terça-feira, 29 de setembro de 2015

Força tarefa da Polícia Militar prende envolvidos na morte do soldado Bruno

Com eles foram apreendidas drogas, munição, armas e rádios transmissores. A carteira funcional do PM também foi encontrada com um dos suspeitos.


O soldado da PM Bruno Pereira, de 30 anos, foi torturado antes de ser morto por traficantes da comunidade Dom Bosco, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, na madrugada da última segunda-feira.

Bruno levou um tiro nas costas, foi amarrado a um cavalo e arrastado, ainda vivo, por cerca de 1 km até a comunidade da Lagoinha.

O PM foi capturado por criminosos em um bar, enquanto falava no celular com o irmão, na tentativa de localizá-lo. Ele, que trabalhava na UPP Formiga, na Tijuca, teria sido reconhecido pelos traficantes.

Ontem, a polícia prendeu sete suspeitos e apreendeu seis menores que teriam participado da execução. O cavalo usado na tortura, que pertencia a um dos menores, também foi apreendido.

O corpo do soldado foi enterrado na manhã desta terça-feira, no Cemitério de Irajá.

8 comentários:

  1. Triste o momento em que vivemos.
    Ser Policial, hoje em dia, é estar à margem da morte.
    Existem os que tombam em serviço, na folga, e desta forma tão covarde.
    Chegamos ao fundo do poço e apenas explicações, sugestões, "palavras de consolo", palavras cruzadas que ecoam, voltando sem respostas definitivas e tudo continua da mesma forma.
    Palavras, nada mais que palavras!
    Que Deus possa confortar os corações dos familiares.

    Sgt BM R/R - Brito.

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  2. Pelo serviço que presta, um Soldado da PMERJ deveria ter ensino superior completo e receber um salário de R$ 7.514,33 (sete mil, quinhentos e quatorze reais e trinta e três centavos), para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais.

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  3. Hj recebi um e_mail do deputado Flavio Bolsonaro a respeito de armar a guarda municipal, luta essa que tambem é defendida pelo Daciolo. Sou PM, e nas ultimas eleições votei em ambos, peço que analisem o meu comentário e por favor não tomem decisões pensando apenas em votos. Eis a minha resposta: Bom dia deputado! Na condição de policial militar, me sinto na obrigação de dizer, que se isso for aprovado, vcs conseguirão destruir os poucos meios que o policial e o bombeiro militar têm de ganhar um dinheiro honesto. Explico: A prefeitura é quem paga o Proeis da Supervia, do Seeduc e de vários outros convênios. Se armarem a guarda municipal, quem o Sr acha que eles irão contratar, um funcionário do Município ou do Estado? E mais, se um empresário paga R$180,00 para um policial militar fazer um serviço de segurança, o Sr não acha que ele irá preferir pagar R$120,00 ao guarda do que ao PM ou bombeiro militar? Por favor pense bem.

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  4. Essa cena ninguém da comunidade filmou, afinal de contas, quem morreu foi um trabalhador e quem matou foram os meninos vítimas da sociedade.

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  5. Companheiro, sou pm tambem e não vejo nada de demais nisto, se eles querem tanto o porte, de para eles verem o tamanho da responsabilidade que é, quando ao que vc falou de Proeis, nada a ver, o que o policia tem que fazer e lutar por salario e não ficar a mercer destes proeis da vida.

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  6. Que armem as guardas.
    Caro PM, a arma na sua não está servindo a fins particulares e pouco para a segurança pública.
    Armem a guarda já.
    Ass: PM Q vive do salário.

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  7. Alô Dr. Rivaldo Barbosa! Quando V. excelência vai assumir as investigações do assasainato desse PM?
    Vai dar entrevista explicando as medidas tomadas por sua instituição?
    O Sr. Vai fazer a reconstituição do crime?
    Não, não é verdade, a morte do colega não tem repercussão na mídia hipócrita, é mais um PM morto, nada mais. Esse, como vários outros crimes praticados contra nós policiais militares, vai permanecer sem solução, esses fascinuras que foram presos graças ao esforço dos PMs da BPM da área, logo estarão nas ruas, não há continuidade nas investigações, afinal, foi só um PM que morreu.
    Já na morte desse vagabundo, morto em confronto, contra os colegas da UPP, nesse caso sim, aparece todo mundo: OAB, Direitos Humanos, a mãe vai dar entrevista no ESQUENTA, no RJ TV, vai ganhar uma indenização do Estado, vai virar herói. além é claro, como não poderia faltar, a competente autoridade policial vai dar muitas entrevistas, assumirá o caso, fará reconstituição, etc, etc, etc...
    Há algo errado nisso? Claro que não! Se os colegas agiram fe forma errada, não tendo o devido cuidado , dando azo para que lhes fosse imputado crimes, tem a autoridade o dever de agir, de se esmeirar em soluciona-lo, mas, por favor Dr. , dá uma entrevista explicando como estão as investigações da morte do PM.
    Manda aí o pessoal da sua especializada se esforçar um pouquinho para prender o restante dos tralhas.

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    Respostas
    1. É como se diz em latim: "pimentorium in ano est aliis refrescus" (pimenta no anus dos outros é refresco).

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