domingo, 14 de fevereiro de 2016

Servidores do Estado anunciam manifestação para o dia 2 de março e projetam greve geral

O dia 2 de março será de manifestação em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O funcionalismo, com a liderança do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), fará um ato de protesto contra o governador Luiz Fernando Pezão. A pauta cobrará, mais uma vez, o pagamento integral das parcelas que ainda restam do 13º salário e o retorno ao calendário antigo de pagamento, além de incluir críticas à proposta de alterar a Previdência Estadual.

Os líderes de categoria se movimentam para que seus grupos decidam, nos próximos dias, pelo estado de greve. A ideia é que o funcionalismo faça uma paralisação de advertência, por 48 horas, até o dia 4 de março. O passo seguinte será decretar greve geral no Estado.

8 comentários:

  1. OS POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO ARRISCAM A PRÓPRIA VIDA POR MUITO POUCO!

    A Polícia Militar precisa ser valorizada e fortalecida, pois POLICIAIS MILITARES DESMOTIVADOS significa SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA. Vale lembrar que o Rio de Janeiro sediará os Jogos Olímpicos de 2016, sendo o reconhecimento pecuniário indispensável, imprescindível para melhorar a qualidade do serviço policial-militar.

    Nas sociedades capitalistas é comum que o valor de um indivíduo seja aferido através do seu poder de compra, e isso tem muito a ver com seus rendimentos – a quantidade de dinheiro que ele consegue adquirir em determinado espaço de tempo. O salário do Policial Militar do Rio de Janeiro é incapaz de atender às suas necessidades vitais básicas (previstas no inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal de 1988).

    Não é à toa que, falando de valorização dos policiais brasileiros, sempre se remete à questão salarial como um problema sério, pois além de garantir elementos essenciais para a sobrevivência, “ganhar bem” concede ao profissional um posicionamento social de relevância. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o Policial Militar com uma remuneração digna.

    A PMERJ pode reclamar bastante dos seus vencimentos, pois são inadequados para as funções exercidas. Os baixos salários desmotivam a tropa e criam desinteresse pela profissão. Um Soldado de Polícia Militar em início de carreira deveria receber vencimentos iniciais de no mínimo R$ 7.190,98 (sete mil, cento e noventa reais e noventa e oito centavos) mensais, para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais. A questão salarial impacta diretamente na autoestima dos Policiais e na valorização das Polícias.

    Os baixos salários fazem a PMERJ perder oficiais e praças. O idealismo vai esmorecendo, pois já não encontra-se mais comandantes com "C" maiúsculo, dignos de orgulho de seus comandados e os vencimentos não são suficientes para dar uma vida digna à família. A tropa da PMERJ está desmotivada, insatisfeita e tem VERGONHA DO SALÁRIO! Não há justificativa para os BAIXOS SALÁRIOS.

    "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." O Policial Militar precisa ser valorizado como herói! Em contrapartida, a Polícia Militar deveria acabar definitivamente com a Promoção de Praças por Tempo de Serviço! As Promoções devem ser conquistadas mediante aprovação em concursos internos para o CFC, o CFS e o CAS, bem como a conclusão de um Curso de Ensino Superior. Os Policiais Militares que já concluíram o 3º Grau deveriam receber um acréscimo no salário, como é feito na Guarda Municipal do Rio de Janeiro. Quem se qualificou tem que ser premiado. É a única forma de incentivar o estudo, a qualificação.

    “POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS” foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral Filho.

    “O GOVERNANTE QUE DIZ QUE O ESTADO DO RIO NÃO TEM DINHEIRO PARA PAGAR MELHOR SEUS POLICIAIS ESTÁ MENTINDO!” (palavras de Sérgio Cabral em 2006)

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    1. "Somos um dos piores SALÁRIOS do Brasil, mas temos um coração ENORME."

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  2. Soldado Policial Militar do Rio de Janeiro deveria receber mais de R$ 6.000,00 (seis mil reais) por mês.

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  3. E a policia como sempre enrola o rabo e senta, policial não é militar das forças armadas, é militar estadual e servidor publico, e mesmo assim ordem absurda não se cumpre, quer ordem mais absurda do que trabalhar nas atuais condições?
    Acordem policiais, vocês são importantes, precisam fazer com que as pessoas em geral enxerguem isso ou vão continuar sendo massacrados.

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  4. Dinheiro para pagar integralmente o 13º salário dos servidores do Estado o Governo não tem, mas tem para conceder isenção fiscal de R$ 6,7 milhões para patrocinadores de jogos esportivos? Continua a política "Panem et circenses" - (Pão e Circo).

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  5. Se cortassem supersalários e as marajíces não precisaria de CPMF e nenhum outro imposto.

    Desgoverno e marajás torram quase R$ 1 bilhão em diárias

    Farra com cartão consome R$ 52 milhões dos cofres públicos. Só Dilma moeu R$ 15 milhões

    Desgoverno gasta R$ 6,1 bilhões em propagandas 'enganosas'

    Em plena crise econômica, governos federais, estaduais e municipais gastam rotineiramente cifras absurdas com pagamento de servidores que recebem acima do teto constitucional.

