objetivo pela frente: devolver o Brasil aos brasileiros de verdade. Somos milhões! E somos fortes. Miramos a vitória e com ela nos comprometemos. Nossa meta é nosso futuro. Sabemos disso e trabalhamos para alcançá-lo.


    Rui Barbosa, o maior jurista que o Brasil já teve, reconhecido mundialmente por sua cultura jurídica e erudição, disse certa feita: “uma nação que confia em seus direitos, em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a própria queda”. O ensinamento do Águia de Haia permanece, especialmente nos dias de hoje, atual e pertinente.


    Aos soldados do Brasil, especialmente àqueles que estão na ativa, o reconhecimento pela sua honradez, bravura e patriotismo. Mais atual do que nunca são os versos da sua canção, que resumem o seu credo e a sua fé de ofício:

    “Em nosso valor se encerra

    Toda a esperança

    Que um povo alcança.

    Quando altiva for a Terra

    Rebrilha a glória,

    Fulge a vitória.

    A paz queremos com fervor,

    A guerra só nos causa dor.

    Porém, se a Pátria amada

    For um dia ultrajada

    Lutaremos sem temor.”

    Postado por Ricardo Oscar vilete Chudo no link "http://rvchudo.blogspot.com.br/2015/08/somos-todos-soldados-do-brasil.html".

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