terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Comandante da PM pede plano de assistência psiquiátrica para os policiais

O novo comandante da PM, coronel Edison Duarte dos Santos Júnior, parece que anda meio encucado com a tropa. Ele pediu ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, um “imediato e permanente” plano de assistência psiquiátrica aos policiais.

11 comentários:

  1. Vão me desculpar, mas realmente os policiais precisam de psicólogo.

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  2. A pagina do facebook dos admiradores da policia militar do rj sumiu, o que aconteceu? Era a maior e mais movimentada do estado.

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  3. PMERJ
    GABINETE DO COMANDO GERAL
    SEÇÃO JURÍDICA
    Bol da PM n.º 027 - 08 Fev 12
    MUDANÇA DE ESCALA DE SERVIÇO NA CORPORAÇÃO -DETERMINAÇÃO
    Considerando a intenção do Senhor Comandante Geral de humanizar e padronizar as
    escalas de serviço em todas as unidades da PMERJ em face do desgaste intrínseco à
    atividade policial;
    Considerando ainda que as novas escalas devam proporcionar ao Policial Militar uma
    folga suficiente para seu descanso e a sua recuperação física e psicológica,
    proporcionando assim uma melhor qualidade de vida.
    Este Comando determina que doravante as escalas de serviço em suas diversas formas
    de policiamento sejam as elencadas abaixo, orientando ainda aos Comandantes a
    suprimirem os postos menos prioritários ou reduzirem o efetivo de equipes que forem
    possíveis:
    1 – 1º, 2º, 3º e 4º COMANDOS DE POLICIAMENTO DA ÁREA.
    Radio patrulhas, cabinas e interdições – Escala 12x48 (doze horas de serviço por
    quarenta e oito horas de folga);
    Grupo de Ações Táticas – GAT, Auto Patrulha de Trânsito – APTran, Postos de
    Policiamento – PP, Postos de Policiamento Comunitário – PPC, Destacamento de
    Policiamento Ostensivo – DPO, Guarda do Quartel, Oficial de Dia, Adjunto ao Oficial
    de Dia e Quartilheiro – Escala 24x72 (vinte e quatro horas de serviço por setenta e duas
    horas de folga) tendo a garantia de 06 horas de descanso durante o serviço;
    Policiamento Ostensivo de Trânsito – POTran e Policiamento Ostensivo Geral à Pé –
    POG à Pé – Escala 4x2 (quatro serviços de 07 horas por 02 dias de folga);
    Auto Patrulha de Trânsito – APTran (nos locais onde o comando da unidade entenda
    não haver necessidade deste serviço por 24 horas) e Patrulhamento Motorizado Especial
    – PAMESP – Escala 10x38 (dez horas de serviço por 38 horas de folga).
    2 – 5º, 6º e 7º COMANDO DE POLICIAMENTO DA ÁREA.
    As escalas deverão seguir o mesmo padrão da carga horária acima especificada,
    podendo, de acordo com a distância do local de serviço haver um aumento proporcional
    das horas de serviço e folga.
    Exemplo de Escala de Destacamento de Policiamento Ostensivo no interior – 48x144.
    3 – UNIDADES POLICIAIS ESPECIAIS.
    As unidades policiais especiais deverão utilizar uma das escalas acima elencadas, tais
    como:
    12x48 – 24x72 – 4x2 – 10x38
    É necessário que seja respeitada a carga horária mensal entre 144 e 150 horas mensais
    considerando o mês de 30 dias.
    (Nota n° 0143 - 08 Fev 2012 – GCG)

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  4. POLICIAIS MILITARES ARRISCAM A PRÓPRIA VIDA POR MUITO POUCO

    A Polícia Militar precisa ser valorizada e fortalecida, pois POLICIAIS MILITARES DESMOTIVADOS significa SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA. Vale lembrar que o Rio de Janeiro sediará os Jogos Olímpicos de 2016, sendo o reconhecimento pecuniário indispensável, imprescindível para melhorar a qualidade do serviço policial-militar.

    Nas sociedades capitalistas é comum que o valor de um indivíduo seja aferido através do seu poder de compra, e isso tem muito a ver com seus rendimentos – a quantidade de dinheiro que ele consegue adquirir em determinado espaço de tempo. O salário do Policial Militar do Rio de Janeiro é incapaz de atender às suas necessidades vitais básicas (previstas no inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal de 1988).