    Estimativas feitas por fontes do Ministério da Fazenda e do Congresso apontam que, caso a lei fosse de fato cumprida, a economia para os cofres públicos chegaria a quase R$ 10 bilhões por ano, considerando os governos federal, estadual e municipal.

    A cifra é similar ao montante que o governo pretende conseguir em 2016 com a recriação da CPMF.

    Remuneração de mais de R$ 100 mil

    Ignorando a Constituição, alguns servidores ganham acima dos R$ 33,7 mil, salário do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que serve de referência para a definição do teto.

    Somente, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), o setor responsável pelos pagamentos confirma que ao menos cinco servidores aposentados receberam, entre janeiro e dezembro de 2015, valores líquidos superiores a R$ 100 mil.

    QUE VERGONHA! E o povo pulando Carnaval, como se nada estivesse acontecendo!

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  6. MENSAGEM DO SENHOR COMANDANTE GERAL A TODOS OS POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO:

    "Conforme publicação no Boletim da PM nº 023 de 04 Fev 16, páginas 84 e 85, foi dado publicidade, que o único projeto de lei complementar encaminhado pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa, que abrangeria os integrantes da Polícia Militar seria a seguinte:
    No que diz respeito à PREVIDÊNCIA DA POLÍCIA MILITAR, existe a proposta de alteração da alíquota de 11% para 14% gradativamente, conforme redação abaixo:
    “Art. 16. As alíquotas, previstas nos arts. 33 e 35-A Lei nº 3.189/1999, ficam majoradas respectiva- mente para:
    I – 12% (doze por cento) e 24% (vinte e quatro por cento) a partir do nonagésimo dia, da data em que a Lei entrar em vigor;
    II – 13% (treze por cento) e 26% (vinte e seis por cento) a partir 1º de janeiro de 2017;
    III – 14% (catorze por cento) e 28% (vinte e oito por cento) a partir 1º de janeiro de 2018.” Considerando que vários canais de comunicações vêm divulgando matérias que não correspondem com outros tópicos que envolvam a previdência dos policiais militares.
    Considerando que foi criada no dia 26 Jan 16, uma COMISSÃO DA PMERJ que está realizando estudos juntamente com uma COMISSÃO DO CBMERJ, para acompanhar as possíveis mudanças e sugerir, se for o caso, alterações de interesse da PMERJ. A referida comissão tem prazo para conclusão dos trabalhos até o dia 26 Fev 16.
    Considerando que mesmo com a publicação acima mencionada, e mesmo sem haver outra ou outras propostas relativa(s) ao tema encaminhada a ALERJ. Vários policiais militares que poderiam continuar no serviço ativo (oficiais e praças) vêm requerendo a passagem para a inatividade em números que ultrapassam em muito a média de pedidos de passagem para a inatividade mensal.
    Considerando que, muitos desses policiais poderiam ficar no serviço ativo aguardando futuras promoções ou se valendo do beneficio do auxilio permanência, mas por não terem conhecimento da publicação acima ou por ser induzidos por boatos estão antecipando o seu pedido de inatividade.
    Este Comandante Geral vem informar a todos os policiais militares que não tomem decisões precipitadas, tendo em vista que nada mais foi encaminhado a ALERJ sobre o tema.
    Nós temos também uma Assessoria Parlamentar ligada ao Gabinete do Comando Geral, justamente para fazer essa interface com os seguimentos parlamentar; municipal, estadual e federal com relação a temas relativos a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
    Finalizando, venho assegurar aos senhores e as senhoras policiais militares que tenham a tranquilidade necessária nesse momento de tantas especulações, para que continuem na sua caminhada na carreira que escolheram. E, que se PORVENTURA, outra ou outras propostas de possíveis mudanças, que possam alterar aprevidência ou o tempo de permanência das senhoras ou senhores na corporação, o seu Comandante Geral será o primeiro a transcrevê-la(s) em Boletim da Corporação. Para que ai sim, cada integrante tome a decisão de continuar na ativa ou requerer a sua inatividade.
    Essa nota deverá ser publicada por três dias consecutivos.
    Unidades envolvidas: Todas.
    (NOTA Nº0119 – 19 FEV 2016 – EMG/Sec)"

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  7. "POLICIAIS MILITARES DESMOTIVADOS significa SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA"

    Soldado da PMERJ tem Vencimento abaixo do Salário Mínimo necessário (R$ R$ 3.795,24).

    Soldado da PMERJ tem um SOLDO abaixo do Salário Mínimo vigente (R$ 880,00).

    http://www.dieese.org.br/analisecestabasica/salarioMinimo.html

    OS POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO ARRISCAM A PRÓPRIA VIDA POR MUITO POUCO!

    "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." O Policial Militar precisa ser valorizado como herói!

    “POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS” foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral Filho.

    “O GOVERNANTE QUE DIZ QUE O ESTADO DO RIO NÃO TEM DINHEIRO PARA PAGAR MELHOR SEUS POLICIAIS ESTÁ MENTINDO!” (palavras de Sérgio Cabral em 2006).

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