sexta-feira, 20 de novembro de 2015

PM segurança do deputado Marcelo Freixo é morto após reagir a assalto na zona norte do Rio

Na manhã desta sexta-feira (20), o segurança do deputado estadual Marcelo Freixo foi morto após reagir a assalto em Bento Ribeiro, zona norte do Rio. Alexandre Murta Fernandes, de 41 anos, foi baleado por criminosos.

Alexandre era lotado do DGP (Diretoria Geral de Pessoal), mas atualmente trabalhava na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) para o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol). Ele estava de folga no momento do crime.
Os bandidos estavam em um carro Fiat Punto preto, quando deram três disparos em direção ao PM. Os criminosos fugiram sem levar nada da vítima.
Alexandre foi para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também na zona norte, onde chegou a passar por cirurgia. O crime será investigado pela Polícia Civil.



3 comentários:

  1. Tropa da PMERJ está desmotivada e insatisfeita

    Nas sociedades capitalistas é comum que o valor de um indivíduo seja aferido através do seu poder de compra, e isso tem muito a ver com seus rendimentos – a quantidade de dinheiro que ele consegue adquirir em determinado espaço de tempo.

    Não é à toa que, falando de valorização dos policiais brasileiros, sempre se remete à questão salarial como um problema sério, pois além de garantir elementos essenciais para a sobrevivência, “ganhar bem” concede ao profissional um posicionamento social de relevância.

    A PMERJ pode reclamar bastante dos seus vencimentos, pois são inadequados para as funções exercidas. Os baixos salários desmotivam a tropa e criam desinteresse pela profissão. Um Soldado de Polícia Militar em início de carreira deveria receber vencimentos iniciais de R$ 8.000,00 (oito mil reais) mensais.

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  2. A Polícia Militar precisa ser valorizada e fortalecida.

    A remuneração dos Policiais Militares dos Estados não deveria ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal.

    Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o Policial Militar com uma remuneração digna.

    O salário do Policial Militar é incapaz de atender às suas necessidades vitais básicas (previstas no inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal de 1988).

    "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." NÃO HÁ JUSTIFICATIVA PARA OS BAIXOS SALÁRIOS DOS SERVIDORES MILITARES NO RIO DE JANEIRO! POLICIAL MILITAR DESMOTIVADO SIGNIFICA SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA.

    Pelo serviço que presta, um Soldado da PMERJ deveria ter ensino superior (3º Grau) completo e receber um salário de R$ 7.514,33 (sete mil, quinhentos e quatorze reais e trinta e três centavos), para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais. Em contrapartida, a Polícia Militar deveria acabar definitivamente com a Promoção de Praças por Tempo de Serviço! As Promoções devem ser conquistadas mediante aprovação em concursos internos para o CFC, o CFS e o CAS.

    “TENHO VERGONHA DO MEU SALÁRIO” (PMERJ e CBMERJ)


    Parece óbvio que, apesar de ter sua importância, a questão salarial não é a única que impacta diretamente na autoestima dos policiais e na valorização das polícias.

    Corporações que cuidam de 7 fatores tão (ou mais) importantes quanto o salário para os policiais (Ambiente ético-disciplinar, Doses de valorização, Estabilidade política, Efetividade na atuação, Envolvimento comunitário, Estruturas físicas e logísticas e Lideranças) tendem a ser mais respeitadas, admiradas e valorizadas, gerando, inclusive, maior reconhecimento pecuniário como consequência. Cada policial pode contribuir um pouco com todos esses elementos.

    O Policial Militar precisa ser valorizado como herói!

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  3. Os pais são responsáveis por futuros autores de crime, pois não deveriam gerar filhos quem não queria dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los.

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