    Não é à toa que, falando de valorização dos policiais brasileiros, sempre se remete à questão salarial como um problema sério, pois além de garantir elementos essenciais para a sobrevivência, “ganhar bem” concede ao profissional um posicionamento social de relevância. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o Policial Militar com uma remuneração digna.

    A PMERJ pode reclamar bastante dos seus vencimentos, pois são inadequados para as funções exercidas. Os baixos salários desmotivam a tropa e criam desinteresse pela profissão. Um Soldado de Polícia Militar em início de carreira deveria receber vencimentos iniciais de R$ 8.712,50 (oito mil, setecentos e doze reais e cinquenta centavos) mensais, para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais. A questão salarial impacta diretamente na autoestima dos Policiais e na valorização das Polícias.

    Os baixos salários fazem a PMERJ perder oficiais e praças. O idealismo vai esmorecendo, pois já não encontra-se mais comandantes com "C" maiúsculo, dignos de orgulho de seus comandados e os vencimentos não são suficientes para dar uma vida digna à família. A tropa da PMERJ está desmotivada, insatisfeita e tem VERGONHA DO SALÁRIO! Não há justificativa para os BAIXOS SALÁRIOS.

    "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." O Policial Militar precisa ser valorizado como herói! Em contrapartida, a Polícia Militar deveria acabar definitivamente com a Promoção de Praças por Tempo de Serviço! As Promoções devem ser conquistadas mediante aprovação em concursos internos para o CFC, o CFS e o CAS, bem como a conclusão de um Curso de Ensino Superior. Os Policiais Militares que já concluíram o 3º Grau deveriam receber um acréscimo no salário, como é feito na Guarda Municipal do Rio de Janeiro. Quem se qualificou tem que ser premiado. É a única forma de incentivar o estudo, a qualificação.

    “POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS” foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral Filho.

    “O GOVERNANTE QUE DIZ QUE O ESTADO DO RIO NÃO TEM DINHEIRO PARA PAGAR MELHOR SEUS POLICIAIS ESTÁ MENTINDO!” (palavras de Sérgio Cabral em 2006)

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  5. O SD PMERJ precisa ter ' D I G N I D A D E '

    O Salário Mínimo Necessário, referente ao mês de Dezembro/2015, foi estimado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) no valor de R$ 3.518,51 (três mil, quinhentos e dezoito reais e cinquenta e um centavos), valor superior ao vencimento bruto de um Soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

    http://www.dieese.org.br/analisecestabasica/salarioMinimo.html

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  6. Não pode um investigador da Polícia Civil (cargo de Nível Médio) recém-empossado ganhar mais que um 2º Sargento da PMERJ, um Policial Militar com pelo menos 16 anos de experiência na carreira.

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    1. investigador da PC recém empossado... concurso nao abre desde 2005 e mesmo assim todos serão nível superior lá, e investigador não ganha mais que um 2º sgt

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  7. Outro fanfarrão. Tem que pleitear saúde? Sim, é óbvio. Mas tem que reivindicar salário, dignidade, respeito, respaldo da justiça, condições de trabalho e etc. Mais um zero à esquerda.

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  8. "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER."

    Um Soldado de Polícia Militar em início de carreira deveria receber vencimentos iniciais de R$ 8.712,50 (oito mil, setecentos e doze reais e cinquenta centavos) mensais, para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais. A questão salarial impacta diretamente na autoestima dos Policiais e na valorização das Polícias. Além de garantir elementos essenciais para a sobrevivência, “ganhar bem” concede ao profissional um posicionamento social de relevância. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o Policial Militar com uma remuneração digna.

    “POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS” foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral Filho.

    “O GOVERNANTE QUE DIZ QUE O ESTADO DO RIO NÃO TEM DINHEIRO PARA PAGAR MELHOR SEUS POLICIAIS ESTÁ MENTINDO!” (palavras de Sérgio Cabral em 2006)

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  9. A própria empresa adoece o funcionário, com carga horária excessiva de um trabalho penoso, periculoso e insalubre.
    É melhor vender banana na feira, do que ser Servidor Público. Se arrependimento matasse, já estaria morto.

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  10. trouxa é quem continua se arriscando por essa sociedade hipócrita que não dá a mínima para os seus próprios defensores.

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