sábado, 30 de janeiro de 2016

Dois policiais morrem em tentativas de assalto na Baixada Fluminense

Dois policiais militares morreram, na madrugada deste sábado, durante duas diferentes tentativas de assalto na Baixada Fluminense. De folga, o cabo Leandro da Silva Pimenta, da UPP Arará/Mandela, estava lanchando com outro agente na Via Light, na altura de Nova Iguaçu, quando suspeitos chegaram em um carro anunciando o roubo. Na ocasião, houve troca de tiros e PM foi baleado e morto. Além disso, um dos assaltantes morreu na hora e outras duas pessoas ficaram feridas.
Já em Nilópolis, o sargento Fabio de Oliveira, do 22º BPM (Maré), foi morto na Rua Darcy Vargas, no centro de Nilópolis, após reagir o assalto. Ele chegou a ser socorrido e levado para a UPA de Nilópolis, mas não resistiu aos ferimentos.

Imagens mostram momento exato em que policial militar é assassinado no Rio

Imagens  mostram o momento em que o cabo da PM Michel Lopes Cardoso foi baleado com um tiro de fuzil,  em troca de tiros com criminosos, na tarde desta quinta-feira (28), em uma avenida da Pavuna, Subúrbio do Rio.
No vídeo, traficantes armados em dois carros escoltam um caminhão com carga de cigarros. Um terceiro carro aparece logo atrás, também com bandidos fortemente armados e as portas abertas. Também é possível ver os motoristas, que assustados dão marcha à ré. Alguns chegam a abandonar os carros para fugir. O policial troca tiros com os criminosos perto do Morro da Pedreira e é possível ver que ele  recebe um tiro no peito e um colega dele se aproxima para tentar o socorro.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Comandante da PM pede plano de assistência psiquiátrica para os policiais

O novo comandante da PM, coronel Edison Duarte dos Santos Júnior, parece que anda meio encucado com a tropa. Ele pediu ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, um “imediato e permanente” plano de assistência psiquiátrica aos policiais.

MP vai investigar delegado como suspeito na máfia da saúde na PM

Lotado há mais de dez anos na presidência do Tribunal de Contas do Município (TCM), o delegado da Polícia Civil José Renato Torres do Nascimento virou alvo por suspeita de tráfico de influência na investigação sobre o maior escândalo de corrupção na área da saúde da Polícia Militar. No dia 18, quando agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança cumpriam um dos 42 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 20ª Vara Criminal, em um luxuoso apartamento na Barra da Tijuca, José Renato apareceu para acompanhar o trabalho. E segundo os policiais fez perguntas, além de várias ligações telefônicas. O apartamento é da empresária Cláudia Lúcia de Souza.

A atuação do delegado caiu no crivo do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, que pediu abertura de inquérito para apurar o caso à Corregedoria Interna da Polícia Civil, à Corregedoria Geral Unificada (CGU) e à 7ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da 1ª Centra de Inquéritos, que atua na Barra.

Sócia da empresa Gama Med 13 Comércio e Serviços Ltda, Cláudia Lúcia é uma das 25 pessoas, entre oficiais da PM e empresários e lobista, denunciados pelo Gaeco, à Justiça por envolvimento em fraudes que desviaram R$ 16 milhões do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom).

“Ela é minha concunhada. Acordei às 6h, com uma ligação da minha afilhada, falando: ‘Dindo tem polícia aqui em casa’. Então, fui para o apartamento na condição de parente. Não há tráfico de influência algum nisso”, rebateu José Renato.

O delegado assinou o auto de busca e apreensão que atestou o recolhimento de R$ 26 mil em espécie, 1.900 dólares, o equivalente a R$ 7.923, além de vários aparelhos celulares. “Assinei o documento na qualidade de testemunha. Falei com todo mundo com todo o respeito. Isso é uma maldade”, desabafou o delegado.

O Ministério Público também pediu que o delegado seja investigado administrativamente. Na Polícia Civil, José Renato ocupou cargo importante. “Já estou afastado disso tudo há muito tempo, só quero me aposentar”, afirmou. Ele foi subchefe da instituição na gestão de Álvaro Lins, que também foi deputado estadual, mas cassado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Álvaro Lins, em 2008, chegou a ser preso por policiais da Polícia Federal na operação batizada de Segurança S/A. Na Justiça Federal, foi condenado a 28 anos de prisão sob a acusação proteger integrantes da máfia dos caça-níqueis.

Embarque em carro oficial

As empresárias Cláudia Lúcia de Souza e Ilma Maria dos Santos ganharam o direito à liberdade na quarta-feira, véspera de Natal. A decisão foi concedida no plantão judiciário pelo desembargador Cherubin Helcias Schwartz Júnior. Elas estavam em presídio no Complexo de Gericinó, Bangu. Na saída, embarcaram em carro do com placa oficial do Município do Rio, como relataram agentes penitenciários.

Outros 20 acusados continuam presos. Onze oficiais, entre eles, o ex-chefe do Estado-Maior Administrativo coronel Ricardo Pacheco, continuam presos na Unidade Prisional, em Niterói, conhecida como BEP. Eles são acusados de organização criminosa, dispensa de licitação, corrupção ativa e passiva e peculato.

Acusada de burlar licitação

Quatro contratos com a Gama Med 13 Comércio e Serviço Ltda, somados com valores de mais de R$ 3 milhões, foram investigados pelo Gaeco, do Ministério Público. As compras eram referentes a aventais, kits cirúrgicos, curativos, papéis e fios cirúrgicos.

Apontada como uma das mais beneficiadas pelo esquema de corrupção, a empresa com a ajuda da major Andréia Carneiro Ramos e o tenente Dieckson de Oliveira Batista é acusada de burlar a licitação. Ganhou o pregão com a proposta de R$ 1,6 milhão para venda de fio cirúrgico, enquanto as outras concorrentes ofereceram o mesmo produto por R$ 300 mil, ou seja, valor seis vezes menor.

Em troca de propinas, a capitã Luciana Rosas Franklin teria sugerido aos representantes da Gama Med para entregar 25% dos produtos adquiridos. Segundo a denúncia do Ministério Público, as empresárias pagavam 10% do valor dos contratos aos acusados.

Inquérito para encobrir fraude

As investigações sobre as fraudes não pararam. O maior alvo é o ex-comandante da PM, coronel José Luís Castro. Ele foi acusado de participação no esquema pelo ex-gestor do Fuspom coronel Décio Almeida Silva, que aceitou a delação premiada.

Para o Ministério Público, na gestão de Castro, Décio foi promovido e assumiu o Fuspom, quando era questionado pelos médicos-militares. Além disso, permitiu a concentração do poder de compras nas mãos de Décio.

Na denúncia, o Gaeco sustenta que o coronel Ricardo Pacheco abriu nove inquéritos de ‘fachada’ para encobrir o esquema. Marco Spínola, advogado de Castro, nega as acusações.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Servidores criam grupo "Cinturão da Segurança"


Foi criado, o grupo "Cinturão da Segurança" , que reúne sindicatos e associações ligadas à área de Segurança Pública. O objetivo é facilitar as negociações com o governo estadual, a partir de uma pauta única que consiga melhorias para as cinco categorias representadas. O grupo é formado por Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol/RJ), Associação dos Bombeiros Militares (ABMERJ), Associação dos Policiais Militares (APMERJ), Associação dos Servidores da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e Associação dos Servidores do Degase. Uma das reivindicações é a reposição da inflação dos últimos três anos, e a idéia é conversar com o governador logo após o carnaval. Os policiais civis se uniram a outras categorias.

Motoqueiro grava tentativa de assaltoo na linha amarela

Dois marginais em uma moto tentaram assaltar outro motociclista. Carona puxa arma e aponta para a vítima, que tenta fugir e cai da moto Não houve disparos, mas o motociclista se machucou com a queda e os assaltantes fugiram.

PM é encontrado morto na Zona Oeste


Um policial militar foi encontrado morto dentro de um carro na Rua Bacabal, em Padre Miguel, na manhã desta quarta-feira. O corpo estava dentro de um Sandero

O PM foi identificado como André Luiz de Carvalho, de 32 anos. Ele, que era soldado, estava na corporação havia quatro anos e era lotado na Unidade Polícia Pacificadora (UPP) Jacarezinho, na Zona Norte do Rio. 

De acordo com o comandante do 14º BPM, o crime pode ter sido uma execução. A PM informou que a Polícia Civil esteve no local e realizou uma perícia. O caso ficará a cargo da Delegacia de Homicídios (DH) da capital.

Coronel preso por desvios no Fundo de Saúde é investigado por fraudes na compra de capim para a PM do Rio

Após botar atrás das grades a quadrilha acusada de desviar dinheiro do Fundo de Saúde da PM (Fuspom), o MP está investigando fraudes em compras de capim para os cavalos da corporação. As novas investigações são motivadas pela citação, num depoimento anexado ao inquérito que apurou as fraudes na saúde, de um dos coronéis presos como envolvido numa das compras suspeitas. De acordo com o relato, o coronel Kleber dos Santos Martins, ex-diretor de Finanças da PM — preso desde 18 de dezembro do ano passado — contratou, no início de 2014, “a empresa Comercial Cedro Ltda. pelo valor unitário de R$ 1,15 (o quilo), em ofensa aos princípios do interesse público, do menor preço e da maior vantajosidade para a administração pública”.
O depoimento,  dado em 10 de março de 2015 por dois representantes da empresa Verdejo Comércio de Forragens Ltda., que perdeu a concorrência e denunciou ao MP que a PM celebrou “contratos inquinados (corrompidos) de ilegalidades” na compra de capim. Na época, a Verdejo vendia capim à PM pelo preço de R$ 0,39 — três vezes menor do que o oferecido pela Comercial Cedro. Os representantes da empresa alegam que não participaram do novo pregão por não terem sido comunicados de sua existência e afirmam ter alertado o coronel sobre “a prática do menor preço do mercado e a necessidade de um novo pregão”, que não aconteceu. Em fevereiro de 2014, a Comercial Cedro assinou um contrato de R$ 1.298.800,80 com a PM.

No inquérito que investigou desvios no Fuspom, Kleber foi denunciado como um dos chefes da quadrilha. Ele é acusado de ser “responsável pela montagem da estrutura administrativa da organização criminosa”.

Os indícios de “irregularidades em certames direcionados à aquisição de capim” motivaram a abertura de dois inquéritos a pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco): um na 24ª Promotoria de Investigação Penal, para apurar crimes licitatórios, corrupção e falsidade documental por parte da empresa, e outro na Corregedoria da PM, para investigar crimes militares.


Formação de cartel também é investigada

A Comercial Cedro já é alvo de uma investigação do MP desde 2011 justamente por fraudes na venda de capim à PM e por “eventual formação de cartel entre empresas, com vistas à eliminação da concorrência no mercado de fornecimento” da ração para os cavalos da corporação. Essa investigação também foi provocada por denúncias de representantes da Verdejo.

Eles argumentam que as empresas Comercial Cedro e Mam Vidal Nogueira Nutrimentos, que assinaram contratos com a PM em 2010 e 2011, “são inseridas no mesmo núcleo familiar e se valem do mesmo representante comercial e contador para participação em licitações”. Um relatório produzido pela 1ª Promotoria de Tutela Coletiva de Cidadania aponta para a presença de dois irmãos como representantes comerciais das duas empresas.

Após denúncia, aditivos aos contratos

Mesmo após a Verdejo denunciar irregularidades nas compras de 2010 e 2011, a PM assinou aditivos nos dois contratos. A Mam Vidal Nogueira, que venceu licitação em 2010 e foi contratada por R$ 675.792, teve seu acordo prorrogado com a corporação em novembro de 2014 e embolsou mais R$ 112.632.

Já a Comercial Cedro Ltda. teveu seu contrato de R$ 915.468,48 assinado em novembro de 2011 aditado em R$ 140.983,20 em junho de 2012 e em R$ 85.250,88 em dezembro de 2012. O EXTRA tentou contato com representantes das duas empresas, sem sucesso.

Os contratos de compra de capim investigados pelo MP foram assinados nos períodos em que a PM foi comandada pelos coronéis Mário Sérgio Duarte, Erir Ribeiro Costa Filho e Luís Castro. Segundo a PM, o Grupamento de Polícia Montada informou que, em 2010, possuía 288 cavalos. Atualmente possui 247.

PM que estava desaparecido desde domingo (10) é enterrado

O cabo Tiago dos Santos, de 31 anos, foi enterrado no cemitério Jardim da Saudade, zona oeste. Ele estava desaparecido desde a madrugada de domingo (10). O corpo do policial foi encontrado com sinais de espancamento e 16 perfurações de bala. O caso está sendo investigado pela divisão de homicídios da capital.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Pezão: 'Aposentadoria aos 49 anos não existe

    O Governador do Estado do Rio de Janeiro reclama do fato de alguns Militares se aposentarem aos 49 anos de idade, mas esquece de que para isso ingressaram na profissão aos 18 anos.
    O mais importante: Um Governador se aposenta com dois mandatos, ou seja com somente oito anos de trabalho. Sérgio Cabral, por exemplo, nunca trabalhou em nada fora da Política e é aposentado pelo legislativo (como Deputado Estadual, três mandatos, nem precisou do tempo de Senador) antes mesmo de se...r eleito Governador, inclusive um dos mais jovens da história.
    O Militar do RJ, que exerce a mais dura jornada de trabalho do Brasil, pois em nenhum outro Estado o Policial Militar trabalha na escala 24x48 ainda poderá se aposentar com mais tempo de contribuição?
    Talvez futuramente será preciso criar uma nova lei do Sexagenário...
    CB Wagner Luís


Polícia Militar anuncia a troca do comando da Unidade Prisional

A Unidade Prisional da Polícia Militar tem um novo comando. O tenente-coronel Murilo Sérgio de Miranda Angelotti deixou o cargo para a chegada do tenente-coronel Max Fernandes dos Santos. Essa é uma das primeiras ações do comandante-geral da PM, coronel Edison Duarte dos Santos Júnior, que tomou posse na última segunda-feira. 
Durante a gestão de Angelotti, já no Presídio Vieira Ferreira Neto, em Niterói, uma operação do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), Ministério Público (MP-RJ) e da própria PM, realizada em novembro, localizou 15 celulares, 21 DVDs piratas, uma sanduicheira, 37 facas e até uma churrasqueira elétrica dentro da unidade prisional.